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Política

Congresso entra de folga com reforma tributária e disputa pelas sucessões de Lira e Pacheco no horizonte

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Congresso ficará esvaziado e votações paralisadas, mas os prazos das medidas provisórias e urgências constitucionais continuará contando. Sucessão na Câmara permanece incógnita. A partir desta semana, deputados e senadores devem começar esvaziar os corredores do Congresso Nacional em Brasília para aproveitar um “recesso informal”.
Nesse período, que deve durar até o fim do mês, ficarão paralisadas as votações de projetos importantes, como a regulamentação da reforma tributária.
Outras demandas políticas, no entanto, devem continuar a todo vapor: é o caso das campanhas municipais e da “pré-campanha” pelas presidências da Câmara e do Senado (entenda mais abaixo).
📆 Pela Constituição, os parlamentares têm direito a dois recessos formais ao longo do ano:
entre 23 de dezembro e 1º de fevereiro;
e entre 18 e 31 de julho — condicionado à aprovação conjunta do Congresso do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) — que orienta o Orçamento do ano seguinte.
Com frequência, nos últimos anos, o Congresso tem desrespeitado o pré-requisito para o recesso do meio do ano. Por isso, neste ano, será um recesso informal: nenhuma sessão é convocada, ninguém comparece, e tudo volta ao normal no começo de agosto.
Desde 1989, o Congresso deixou de aprovar a LDO no prazo estabelecido pela Constituição em dez ocasiões. Esta será a 11ª vez. Lideranças do Planalto já avaliam que, com otimismo, o texto somente deverá ser votado em setembro.
Prazos continuam contando
Sem a aprovação das diretrizes do Orçamento do ano que vem, os parlamentares não poderão contar com uma das vantagens do recesso oficial: a suspensão dos prazos regimentais.
⏳Ou seja: o cronômetro das medidas provisórias e das urgências constitucionais enviadas pelo presidente Lula seguirá rodando.
Isso afetará, entre outros temas, a regulamentação da reforma tributária. O assunto ainda está sob urgência constitucional, que prevê um prazo para que as Casas votem um projeto sob pena de trancar a pauta.
Câmara conclui aprovação da regulamentação da reforma tributária
Recesso já começa na segunda
Segundo lideranças da Câmara, a Casa será a primeira a se despedir dos trabalhos. Por acordo, não deverá haver sessões já a partir de segunda-feira (15) e haverá um calendário pré-definido de sessões entre agosto e setembro a fim de conciliar os trabalhos e os compromissos de deputados nas eleições municipais.
Antes das férias, somente o Conselho de Ética da Casa deverá ter agenda. Entre segunda (15) e terça (16), o órgão deverá ouvir novas testemunhas do processo que pode levar à cassação de Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), acusado de ser o mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018.
O Senado, por outro lado, ainda tentará avançar em propostas às vésperas do recesso informal.
Com sessões semipresenciais entre terça (16) e quarta-feira (17), os senadores poderão apreciar um projeto que autoriza o uso do vale-cultura em eventos esportivos; projeto que cria um programa de incentivo a produção de semicondutores; e a proposta que mantém a desoneração da folha de pagamentos de setores da economia e pequenos municípios.
Diversos outros assuntos pendentes e elencados pelos presidentes das duas Casas — deputado Arthur Lira (PP-AL) e senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) — como prioritários para este ano devem ficar somente para depois de agosto.
Estão nessa lista, por exemplo, a segunda parte da regulamentação da reforma tributária e o projeto que cria regras para a inteligência artificial no Brasil.
Plenário da Câmara dos Deputados esvaziado durante votação
Kevin Lima/g1
Calendário especial para eleições
A retomada dos trabalhos no Congresso deve ocorrer somente a partir da segunda semana de agosto — em meio ao início da campanha eleitoral, marcado para o dia 16.
Com pressão dos parlamentares para que os trabalhos legislativos não atrapalhem os compromissos de campanha, Câmara e Senado já definiram um calendário prévio de sessões.
Do lado dos deputados, em reunião na última semana, os líderes definiram que, entre agosto e setembro, somente haverá votações:
📆entre 12 e 14 de agosto
📆 entre 26 e 28 de agosto
📆 e entre 9 e 11 de setembro
No Senado, as lideranças deixaram o encontro da última quinta (11) com um indicativo de que, em agosto, haverá sessões deliberativas presenciais somente entre os dias 6 e 7; e 13 e 14.
Sucessões no Congresso
Além dos compromissos nas eleições municipais, também a partir de agosto, as atenções dos congressistas passarão a estar voltadas à disputa pelas sucessões de Lira e Pacheco nos comandos da Câmara e do Senado.
Arthur Lira e Rodrigo Pacheco vão se despedir dos cargos no início de 2025, com a eleição de novos presidentes para as duas Casas.
Os senadores enfrentam um cenário mais pacificado. Ex-presidente da Casa, fiador da eleição de Pacheco à presidência e atual comandante da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o senador Davi Alcolumbre (União-AP) é quase uma unanimidade entre os colegas.
De esquerda à direita, senadores declaram apoio a Alcolumbre e não veem chance de outro candidato sair vitorioso. Apesar disso, as senadoras Soraya Thronicke (Podemos-MS) e Eliziane Gama (PSD-MA) mantêm posições de que se lançarão à disputa.
Se de um lado há calmaria, do outro as articulações estarão apenas começando. A Câmara reúne cinco principais pré-candidatos à cadeira de Lira e deverá assistir à consolidação de candidaturas ao longo de agosto.
A principal expectativa está em torno do anúncio do atual presidente da Casa sobre a escolha do seu candidato à sucessão.
Deputada Bia Kicis (PL – DF) e presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP – AL), durante a sessão desta terça-feira (16).
Zeca Ribeiro/Câmara
Lideranças avaliam que o espólio de Arthur Lira pode auxiliar e impactar significativamente no resultado da disputa. Bem relacionado com todas as siglas e deputados de alto e baixo escalão, Lira se reelegeu com a maior votação da história da Casa (464 votos).
Aliados de Lira sempre apontaram que há, por parte do deputado alagoano, uma predileção a Elmar Nascimento (União-BA).
Nos últimos meses, porém, afirmam que o atual presidente deu sinalizações de que ainda não há decisão fechada — o que pode beneficiar um dos outros dois nomes que lideram as menções entre deputados: Marcos Pereira (Republicanos-SP) e Antonio Brito (PSD-BA).
Arthur Lira tem afirmado que deverá anunciar o seu candidato à disputa pela presidência da Câmara somente em agosto.
Leia também: Sucessão de Lira está indefinida, e presidente da Câmara busca o aliado com maiores chances; veja concorrentes
Senado
Antes das férias, os líderes do Senado sinalizaram que poderão constar da pauta do plenário Casa ao menos três projetos:
proposta que autoriza o uso do vale-cultura em eventos esportivos;
projeto que mantém, em 2024, a desoneração da folha de pagamentos de setores da economia e pequenos municípios – que ainda depende de acordo entre o governo e o Senado;
projeto que cria um programa de incentivo à produção de semicondutores no Brasil — que pode ser levado diretamente ao plenário na próxima semana;
e propostas de apoio ao Rio Grande do Sul também poderão ser incluídas.
A Casa começará a trabalhar, a partir de agosto, na primeira proposta de regulamentação da reforma tributária. Até esta sexta (12), o texto, que já foi aprovado pela Câmara, ainda não havia sido enviado aos senadores.
Câmara começa a detalhar como vai funcionar a reforma tributária; entenda o que foi aprovado
O presidente Rodrigo Pacheco já decidiu que a relatoria no Senado caberá a Eduardo Braga (MDB-AM).
Por enquanto, a proposta está em urgência constitucional — pedida pelo presidente Lula e que determina que o Senado terá até 45 dias para analisar o texto, sob pena de trancar a pauta da Casa.
A contagem do prazo, que não será interrompida por causa do recesso informal, começará a contar assim que o projeto chegar à Casa. Mas líderes já pediram a Pacheco que leve a Lula o desejo de retirada da urgência.
Lula e Pacheco
Reprodução
Já em agosto, os líderes fecharam indicativo de que poderá ser analisada a proposta que cria um novo programa de financiamento da dívida dos estados com a União. Apresentado por Pacheco, o texto seria votado inicialmente ao longo dos próximos dias. Deverá, porém, ficar para as sessões pré-definidas do próximo mês. A relatoria será de Davi Alcolumbre.
Poderá voltar à pauta da Casa no mês que vem a proposta que regulamenta o mercado de crédito de carbono, que passa por uma série de discussões entre Câmara e Senado para encontrar um texto comum.
Segundo o líder do PL, senador Carlos Portinho (RJ), em agosto, também deverá ser votada a Proposta de Emenda à Constituição que pode aliviar contas de prefeituras. O texto é relatado por Portinho, que ainda negocia mudanças junto ao Ministério da Fazenda.
Temas que concentraram atenções na Casa também devem avançar ao longo de agosto.
Segundo uma lista feita pelos líderes na última quinta, o plenário do Senado deve receber, no próximo mês, uma sessão para debater a proposta que libera os jogos de azar e autoriza cassinos, bingos e jogo do bicho no Brasil.
Câmara aprova apostas on-line e retoma taxação de cassinos virtuais. Projeto vai a sanção
Com resistência entre parlamentares conservadores, depois da sessão, a proposta poderá entrar no radar de votações da Casa.
Também deve avançar o projeto que libera a venda de cigarros eletrônicos — os “vapes”. O texto pode ser votado pela Comissão de Assuntos Econômicos no dia 20.
Nos últimos meses de 2024, o Senado poderá, ainda, levar à votação:
proposta que regulamenta o uso da inteligência artificial no país;
proposta que acaba com a reeleição;
proposta que cria um novo Código Eleitoral.
Líderes da Casa avaliam que, ao longo dos meses, poderá entrar no radar também a PEC que pode perdoar multas de partidos por cota para negros e em prestações de contas. Para senadores, porém, ainda não é o “momento” para analisar o texto.
Câmara
Sem votações a partir de segunda, a Câmara deve retornar em agosto com a análise do segundo projeto de regulamentação da reforma tributária. A poucos meses de deixar a presidência da Casa, Lira tem encarado a conclusão da reforma como o marco de sua gestão.
Com o empenho pessoal de Lira, a Câmara aprovou, na última semana, o projeto que define as regras e os guias para as cobranças dos novos impostos criados pela reforma (IBS, CBS e Imposto Seletivo).
O segundo texto não deve enfrentar resistência, mas ainda poderá sofrer alterações até a votação. O projeto trata do funcionamento da gestão compartilhada do imposto sobre consumo que será de competência dos estados e municípios — o IBS.
Outro tema que pode voltar ao radar da Casa ao longo de agosto e setembro é a discussão da proposta que regula as redes sociais. O presidente Arthur Lira criou um grupo de trabalho para analisar o texto em junho, mas o colegiado ainda não se reuniu. Segundo membros do grupo, os debates devem começar somente ao longo do último quadrimestre do ano.
Deputados também avaliam que, nos próximos meses, também pode ser discutida a proposta que equipara aborto após a 22ª semana a homicídio. Lira anunciou que o projeto, rechaçado por diversos setores da sociedade, voltaria à pauta da Casa no segundo semestre, depois de discutido por uma comissão representativa.
‘Insanidade’, diz presidente Lula sobre PL que quer equiparar aborto a homicídio
A oposição na Casa tenta emplacar, a partir de agosto, dois temas prioritários:
projeto que anistia vândalos condenados pelos ataques golpistas de 8 de janeiro — deverá ser votado pela Comissão de Constituição e Justiça;
PEC que criminaliza o porte e a posse de qualquer tipo e quantidade de droga.
Também há expectativa de avanço no processo que pode levar à cassação de Chiquinho Brazão, acusado de ser o mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco. O procedimento é analisado pelo Conselho de Ética.
Segundo membros do órgão, a previsão é que a votação do relatório final ocorra em setembro. Depois disso, se houver recomendação pela perda do mandato de Brazão, caberá ao plenário principal da Casa referendar.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
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O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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