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Política

Veja o que é #FATO ou #FAKE na entrevista de Tabata Amaral para o SP1

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Candidata à Prefeitura de São Paulo pelo PSB foi a segunda sabatinada nesta terça-feira (24). Tabata Amaral é a segunda sabatinada no SP1
Reprodução/TV Globo
A deputada federal Tabata Amaral, candidata à Prefeitura de São Paulo pelo PSB, foi a segunda entrevistada pelo SP1, da TV Globo, nesta terça-feira (24). A entrevista foi conduzida pelo jornalista Alan Severiano.
Na sabatina, Tabata prometeu uma atuação conjunta entre a Polícia Militar e a Guarda Civil Metropolitana (GCM), ou seja, entre estado e prefeitura, para extinguir cenas de uso aberto de drogas como a Cracolândia.
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Foram convidados os candidatos que tiveram pelo menos 5% de intenções de voto e que ficaram entre os cinco primeiros colocados na última pesquisa Datafolha, divulgada em 19 de setembro. A ordem dos entrevistados foi definida em um sorteio realizado na presença dos representantes dos partidos.
As entrevistas têm duração de 30 minutos, e as íntegras ficarão disponíveis no Globoplay.
José Luiz Datena, apresentador e candidato pelo PSDB, foi o primeiro sabatinado nesta segunda-feira (23). Ele prometeu criar 40 km de corredor de ônibus e defendeu o uso de fuzil na Guarda Civil Metropolitana (GCM) em “batalhões especiais”. Confira o que é #FATO ou #FAKE na entrevista dele.
Ao longo desta semana, ainda serão sabatinados:
Quarta-feira (25): Pablo Marçal (PRTB)
Quinta-feira (26): Guilherme Boulos (PSOL)
Sexta-feira (27): Ricardo Nunes (MDB)
A equipe do Fato ou Fake checou algumas das principais declarações de Tabata. Leia:
“Saúde mental vai ter o mesmo foco no meu governo que saúde física, porque eu estou cansada de perder gente pra esse preconceito. Só para vocês terem uma ideia: de cada quatro mulheres que têm um filho, uma tem depressão pós-parto. Ninguém fala sobre isso. Hoje, no Brasil, tem mais policial morrendo por suicídio do que em confronto. Ninguém está falando sobre isso.”
selo fato
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A declaração é #FATO. Veja por quê: Segundo uma pesquisa feita pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mais de 25% das mães do Brasil apresentam sintomas de depressão no período de 6 a 18 meses após o nascimento do bebê.
Já em relação ao número de suicídios entre policiais, o levantamento feito pela Associação de Delegados de Polícia do estado (Adepesp), com base na Lei de Acesso à Informação, mostra que, entre 2015 e setembro de 2021, 61 policiais civis tiraram a própria vida, enquanto 21 agentes morreram no trabalho.
Dados do 18º Anuário do Fórum de Segurança Pública, publicado neste ano, também apontam que 31 policiais militares se suicidaram no estado de São Paulo em 2023, enquanto 21 morreram em confronto no mesmo período.
“Quando a gente olha até o 9º ano, apenas 6% das crianças estão o dia todo na escola. Isso é uma vergonha. Fortaleza tem metade do dinheiro que a gente tem pra investir na educação e tem 60, 70% dos alunos em tempo integral.”
Não é bem assim
g1
#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: Segundo as leis orçamentárias anuais de São Paulo e Fortaleza, a capital paulista teve orçamento de R$ 21,87 bilhões para a educação em 2024, enquanto a capital cearense teve R$ 3,1 bilhões destinados à pasta.
Isto é, o valor destinado à Secretaria Municipal da Educação de Fortaleza corresponde a apenas 14% do valor reservado à pasta em São Paulo.
Questionada, Tabata afirmou que utilizou um valor de investimento por aluno com base em dados da “Todos Pela Educação”. Segundo a organização, foram investidos R$ 20.459,82 por aluno da Rede Municipal de São Paulo e R$ 10.959,18 por estudante da Rede Municipal de Fortaleza.
A candidata acerta quando afirma que, na capital do Ceará, entre 60% e 70% dos alunos da rede municipal possuem cobertura educacional em tempo integral. De acordo com a Secretaria da Educação de Fortaleza, a cidade tem 64,8% dos alunos matriculados — de creche até o Ensino Fundamental II — na modalidade.
Enquanto em São Paulo, os percentuais de matrículas em tempo integral são: 57% no Ensino Infantil, 9,3% no Ensino Fundamental I e 14,7% no Ensino Fundamental II. Os dados são do Censo Escolar da Educação Básica 2023, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), divulgado em fevereiro deste ano.
Procurada, a Prefeitura de São Paulo informou que “61% das 4,1 mil unidades educacionais oferecem ensino integral a 100% dos alunos. Do total de alunos matriculados da rede, 40% têm atendimento em tempo integral, índice superior à média nacional”. Entretanto, a gestão não informou os dados de forma individualizada por nível de ensino.
“A gente tem no centro de São Paulo 40 mil imóveis que estão abandonados. Só para dar um exemplo. É a gente falar com quem tem esses imóveis, olhar para toda uma população que tem um pouco de dinheiro, que está ascendendo socialmente, mas que não consegue pegar um aluguel na região central. E, pior, não consegue encontrar fiador ou fiadora”.
selo não é bem assim
arte
#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: O Censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado em março deste ano, dividiu São Paulo por distritos para mapear os dados da população. Entre as informações divulgadas, estão os números de domicílios particulares existentes e de domicílios ocupados em cada distrito da cidade.
Ao todo, os setes bairros tradicionalmente reconhecidos como centro – Bela Vista, Bom Retiro, Cambuci, Consolação, Liberdade, República, Santa Cecília e Sé — possuem 257.225 domicílios particulares. Destes, 202.905 estavam ocupados em 2022, segundo o IBGE. Logo, 54.320 não estavam ocupados — número 35,8% maior que o mencionado pela candidata.
Em nota, a deputada federal disse que “realmente confundiu os valores durante a entrevista”. Queria, na verdade, dizer que eram 60 mil imóveis abandonados. “O número ainda maior reforça o argumento de que há um potencial muito grande em termos de política habitacional e de desenvolvimento econômico a ser explorado no Centro, e que a gestão Nunes tem fracassado nessa missão”, disse.
“A gente tem que mapear quais são as áreas mais perigosas da cidade. E não é só furto e roubo, não, é insegurança pra mulher. São Paulo bateu recorde de feminicídio. São Paulo bateu recorde de estupro.”
selo fato
g1
A declaração é #FATO. Veja por quê: Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), houve recorde de estupros em 2023 e de feminicídios entre janeiro e agosto de 2024 (os últimos dados disponíveis).
A capital paulista registrou 3.041 casos de estupro, incluindo de vulnerável, no ano passado. O número é o maior de toda a série histórica da pasta, que teve início em 2001.
Entre janeiro e julho deste ano, a SSP também contabilizou 1.671 estupros. Enquanto no mesmo período de 2023, o número de ocorrências foi de 1.716.
Em relação aos feminicídios, São Paulo registrou 32 mortes de janeiro a agosto de 2024 — período em que o crime bateu recorde. De acordo com os dados da secretaria, 23 mulheres foram assassinadas no mesmo período em 2023.
A pasta contabiliza os crimes de feminicídio desde 2018, quando começou a calcular separadamente de homicídios dolosos (quando há intenção de matar).
Participaram da checagem: Gustavo Honório, Letícia Dauer, Marcela Villar, Mel Trindade e Paula Paiva Paulo
Tabata Amaral (PSB) dá entrevista ao SP1; veja íntegra
Fato ou Fake explica:
VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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