Economia
Clima atrapalha, mas preço do gengibre melhora na roça
Apreciado por muitos, o gengibre é usado para dar aquele sabor especial em receitas, além de seus fins medicinais no preparo de chás, para aumentar a imunidade. Clima atrapalha, mas preço do gengibre melhora na roça
Reprodução/TV TEM
O gengibre é uma planta de origem asiática e, no Brasil, é cultivado principalmente em dois lugares: no Espírito Santo e no sudeste de São Paulo. Em Tapiraí (SP), a colheita já começou e, embora o clima não tenha ajudado muito, os preços pagos aos produtores melhoraram em comparação à safra anterior.
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As plantações são feitas na Serra de Paranapiacaba, onde o solo é mais arenoso e o clima é mais ameno na maior parte do ano. Porém, as temperaturas surpreenderam e atrapalharam muito nos últimos meses.
A planta pode atingir mais de um metro de altura, só que a parte que mais interessa ao produtor está debaixo da terra: o rizoma, uma espécie de caule subterrâneo. No ano passado, o produtor Francisco Fernandes colheu 10 mil caixas de 20 quilos.
Atualmente, devido ao clima, a safra deve render em torno de sete mil caixas. O problema ficou bem visível no tamanho das placas da planta. O agricultor produz gengibre em três hectares, e vai colhendo aos poucos, conforme a demanda.
É um período bom para aproveitar. A previsão é manter a produção até março do ano que vem.
O agricultor Célio Fernandes investiu na plantação, aumentando a área de produção em cerca de dois hectares. A primeira colheita está sendo realizada neste ano. Além do solo de primeiro plantio ter uma qualidade melhor para o gengibre, o ataque de pragas e doenças é mais difícil.
Quando as encomendas chegam, o trabalho é feito até mesmo debaixo de chuva. As 15 mil caixas previstas significam R$ 5 mil a mais que a safra anterior. Um diferencial que tem atraído quem trabalha com gengibre no município é o preço. Com menos oferta, ele ficou mais valorizado.
Veja a reportagem exibida no programa em 02/06/2024:
Clima atrapalha, mas preço do gengibre melhora na roça
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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