Economia
Bajaj Dominar 250 chega ao Brasil por R$ 22,5 mil, para rivalizar com Twister e Fazer
Moto é uma street com pouca carenagem, traz motor de 250 cilindradas, painel digital chega com maior potência que as rivais japonesas Bajaj Dominar 250
divulgação/Bajaj
A fabricante indiana Bajaj trouxe oficialmente ao Brasil a Dominar 250, moto street e irmã de menor cilindrada da Dominar 400, lançada recentemente no país.
Concorrente direto das populares Twister e Fazer, a moto é o quarto modelo da Bajaj que chega ao Brasil e entra em um patamar de preço mais agressivo para quem busca um veículo com mais potência para o cotidiano, permitindo até viagens curtas na estrada.
Olhando para a Dominar 250, o modelo traz motor de 250 cilindradas, com ficha técnica apontando 248,77 cm³ em capacidade cúbica, gerando 27 cv de potência em 8.400 giros. O torque é listado em 2,39 kgfm, o motor trabalha com apoio de partida elétrica e utiliza apenas gasolina como combustível, em tanque de 13 litros.
O câmbio é de seis marchas com embreagem assistida e deslizante, freios ABS e toda iluminação é feita por LEDs. O painel de instrumentos é digital e o peso em ordem de marcha da Dominar 250 é de 180 quilos.
No Brasil, ao menos por enquanto, a Dominar 250 chega nas cores preta e vermelha, com possibilidade de tons em amarelo no futuro. O preço da moto é de R$ 22,5 mil e no Brasil os maiores concorrentes são a CB300F Twister da Honda e Fazer 250 da Yamaha.
Comparando com as concorrentes, a moto da Bajaj está em um posicionamento muito próximo das duas rivais, mas oferece maior potência e torque. A Honda CB300F Twister é vendida oficialmente no país por R$ 22.370 e a Yamaha Fazer 250 é encontrada por R$ 22.990.
Olhando para o futuro, a Bajaj promete lançar mais duas motos nos próximos três meses. A companhia não detalhou quais serão, mas Waldyr Ferreira, diretor da Bajaj do país, comentou que “60% ou 70% do potencial é da família de trail no Brasil”.
Bajaj aumenta meta de fabricação no Brasil
Fábrica da Bajaj em Manaus (AM)
Divulgação
A Bajaj chegou ao Brasil em 2022 e já tem fábrica no país, em Manaus (AM). A inauguração foi recente, em junho deste ano e lá a companhia indiana monta todos os modelos lançados no país.
Na inauguração, a empresa traçou meta de 1,5 mil motos fabricadas por ano e chegar em 9 mil veículos até o final de 2024. Durante o lançamento da Dominar 250, a companhia aumentou a projeção e quer chegar em dezembro com 12 mil unidades montadas.
A fabricação continua em regime CKD. Nele a moto é importada totalmente desmontada e a Bajaj apenas junta as peças e faz ajustes finais para entregar um modelo mais alinhado com o Brasil.
Nos primeiros 45 dias de unidade fabril em Manaus (AM), já trabalhando com todos os modelos comercializados pela Bajaj no Brasil, a empresa comentou ter fabricado as primeiras 1 mil motos.
Em lojas, a fabricante tem 22 concessionárias já em funcionamento no Brasil e elas estão espalhadas nos estados de São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Amapá, Alagoas e Pernambuco, além do Distrito Federal. Até o final do ano a companhia planeja aumentar este número para 34, entrando em mais locais com foco nas regiões do nordeste e do sul.
Publicação em desenvolvimento…
Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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