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Economia

Estiagem atrapalha produção de limão taiti

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Falta de chuva afeta pomares de limão no noroeste do estado de São Paulo, fazendo com que agricultores colham menos na safra atual, além de terem que lidar com ataque de pragas. Estiagem atrapalha produção de limão taiti
Reprodução/TV TEM
A falta de chuva afetou os pomares de limão no noroeste do estado de São Paulo. A região é a maior produtora da variedade taiti no Brasil, principalmente em Itajobi (SP) e municípios vizinhos. Muitos agricultores irão colher menos, além de ter que lidar com o ataque de pragas.
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O problema nas plantações está relacionado ao clima. A falta de chuva prejudicou muito o cultivo, e um exemplo disso está no sítio do citricultor João Carlos Peres, que ainda conta com irrigação em seu plantio. São mais de 11 mil pés da fruta, e a produção deve ser 30% menor neste ano. A situação causada pelo clima ainda está favorecendo a aparição de ácaros.
O estado de São Paulo é o maior produtor nacional de limão. Na safra passada, a produção paulista foi de 1,2 milhão de toneladas. Uma outra propriedade, também em Itajobi, trabalha com limão há 16 anos, e fechou o ano passado com uma produção de 25 mil toneladas. Mesmo com as dificuldades atuais, a previsão é de aumento do número.
A terra úmida é sinal que o citricultor da fazenda, Valdinei Aparecido Roque, também depende da irrigação para produzir. Além disso, ele usa a técnica de indução da florada para produzir na entressafra.
Nos pés, é possível notar a florada e o início de formação da fruta, o que não é comum nessa época do ano. Também é feito o beneficiamento do limão e, aliás, o segundo semestre é o melhor para os preços no mercado nacional.
A caixa, com 27 quilos, que em meses anteriores não passava de R$ 30, agora pode chegar a R$ 100. Do que é colhido, a maior parte fica no Brasil, mas 20% é exportado. A ideia é apostar, ainda mais no mercado internacional.
Veja a reportagem exibida no programa em 14/07/2024:
Estiagem atrapalha produção de limão taiti
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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Economia

Governo propõe aumentar limite do MEI para R$ 140 mil e ampliar contratação de funcionários

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Simples Nacional.
Simples Nacional/Divulgação
Um projeto de lei complementar enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (29) propõe ampliar o limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI) e permitir a contratação de até dois funcionários.
A proposta prevê um reajuste progressivo do teto, que hoje é de R$ 81 mil por ano. Pelo texto, o limite passará para R$ 110 mil em 2027 e chegará a R$ 140 mil em 2028. A medida atinge mais de 13 milhões de microempreendedores registrados no país.
Agora no g1
O projeto foi entregue ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e faz parte de uma articulação do governo federal para atualizar as regras do regime simplificado.
Atualmente, o teto do MEI não é reajustado desde 2018. Segundo o governo, a defasagem acumulada ao longo dos anos — causada pela inflação e pelo aumento natural das receitas — tem dificultado a permanência de empreendedores na categoria.
A proposta busca justamente evitar que pequenos negócios precisem migrar para regimes tributários mais complexos à medida que crescem. Com o novo modelo, a ideia é permitir que os empreendedores ampliem suas atividades sem sair da formalização.
Além do aumento do teto, o projeto também altera as regras de contratação. Hoje, o MEI pode ter apenas um funcionário. Com a mudança, será possível contratar até dois empregados, o que, na avaliação do governo, deve dar mais flexibilidade à organização dos negócios e estimular a geração de empregos formais.
O ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, afirmou que a iniciativa tem caráter estratégico para a economia.
“Esse conjunto de medidas foi construído para remover obstáculos, ampliar oportunidades e dar condições para que milhões de empreendedores possam crescer, contratar e prosperar”, disse.
A proposta foi elaborada em conjunto com os ministérios da Fazenda, do Planejamento e Orçamento e da Gestão e Inovação em Serviços Públicos.
Agora, o texto começa a tramitar no Congresso e ainda precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado antes de entrar em vigor.
Simples Nacional
Criado em 2006, o Simples Nacional tem por objetivo de estimular as pequenas empresas. O regime especial consiste na unificação de alguns tributos com alíquota mais favoráveis para o empreendedor.
A reforma tributária sobre o consumo, aprovada em 2023, não alterou os limites de enquadramento das empresas do Simples e do MEI.
Atualmente, podem aderir ao Simples:
microempreendedor individual que fatura até R$ 81 mil por ano;
transportador autônomo de cargas que fatura até R$ 251,6 mil por ano;
microempresas com até R$ 360 mil por ano; e
empresas de pequeno porte com até R$ 4,8 milhões anuais.
De acordo com estimativas da Receita Federal, o governo vai deixar de arrecadar R$ 136 bilhões em 2026 com o Simples Nacional.

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