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Economia

TCU cita economia potencial de R$ 12,9 bilhões por ano com ‘readequação’ do Bolsa Família

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Corte recomenda um novo desenho do programa a partir de relatório enviado ao Congresso Nacional e divulgado nesta quarta-feira (25). Bolsa Família; cartão bolsa família
Setas/Divulgação
O Tribunal de Contas da União (TCU) calcula uma economia anual de aproximadamente R$ 12,94 bilhões com uma “readequação” do desenho do programa Bolsa Família.
Segundo a Corte de Contas, seria possível fazer “uma alocação mais eficiente dos benefícios do programa alcance o mesmo nível de combate à pobreza”.
As informações constam em relatório de fiscalizações em políticas e programas do governo, divulgado pelo TCU nesta quarta-feira (25). O documento foi enviado ao Congresso Nacional.
Segundo o órgão, o desenho do programa cria incentivos para que os integrantes de uma mesma família se cadastrem de forma separada. O relatório também afirma que há “desincentivo do desenho atual do Programa à formalização no mercado de trabalho”.
Golpe mira beneficiários do Bolsa Família; R$ 16 milhões já foram sacados
A Corte de Contas cita algumas causas para as inconsistências encontradas:
manutenção de benefício complementar, desconsiderando o tamanho da família;
pagamento por família, não pelo número de membros;
metodologia desatualizada e inclusão potencialmente indevida de famílias no programa;
falta de continuidade nos limites para qualificação para o programa, junto ao “valor médio elevado do benefício” — cerca de metade do salário-mínimo.
Diante dos achados na fiscalização sobre o benefício, o TCU recomentou ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) a readequação do Bolsa Família.
O redesenho deveria ser feito, segundo o Tribunal de Contas, “levando em consideração os problemas de focalização, sobretudo, os prováveis erros de inclusão, seus efeitos no mercado de trabalho e a ampliação das revisões e das averiguações do CadÚnico”.
Prejuízo de R$ 34,2 bi em 2023
Em 2023, o TCU encontrou algumas inconsistências nos cadastros do programa. Na ocasião, o Tribunal projetou prejuízo potencial de R$ 34,2 bilhões em 2023.
A área técnica chegou a esse valor considerando 4,7 milhões de famílias que descumpriam os critérios de qualificação. Esse número representava 22,5% dos beneficiários.
Segundo o relatório, entre as inconsistências encontradas:
40,3% tinham renda superior à declarada;
33,4% tinham composição familiar diferente da que foi declarada;
14,8% dos endereços eram diferentes ao que foi declarado para fins de obtenção do benefício;
havia registro de 29,8 mil CPFs inválidos e 283 mil pessoas falecidas no CadÚnico.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Economia

Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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