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Política

Veja o que é #FATO ou #FAKE nas declarações de Alexandre Ramagem em entrevista ao RJ1

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Candidato do PL à Prefeitura do Rio falou sobre suas propostas para a cidade Alexandre Ramagem dá entrevista ao RJ1
Reprodução/TV Globo
O RJ1 entrevistou nesta segunda-feira (23) o candidato do PL à Prefeitura do Rio, Alexandre Ramagem.
Foram convidados os cinco candidatos mais bem posicionados nas pesquisas, desde que tenham alcançado 5% ou mais na pesquisa de intenção de voto Datafolha, divulgada no dia 19 de setembro — no caso do Rio, apenas três candidatos atenderam a essas regras.
A ordem e os critérios das entrevistas foram definidos em sorteio, na presença de representantes das candidaturas.
Na terça (24) será a vez do prefeito e candidato à reeleição Eduardo Paes (PSD). Na quarta (25), Tarcísio Motta (PSOL).
Todas as entrevistas ficarão disponíveis na íntegra no Globoplay.
A equipe do Fato ou Fake checou algumas das principais declarações. Leia:
“O Rio de Janeiro tem um terço dos carros de São Paulo”
selo fato
g1
A declaração é #FATO. Veja por quê: Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referentes a 2023, mostram que há 6.237.367 carros na cidade de São Paulo. Já a capital fluminense tem 2.142.102 automóveis nas ruas. No comparativo entre os dois municípios, a quantidade de veículos no Rio corresponde a 34,34% da frota paulistana, isto é, pouco mais de um terço.
Outro levantamento mais recente, realizado no mês passado pelo Ministério dos Transportes, indica praticamente a mesma proporção ao comparar as cidades. De acordo com o estudo da Secretaria Nacional de Transportes, que monitorou os automóveis com placas em todo o país até agosto de 2024, o Rio tem, no momento, 3.190.025 carros. Enquanto isso, foram registrados 9.721.123 veículos em São Paulo. Neste cenário, a frota carioca também equivale a quase um terço da paulista, com 32,82% do total de automóveis que existem em SP.
“A vacina da Covid, todos sabemos, não imuniza e não previne o contágio. As pessoas que se vacinam tem a possibilidade de pegar a doença novamente”
selo fake
g1
A declaração é #FAKE. Veja por quê: De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), as vacinas deram uma contribuição importante para limitar a transmissão do vírus SARS-Cov-2 em todo o mundo. Nenhuma vacina é 100% eficaz na prevenção da doença. Sempre haverá uma pequena porcentagem de pessoas vacinadas que ainda ficarão doentes, segundo a Opas.
Estudo da revista Lancet Infectious Diseases, as vacinas contra a Covid-19 evitaram cerca de 20 milhões de mortes no primeiro ano após sua introdução, em dezembro de 2021, de acordo com estudo publicado pela revista em junho de 2022. O levantamento foi baseado em dados de 185 países e territórios coletados entre 8 de dezembro de 2020 e 8 de dezembro de 2022.
Consultado pelo Fato ou Fake, anteriormente, o pediatra e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri disse que a vacina não interrompe a possibilidade de transmissão, não é uma vacina esterilizante, porém cumpre o papel de proteger indivíduos com menos sintomas e, consequentemente, potenciais transmissores de menor intensidade.
“É claro que à medida que você diminui o número de doentes, diminui o número de sintomas, diminui a gravidade, você diminui a transmissão também. O indivíduo vacinado que pega Covid, por exemplo, ele transmite Covid, ele pode se infectar, mas muito menos do que um não-vacinado, porque ele vai ter menos sintomas, vai tossir menos, espirrar menos, vai durar menos tempo sua doença”, disse Kfouri.
“Conseguiram uma leve melhorada [dados do Ideb da educação municipal], mas não atingiu a meta”.
selo fato
g1
A declaração é #FATO. Veja por quê: o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (ldeb) 2023, divulgado em agosto, mostrou que a rede municipal do Rio apresentou uma melhora, mas ainda sem atingir a meta. Para os anos iniciais, que vão do primeiro ao quinto do ensino fundamental, as escolas municipais estão com índice 6, acima dos 5,4 de 2021, mas ainda inferior à meta de 6,4.
As escolas que oferecem ensino fundamental dos anos finais, do sexto ao nono, ficaram com índice 5,2 – acima da nota 5 de três anos atrás, mas abaixo da meta de 5,7.
À época da divulgação dos dados, a prefeitura do Rio ressaltou que obteve o maior crescimento percentual na nota (+12%) da avaliação que compõe o Ideb entre todas as capitais do Brasil.
Em nota, a prefeitura do Rio destacou que a rede de ensino carioca, desde 2021, produziu os melhores resultados da história do município. De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, o Rio conquistou o maior crescimento percentual na nota da prova do Ideb (+12%) entre todas as capitais do Brasil nos Anos Iniciais, que são os alunos do 1º ao 5º ano. Além disso, chegou no 1° lugar entre as capitais da região Sudeste. A prefeitura ainda afirmou que a cidade avançou posições importantes entre as capitais do país e passou no ranking nacional de 14° para 8° lugar nos anos iniciais. E avançou de 12° para 5° lugar nos anos finais.
O Ideb é uma medida composta por resultados referentes à aprovação dos estudantes (fluxo escolar) e às médias de desempenho nas avaliações. É calculado a partir dos dados do Censo Escolar e do Sistema de Avaliação da Educação Básica. O Indicador foi criado em 2007, pelo governo federal, com metas a serem atingidas por cada estado brasileiro.
“O que nós colocamos de energia de poluição no mundo não chega nem a 2%. A China, 30%, a Europa mais de 25%, Estados Unidos 25%”.
selo não é bem assim
arte
#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: Segundo os dados mais recentes do WRI Brasil (World Resources Institute), a China foi o país que mais emitiu CO2 em 2022. O país asiático lançou cerca de 11,9 milhões de toneladas, valor que corresponde a 32% das emissões globais. Os Estados Unidos estão na sequência, 13,69%, quase metade do que foi elencado por Ramagem na entrevista. No caso da União Europeia, a participação é de apenas 7,55%, bem distante dos 25% apontados pelo candidato. Por outro lado, o Brasil, realmente possui menos de 2% na fatia de emissões globais, com 1,33%.
Procurado pela equipe do Fato ou Fake, o candidato informou que se baseou em um relatório da Organização Meteorológica Mundial. No entanto, o mesmo relatório aponta que os Estados Unidos foram responsáveis por 14% das emissões de CO2, não 25%, como afirmado por Alexandre Ramagem. A Europa, no entanto, não é mencionada no relatório disponibilizado pela equipe do candidato.
[As escolas] bilingues públicas, que não existem
selo fake
g1
A declaração é #FAKE. Veja por quê: Escolas do Programa Bilíngue estão categorizadas como unidades escolares vocacionadas na Rede Pública Municipal de Ensino do Rio, que tem mais de 1,5 mil equipamentos. Conforme a Prefeitura, são 32 escolas bilíngues. Todas são todas integrais, com 7 horas de aulas por dia. Na educação infantil, os alunos têm 15 horas de aula por semana, sendo 3 horas por dia, a partir da pré-escola. As línguas oferecidas são inglês, espanhol, alemão e francês nessa etapa. A partir do Ensino Fundamental, os alunos podem começar as aulas de mandarim, segundo a Prefeitura. No Ensino Fundamental, os alunos têm 8 tempos de atendimento em língua-alvo, na parte diversificada, mais 2 tempos de inglês, no núcleo comum.
Participaram dessa checagem: Gabriela da Cunha, Marco Antônio Martins, Pedro Bohnenberger, Rayane Rocha e Roney Domingos.
Fato ou Fake explica:
VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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