Política
Eleições 2024 no Rio de Janeiro: Eduardo Paes tem 49%; Ramagem tem 13% e Tarcísio Motta 7%, diz Quaest
A pesquisa entrevistou 1.104 eleitores de 16 anos ou mais, presencialmente, no Rio de Janeiro, de 19 e 22 de julho. A margem de erro é de 3 pontos percentuais. A pesquisa foi registrada junto à Justiça Eleitoral e protocolada sob o número RJ-03444/2024. Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (24) com as intenções de voto para a Prefeitura do Rio de Janeiro mostra que Eduardo Paes (PSD) aparece na frente entre 10 pré-candidatos, com 49% das intenções de voto. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou menos.
Na sequência, vêm Alexandre Ramagem (PL), que vai usar Delegado Ramagem como nome de urna, e Tarcísio Motta (PSOL), com 13% e 7%, respectivamente. Considerando a margem de erro, Ramagem e Tarcísio estão tecnicamente empatados no limite da margem.
Esses números se referem a um cenário estimulado, em que são apresentadas opções para o entrevistado.
Depois dos 3, aparecem na pesquisa Cyro Garcia (PSTU), com 3% das intenções, Rodrigo Amorim (União Brasil) com 3%; Juliete Pantoja (UP), com 2%; Marcelo Queiroz (PP), com 2%.
Todos estão tecnicamente empatados com Tarcísio, já que suas intenções de voto variam até 4%, em caso de margem para baixo dos 7% que ele obteve na pesquisa.
Completam a lista Carol Sponza (NOVO), com 1%; Dani Balbi (PCdoB) com 1% e Henrique Simonard com 0%. A candidata Dani Balbi consta na pesquisa, mas o partido já anunciou que vai apoiar o candidato Eduardo Paes.
Outros 4% dos entrevistados disseram que estão indecisos e 15% afirmaram que votarão em branco, nulo ou não pretendem votar.
Sede da prefeitura do Rio na Cidade Nova, Centro da cidade
Reprodução
A pesquisa entrevistou 1.104 eleitores de 16 anos ou mais, presencialmente, no Rio de Janeiro, entre os dias 19 e 22 de julho. A pesquisa foi registrada junto à Justiça Eleitoral e protocolada sob o número RJ-03444/2024. A pesquisa foi encomendada pela Rádio Tupi.
Intenção de voto para Prefeito do Rio (estimulada, 1º turno)
Eduardo Paes (PSD) – 49%
Delegado Ramagem (PL) – 13%
Tarcísio Motta (PSOL) – 7%
Cyro Garcia (PSTU) – 3%
Rodrigo Amorim (União) – 3%
Juliete Pantoja (UP) – 2%
Marcelo Queiroz (PP) – 2%
Carol Sponza (NOVO) – 1%
Dani Balbi (PCdoB) – 1%
Henrique Simonard – 0%
Indeciso – 4%
Branco/Nulo/Não iria votar – 15%
Escolaridade
A pesquisa também mostrou as intenções de voto dos entrevistados de acordo com a escolaridade. Confira no gráfico abaixo:
Faixa etária
A pesquisa também mostrou as intenções de voto dos entrevistados de acordo com a faixa etária. Confira no gráfico abaixo:
Religião
A pesquisa também mostrou as intenções de voto dos entrevistados de acordo com a religião. Confira no gráfico abaixo:
Sexo
A pesquisa também mostrou as intenções de voto dos entrevistados de acordo com o sexo. Confira no gráfico abaixo:
Identificação étnico-racial
A pesquisa também mostrou as intenções de voto dos entrevistados de acordo com a identificação étnico-racial. Confira no gráfico abaixo:
Renda domiciliar
A pesquisa também mostrou as intenções de voto dos entrevistados de acordo com a renda domiciliar. Confira no gráfico abaixo:
Intenção de voto para presidente
A pesquisa também perguntou para os entrevistados em quem eles votaram para presidente nas eleições de 2022. Confira no gráfico abaixo:
Cenário II – Primeiro turno
A pesquisa também perguntou as preferências dos eleitores na eleição de 2024 para prefeito do Rio em um cenário com apenas 5 candidatos. Nesse cenário, Paes ficou em primeiro com 52% dos votos, seguido pelo Delegado Ramagem, com 14%; Tarcísio Motta, com 10%; Rodrigo Amorim, com 3% e Marcelo Queiroz, com 2%. 4% dos entrevistados se disseram indecisos e 15% afirmaram que votarão branco, nulo ou não iriam votar.
Eduardo Paes (PSD) – 52%
Delegado Ramagem (PL) – 14%
Tarcísio Motta (PSOL) – 10%
Rodrigo Amorim (União) – 3%
Marcelo Queiroz (PP) – 2%
Indeciso – 4%
Branco/Nulo/Não pretende votar – 15%
Também nesse cenário, com o mesmo número de candidatos, foi possível calcular a evolução em relação a última pesquisa Quaest, feita em junho. Paes oscilou 1 ponto percentual para cima; Delegado Ramagem 3 pontos percentuais para cima; Tarcísio Motta 2 pontos percentuais para cima e Rodrigo Amorim oscilou 1 ponto percentual para baixo. Marcelo Queiroz permaneceu com o mesmo percentual.
2º turno (estimulada)
Cenário I- Paes x Delegado Ramagem
A pesquisa também perguntou os entrevistados sobre cenários de um possível segundo turno. Na simulação entre Paes e o Delegado Ramagem, o atual prefeito obteve 62% das intenções de voto, contra 25% de Ramagem; 2% se disseram indecisos, enquanto 11% disseram que pretendem votar branco/nulo ou não pretendem ir votar.
Eduardo Paes (PSD) – 62%
Delegado Ramagem (PL) – 25%
Indeciso – 2%
Branco/Nulo/Não pretende ir votar – 11%
Cenário 2 – Paes x Tarcísio Motta
Entre Paes e Tarcísio, a pesquisa indicou que o atual prefeito teria 57% dos votos, contra 24% do candidato do PSOL.
Eduardo Paes (PSD) – 57%
Tarcísio Motta (PSOL) – 24%
Indeciso – 2%
Branco/Nulo/Não pretende ir votar – 17%
Cenário 3 – Delegado Ramagem x Tarcísio Motta
Já uma disputa entre o Delegado Ramagem e Tarcísio Motta, segundo a pesquisa, terminaria empatada, com 32% para cada um dos candidatos.
Delegado Ramagem (PL) – 32%
Tarcísio Motta (PSOL) – 32%
Indeciso – 1%
Branco/Nulo/Não pretende ir votar – 35%
Espontânea
No levantamento espontâneo, quando o entrevistado não vê a lista de candidatos, Eduardo Paes tem 22% das intenções de voto, enquanto Delegado Ramagem tem 5% e todos os outros pré-candidatos juntos têm 1% das intenções de voto; 70% dos entrevistados se disseram indecisos e 2% falaram que vão votar branco, nulo ou não pretendem ir votar.
Indecisos – 70%
Eduardo Paes (PSD) – 22%
Delegado Ramagem (PL) – 5%
Branco/Nulo/Não pretende ir votar – 2%
Outro – 1%
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
-
Mato Grosso do Sul4 anos agoEXPOGRANDE SEM SHOWS DE ARTISTAS REGIONAIS. VOCÊ CONCORDA?
-
Política4 anos ago
Mercado financeiro eleva estimativa de crescimento do PIB de 2023 para 0,85%
-
Ciência e Saúde4 anos ago
Sono irregular aumenta o risco de aterosclerose e doença cardiovascular
-
Ciência e Saúde4 anos ago
A melhor hora para criar músculos é agora!
-
Economia4 anos ago
Reforma tributária: Fazenda defende ‘mínimo possível de exceções’ ao novo imposto sobre consumo
-
Economia4 anos ago
Ibovespa opera em queda, com plano de crescimento da China e âncora fiscal em foco
-
Economia4 anos ago
Centro-oeste de SP inicia semana com quase 500 vagas de emprego; veja como se candidatar
-
Política4 anos agoJoias para Michelle: fatos revelam ‘procedimento padronizado e conduta exemplar’ de auditor, diz Sindifisco


