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Política

Como estão as corridas eleitorais em BH, Campo Grande, Manaus, Rio e SP segundo a Quaest

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Em Manaus e no Rio, prefeitos David Almeida (partido) e Eduardo Paes (PSD), lideram isolados, assim como o apresentador Mauro Tramonte (partido) em BH e a ex-deputada federal Rose Modesto (União Brasil) em Campo Grande. Em SP, há empate triplo entre o prefeito Ricardo Nunes (MDB), o deputado Guilherme Boulos (PSOL) e o apresentador José Luiz Datena (PSDB). A Quaest divulgou em julho pesquisas de intenção de voto para as prefeituras de 5 capitais: Belo Horizonte, Campo Grande, Manaus, Rio de Janeiro e São Paulo.
Todas as pesquisas, exceto a de Manaus, foram encomendadas pela Genial Investimentos
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🎙️g1 entrevista candidatos às prefeituras de SP e Rio a partir de segunda (5)
A influência de Lula e Bolsonaro nas eleições de 5 capitais, segundo a Quaest
Em cada a cidade, a Quaest fez pesquisas considerando vários cenários. Naqueles em que há o maior número de candidatos, a situação é a seguinte:
São Paulo: há empate técnico triplo na liderança entre o prefeito Ricardo Nunes (MDB), o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL) e o apresentador José Luiz Datena (PSDB) no 1º turno. No 2º turno, Nunes vence em todos os cenários nos quais aparece;
Rio de Janeiro: o prefeito Eduardo Paes (PSD) lidera com 49% das intenções de voto; no segundo lugar, empatados tecnicamente, estão o deputado federal Delegado Ramagem (PL) e o vereador Tarcísio Motta (PSOL); no 2º turno, Paes vence tanto Ramagem quanto Motta;
Belo Horizonte: O apresentador Mauro Tramonte (Republicanos) lidera com 25%, e 6 candidatos estão tecnicamente empatados na 2ª posição. Tramonte vence todos os cenários de 2º turno nos quais é citado;
Campo Grande: A ex-deputada federal Rose Modesto (União) lidera com 34%; em segundo, estão empatados tecnicamente o deputado Beto Pereira (PSDB) e a prefeita Adriane Lopes (PP). Rose venceria os dois adversários em eventuais disputas no 2º turno; numa disputa entre Adriane e Beto Pereira, há empate técnico;
Manaus: O prefeito David Almeida (Avante) lidera com 33%; em segundo, está o deputado federal Amom Mandel (Cidadania), com 22%. Almeida vence em todos os cenários nos quais aparece em um potencial 2º turno.
São Paulo
A pesquisa foi feita entre 25 e 28 de julho e divulgada na terça-feira (30). A margem de erro é de 3 pontos para mais ou para menos.
1º turno
Na primeira colocação, há um empate técnico entre o atual prefeito, Ricardo Nunes (MDB), com 20%, o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL) e o apresentador José Luiz Datena (PSDB), ambos com 19%.

2º turno
Nas hipóteses de 2º turno, o atual prefeito, Ricardo Nunes, vence em todos os 3 cenários apresentados aos eleitores (contra Boulos, o coach Pablo Marçal e a deputada federal Tabata Amaral). A Quaest não incluiu nesta pesquisa uma eventual disputa entre Nunes e Datena.
Num 2º turno entre Boulos e Marçal, há empate técnico.

Rio de Janeiro
A pesquisa foi feita entre 19 e 22 de julho e divulgada em 24 de julho. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.
1º turno
Atual prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), lidera a corrida, com 49% das intenções de voto. Na sequência vêm os deputados federais Delegado Ramagem (PL), com 13%, e Tarcísio Mota (PSOL), com 7%, empatados tecnicamente no limite da margem de erro, que é de 3 pontos.

Na pesquisa anterior, feito em junho, a Quaest não fez o levantamento desse cenário.
2º turno
Eduardo Paes venceria tanto Ramagem quanto Motta em um eventual 2º turno para a prefeitura do Rio. Num cenário de disputa entre Ramagem e Mota, o candidato do PL tem 32% das intenções de voto – um empate técnico com os 35% de brancos e nulos e acima dos 24% do postulante do PSOL.
Os votos brancos e nulos não anulam uma eleição. Então, nesse cenário a pesquisa Quaest indica uma vitória de Ramagem.

Belo Horizonte
A pesquisa foi feita entre 10 e 14 de julho e divulgada em 16 de julho. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.
1º turno
O deputado estadual Mauro Tramonte (Republicanos) lidera as intenções de voto, com 25%.
Há um empate técnico entre seis candidatos no segundo lugar: o deputado estadual Bruno Engler (PL) tem 12%, o ex-deputado João Leite (PSDB), 11%. O atual prefeito, Fuad Nomam (PSD), e a deputada federal Duda Salabert (PDT) somam 9%, já Carlos Viana (Republicanos) tem 8% e Rogério Correia (PT) tem 7%.

2º turno
Tramonte vence a eleição nos 3 cenários simulados de 2º turno. Os demais candidatos estão tecnicamente empatados caso disputem entre si.

Campo Grande
A pesquisa foi feita entre 24 e 27 de julho e divulgada na terça-feira (30). A margem de erro é de 3 pontos.
1º turno
A ex-deputada federal Rose Modesto (União Brasil) lidera com 34% das intenções de voto. A atual prefeita, Adriane Lopes (PP) aparece na 2ª posição, empatada com o deputado federal Beto Pereira (PSDB), ambos com 15%.

2º turno
Rose Modesto venceria as disputas com Adriane Lopes ou Beto Pereira em um eventual 2º turno, segundo a Quaest. Já uma possível disputa entre Adriane e Beto , há empate técnico.

Manaus
A pesquisa foi feita entre 24 e 27 de julho e divulgada nesta quinta-feira (1). A margem de erro é de 3,1 pontos para mais ou para menos.
1º turno
O atual prefeito, David Almeida (Avante), lidera a corrida eleitoral com 33%, seguido pelo deputado federal Amom Mandel (Cidadania), com 22%. Há três candidatos empatados na 3ª colocação, conforme a margem de erro de 3 pontos.

2º turno
A pesquisa também perguntou aos entrevistados sobre as intenções de votos em alguns cenários de 2º turno. O prefeito lidera em todos os 4 cenários no quais aparece.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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