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Política

CGU: Sem recursos, ICMBio falha na fiscalização de unidades de conservação concedidas

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Período entre 2020 e 2022 viu um corte de mais da metade do orçamento para ações de gestão de parques nacionais. Auditores veem riscos de prejuízos aos cofres públicos. Um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) apontou falta de recursos e falhas na fiscalização pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) de unidades de conservação (UCs) concedidas à iniciativa privada.
Uma das unidades concedidas é o Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Parque Nacional da Tijuca / Reprodução
A análise foi realizada ao longo de 2023 nos serviços e documentos das 8 unidades de conservação e 2 florestas nacionais geridas por empresas concessionárias. O documento com as conclusões foi tornado público nesta terça-feira (17).
Entre os problemas identificados pelos auditores estão a falta de “recursos organizacionais suficientes para gerir e fiscalizar os contratos de concessão, em decorrência, sobretudo, de falhas de planejamento para provisão dos recursos humanos, físicos, financeiros e administrativos” e a constação de que “o ICMBio, de modo geral, não está monitorando e avaliando, de forma sistemática, os impactos ambientais causados pela visitação pública.”
A auditoria analisou a situação das seguintes UCs e florestas nacionais:
Parque Nacional da Tijuca (RJ)
Parque Nacional do Pau Brasil (BA)
Parque Nacional de Itatiaia (RJ)
Parque Nacional de Aparados da Serra (RS)
Parque Nacional da Serra Geral (RS)
Parque Nacional do Iguaçu (PR)
Parque Nacional de Fernando de Noronha (PE)
Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (GO)
Floresta Nacional de Canela (RS)
Floresta Nacional de São Francisco de Paula (RS)
Em nota, o ICMBio disse que o propósito de conservação da biodiversidade, em especial das UCs “é dificultado pelo sucessivo enfraquecimento dos órgãos ambientais, o que inclui o déficit de recursos humanos e financeiros” e que “tal enfraquecimento foi recepcionado pela atual gestão, que vem empreendendo esforços para equacionar estes problemas.”
O ICMBio admitiu que “a estrutura de recursos organizacionais ainda é insuficiente”, mas disse que alguns dos problemas apontados pela CGU foram solucionados ao longo da auditoria e que as regras para gestão dos contratos de concessão foi atualizada.
(a íntegra da manifestação do órgão está no fim desta reportagem)
Orçamento cortado em mais da metade
Um dos aspectos destacados pelos auditores é a redução de recursos no orçamento do ICMBio para a gestão e implementação das unidades de conservação entre 2020 e 2022.
No período de três anos anteriores, entre 2017 e 2019, o instituto gastou em média R$ 468,1 milhões por ano com as ações. Nos três anos seguintes, esta média caiu para R$ 221,2 milhões, uma redução de 52%.
“A redução na dotação dos recursos, associada ao contingenciamento orçamentário, pode ter impactado negativamente a realização das atividades de fiscalização, tanto no que tange à redução de profissionais especializados de apoio à fiscalização (desligamentos), quanto na diminuição das viagens realizadas pelas CFACs”, diz o documento. CFACs são as Comissões de Fiscalização e Acompanhamento Contratual.
Parque Nacional do Iguaçu foi destacado como exceção à falta de recursos pelos auditores.
Cristian Lara/ Parque Nacional do Iguaçu
A CGU destacou que quase metade dos servidores que atuam na fiscalização avaliam sua carga de trabalho como excessiva e que, de modo geral, há falta de equipamentos como celulares e drones, manutenção de veículos e até de serviços de internet.
A situação encontrada contribuiu, de forma determinante, para as falhas e fragilidades constatadas na gestão, no monitoramento e na fiscalização da execução dos contratos de concessão e compromete a eficiência e a eficácia do Programa de Concessões, diz o relatório.
Fragilidades nos controles de valores a receber
O relatório aponta problemas na burocracia de fiscalização dos contratos que podem estar causando prejuízos aos cofres públicos. Há casos em que aspectos do contrato são analisados apenas com base em informações apresentadas pelas empresas, sem produção de informações pelos fiscais.
Em pelo menos um dos parques, os auditores identificaram fragilidades nos controles de verificação da autenticidade e integridade dos dados financeiros apresentados pelas concessionárias.
Na prática, diz a CGU, isso leva ao risco de recebimento incorreto do valor da outorga variável pelo ICMBio, bem como destinação a menor, pelas concessionárias.
Em outro caso identificado pelos auditores, a concessão de uma bonificação à concessionária estava relacionada às respostas dos visitantes a pesquisas de satisfação.
Mas mesmo que todos os visitantes respondessem com a nota mínima – classificando a estrutura como muito ruim –, a pesquisa não levaria ao pior resultado possível, o que seria positivo para a concessionária.
Para a CGU, as falhas na fiscalização levam a riscos como:
descumprimento das obrigações contratuais pelas concessionárias;
prestação de serviços sem a qualidade esperada pelos visitantes das UCs; e
impactos ambientais prejudiciais decorrentes da visitação não controlada.
Destruição
Algumas das unidades de conservação concedidas e alvos da auditoria têm sofrido com os incêndios florestais que atingem o país. Patrimônio Natural da Humanidade, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, por exemplo, perdeu 9 mil hectares de sua vegetação em 6 dias de fogo.
Fogo atingiu a Chapada dos Veadeiros, em Goiás, por uma semana
Já os focos de fogo no Parque Nacional da Tijuca, que recebeu 4,5 milhões de visitantes no ano passado, foram parcialmente responsáveis pela fumaça que encobriu a região metropolitana da capital fluminense.
Veja abaixo a íntegra da manifestação do ICMBio:
É missão do ICMBio promover a conservação da biodiversidade brasileira,especialmente com foco nas UCs, assim como garantir a promoção da visitação nestas áreas protegidas, conforme A Lei 11516 de 2007.
V – promover e executar, em articulação com os demais órgãos e entidades envolvidos, programas recreacionais, de uso público e de ecoturismo nas unidades de conservação, onde estas atividades sejam permitidas.
O cumprimento destes propósitos é dificultado pelo sucessivo enfraquecimento dos órgãos ambientais, o que inclui o déficit de recursos humanos e financeiros.
Tal enfraquecimento foi recepcionado pela atual gestão, que vem empreendendo esforços para equacionar estes problemas.
Apesar destas fragilidades, o ICMBio entende que deve trabalhar para ampliar e melhorar o acesso e usufruto das UCs através da visitação pública, pois esta é uma das principais estratégias para democratizar os benefícios providos pela conservação da natureza, assim como promover a valorização destes espaços pela sociedade.
Para tanto, uma das formas de se estruturar essa visitação e ofertar serviços de apoio ao visitante é por meio de contratos de concessão.
Hoje o ICMBio conta com 11 contratos de concessão de serviços de apoio à visitação englobando parques nacionais que possuem como característica comum, a visitação consolidada com um perfil diversificado de visitante. Para estes visitantes, há serviços disponíveis como transporte no interior dos parques, lanchonetes, lojas de lembranças entre outros. Há estruturas de passarelas, mirantes, banheiros dentre outras que auxiliam a visita e permanência de públicos com mobilidade reduzida por exemplo.
A gestão de cada contrato é realizada por uma comissão de fiscalização e monitoramento que conta exclusivamente com servidores públicos. Para apoio à essas comissões, o ICMBio conta com suporte de especialistas como economistas, contadores, apoio jurídico entre outros.
A auditoria realizada nos contratos de concessão teve como objetivo avaliar a capacidade institucional do ICMBio para realizar a gestão e a fiscalização desses contratos. O relatório descreve os achados (fragilidades identificadas) e recomendações. Para além disso, o relatório indica boas práticas verificadas no processo de gestão.
Ao longo do processo de auditoria, alguns achados foram sanados como a transparência ativa de documentos e normativas relacionadas aos contratos de concessão conforme é possível verificar no link.
Adicionalmente, o ICMBio publicou o Relatório Anual de Concessões de 2023, que apresenta o acompanhamento e a avaliação dos contratos de concessão vigentes, incluindo informações sobre os serviços prestados, metas alcançadas e impactos gerados nas unidades de conservação e no sistema. Sendo o relatório uma das ferramentas para garantir a prestação de contas à sociedade e o aprimoramento contínuo dos processos de concessão, consolidando as melhores práticas de governança e gestão. O último relatório pode ser acessado aqui.
A normativa de gestão de contratos foi atualizada, prevendo nova estrutura de governança para a gestão de contratos, afastando algumas das fragilidades identificadas, conforme link.
A estrutura de recursos organizacionais ainda é insuficiente para gerir de forma adequada os contratos de concessão, e precisa ser sanada com a alocação de novos servidores a partir de concursos do ICMBio, com vagas autorizadas, preferencialmente para analistas administrativos e ambientais. Já está previsto um concurso para suprir parte deste déficit, conforme link.
Os mecanismos de provisão de recursos financeiros para melhoria na gestão dos contratos estão sendo normatizados em instrumento interno estando este em fase de consulta pública interna para posterior consulta pública externa e publicação.
Todos os contratos contam com pesquisa de satisfação dos visitantes acerca dos serviços prestados que tem indicadoavaliações, predominantemente, entre bom e excelente. Além do olhar do visitante, cada parque nacional conta com o acompanhamento de seus conselhos, em diversos momentos como nas etapas de planejamento da visitação,apresentação de projetos estruturantes e prestação de contas.
Em relação ao monitoramento dos impactos da visitação, o ICMBio conta com Roteiro Metodológico para Manejo dos Impactos da Visitação desde 2011. Além disso, o ICMBio promove capacitações na temática e auxilia os gestores neste monitoramento. Em geral, esta é uma atribuição realizada pelo ICMBio, que foi incorporada em contratos mais novos. Nestes, estamos em fase de padronização de metodologia para que sejam produzidos os devidos relatórios que demonstrem este acompanhamento.
O ICMBio vem buscando o aprimoramento da gestão dos contratos de concessão por confiar que esta é uma ferramenta eficaz na promoção da diversificação de atividades e serviços de apoio à visitação, trazendo mais qualidade na experiência do visitante e atraindo públicos diversos que dependem de uma melhor estruturação em um parque nacional, contribuindo para a democratização de acesso e usufruto das UC.

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Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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