Economia
Lista das maiores empresas do mundo da revista ‘Fortune’ tem 9 brasileiras; saiba quais
Ranking contempla as 500 maiores companhias do planeta. A brasileira melhor colocada é a Petrobras, na 99ª posição. Petrobras perde R$ 55 bilhões em valor de mercado após decisão de não pagar dividendos extraordinários aos acionistas
Jornal Nacional/ Reprodução
Nove empresas brasileiras estão na lista das 500 maiores companhias do mundo, segundo o ranking anual da revista “Fortune”. A melhor posicionada neste ano é a Petrobras, na 99ª colocação, com receita de US$ 102,4 bilhões e lucro de US$ 24,8 bilhões.
A petroleira perdeu 28 posições em relação ao ano passado, quando estava no 71º lugar. A empresa líder do ranking há 11 anos é o Walmart, com receita de US$ 648 bilhões e lucro de US$ 15 bilhões.
“As corporações em nossa lista anual das 500 maiores empresas do mundo registraram receitas agregadas quase estáveis, mas ainda recordes, de US$ 41 trilhões em 2023, com um aumento anual de 0,1%”, diz a Fortune.
Além de melhor colocada, a Petrobras é a empresa brasileira que mais marcou presença na história da lista, ao lado do Banco do Brasil. Ambas figuraram por 30 anos entre as maiores do planeta.
Nesta edição, a segunda brasileira melhor posicionada é a JBS, no 176º lugar, com US$ 72,8 bilhões em receitas. Em seguida, estão o Itaú Unibanco (189º), com receita de US$ 68,4 bilhões, e o Banco do Brasil (217º), com receita de US$ 63,3 bilhões.
Veja abaixo as 9 companhias brasileiras melhores colocadas:
Petrobras: 99ª posição, com receita de US$ 102,4 bilhões
JBS: 176ª posição, com receita de US$ 72,8 bilhões
Itaú Unibanco: 189ª posição, com receita de US$ 68,4 bilhões
Banco do Brasil: 217ª posição, com receita de 63,3 bilhões
Bradesco: 252ª posição, com receita de 56,4 bilhões
Caixa Econômica Federal: 334ª posição, com receita de US$ 45,7 bilhões
Raízen: 345ª posição, com receita de US$ 44,6 bilhões
Vale: 363ª posição, com receita de US$ 41,7 bilhões
Vibra Energia: 493ª posição, com receita de US$ 32,6 bilhões
Metodologia
A publicação anual da revista “Fortune” classifica as empresas pelas receitas totais dos respectivos exercícios fiscais encerrados até 31 de março de 2024.
Segundo a publicação, os números das receitas incluem subsidiárias consolidadas e receitas reportadas de operações descontinuadas, mas excluem impostos especiais de consumo.
“Pela primeira vez desde 2018, a presença dos EUA (139 empresas) na Fortune Global 500 superou a da China (133 empresas). As empresas dos EUA geraram US$ 13,8 trilhões em receitas agregadas, um aumento de 6% em relação ao ano passado”, diz a publicação.
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Economia
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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