Política
Veja o que é #FATO ou #FAKE na entrevista de Pablo Marçal para o SP1
Candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PRTB foi o terceiro sabatinado nesta quarta-feira (25). Pablo Marçal é o terceiro entrevistado no SP1
Reprodução/TV Globo
O empresário Pablo Marçal, candidato à prefeitura de São Paulo pelo PRTB, foi o terceiro entrevistado pelo SP1, da TV Globo, nesta quarta-feira (25). A entrevista foi conduzida pelo jornalista Alan Severiano.
Na sabatina, Marçal afirmou que o período eleitoral é um “tempo de guerra” e defendeu o uso da violência como instrumento de campanha, uma vez que não tem tempo de propaganda eleitoral gratuita na TV e no rádio.
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Foram convidados os candidatos que tiveram pelo menos 5% de intenções de voto e que ficaram entre os cinco primeiros colocados na última pesquisa Datafolha, divulgada em 19 de setembro. A ordem das entrevistas foi definida em um sorteio realizado na presença dos representantes dos partidos.
As entrevistas têm duração de 30 minutos, e as íntegras ficarão disponíveis no Globoplay.
José Luiz Datena, apresentador e candidato pelo PSDB, foi o primeiro sabatinado nesta segunda-feira (23). Ele prometeu criar 40 km de corredor de ônibus e defendeu o uso de fuzil na Guarda Civil Metropolitana (GCM) em “batalhões especiais”. Confira o que é #FATO ou #FAKE na entrevista dele.
No dia seguinte, foi a vez da deputada federal Tabata Amaral que disputa o cargo pelo PSB. Ela prometeu uma atuação conjunta entre a Polícia Militar e a Guarda Civil Metropolitana (GCM) para extinguir cenas de uso aberto de drogas como a Cracolândia. Veja o que é #FATO ou #FAKE na sabatina dela.
O deputado federal Guilherme Boulos (PSOL) ainda será entrevistado na quinta-feira (26) e o atual prefeito Ricardo Nunes (MDB) na sexta (27).
A equipe do Fato ou Fake checou algumas das principais declarações de Marçal. Leia:
“Ano que vem a gente vai ter recorde de arrecadação, de orçamento, na verdade, o PIB é quase um trilhão da cidade de São Paulo, mas o orçamento é 120 bilhões.”
selo não é bem assim
arte
#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB) da cidade de São Paulo é, na verdade, de R$ 828.981 bilhões — o valor é cerca de 17% menor do que o citado pelo candidato. O dado mais recente é de 2021.
Em relação ao orçamento, em julho deste ano, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para o exercício de 2025. A previsão para o próximo ano é de uma receita de R$ 119 bilhões. O valor é 6,5% maior que o Orçamento de 2024, de R$ 118 bilhões, que já havia batido o recorde.
“Eu não critico não, ele já é falido [Bolsa Família]. No governo anterior, do Bolsonaro, você poderia ter uma renda alternativa, o Lula tirou a renda alternativa para você ficar nesse ‘Bolsa Miséria’.”
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g1
A declaração é #FAKE. Veja por que: Segundo a Lei nº 14.601, de 19 de junho de 2023, que restabelece o Bolsa Família, não existe proibição aos beneficiários de trabalhar.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), o Bolsa Família possui a Regra de Proteção, que permite aos beneficiários com carteira assinada manter o direito ao benefício. A mesma regra se aplica aos Microempreendedores Individuais (MEI).
O Bolsa Família, reativado em 2023 pelo presidente Lula (PT), substitui o Auxílio Brasil, implementado em 2021 pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a pandemia de Covid-19.
Atualmente, o programa oferece um pagamento mínimo de R$ 600 por família, com adicionais de R$ 150 para crianças de até seis anos e R$ 50 para gestantes, crianças e adolescentes entre sete e 18 anos.
Ainda conforme o MDS, mesmo aqueles com carteira assinada, MEIs ou que possuem outras fontes de renda podem continuar a ser beneficiários do Bolsa Família.
A renda per capita máxima para participar do programa é de R$ 218. Caso a renda per capita da família aumente para um valor entre R$ 218 e meio salário mínimo (R$ 706) devido a um novo emprego, o beneficiário ainda pode receber metade do valor do benefício por mais dois anos.
Procurada, a equipe de Marçal explicou seu raciocínio: “no estado de São Paulo onde o [salário] mínimo paulista é R$ 1.640,00, uma família cuja única renda seja um salário mínimo, só receberá o benefício se composta de marido, mulher e pelo menos 6 filhos, porque com 5 filhos, a renda per capita será de 234 e não fará jus ao benefício”.
Diferentemente do que afirma a assessoria de Marçal, caso a renda per capita de uma família que estivesse trabalhando fosse R$ 234, ela continuaria recebendo o Bolsa Família (ainda que metade do valor do benefício, e por dois anos), pelas regras do programa.
“São 472 bairros em São Paulo, mil favelas e 96 distritos.”
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#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: A cidade de São Paulo é dividida geograficamente em 96 distritos, como é definido pela lei municipal 11.220/92.
Além disso, segundo dados da Secretaria Municipal de Habitação, no fim de 2023, a capital tinha 1.717 favelas cadastradas — número superior ao apontado pelo candidato.
A Prefeitura de São Paulo também explicou que a divisão da capital por bairros não é oficial, por isso a Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento não possui o dado. Procurada, a equipe de Marçal não explicou a origem da informação.
“Eu não coloquei um real, nenhum real de empresa e nem meu até agora na campanha.”
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A declaração é #FATO. Veja por quê: Disponível no DivulgaCand, portal de transparência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as receitas da campanha de Pablo Marçal somam cerca de R$ 4,5 milhões até esta quarta-feira (25).
A maior fonte de recursos é a de doações pela internet, no valor de aproximadamente R$ 2,3 milhões. Em seguida, são os valores enviados por pessoas físicas, que somam pouco mais de R$ 1,9 milhões.
O candidato também apresenta cerca de R$ 175 mil reais de RONIs (Recursos de Origem Não Identificada). Segundo o TSE, esse tipo de recurso é permitido e diz respeito a valores com dados do doador ausentes ou incorretos — provenientes de contas bancárias não especificadas na legislação eleitoral, verba sem origem comprovada ou doações de pessoas físicas com cadastro na Receita Federal que impossibilite a identificação do doador.
Marçal não recebeu repasses do fundo partidário. Na declaração, também não consta nenhum valor em seu nome ou de empresas.
“O Boulos foi o que mais recebeu dinheiro. Inclusive tem alguém querendo combater a fome, que é o presidente Lula, mas colocou R$ 30 milhões para a campanha do Boulos.”
selo não é bem assim
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#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: Segundo a prestação de contas dos candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a campanha de Guilherme Boulos recebeu R$ 30 milhões em recursos do PT — partido da candidata a vice-prefeita da cidade na chapa de Boulos, a senadora Marta Suplicy, e do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
Os recursos do PT à campanha de Boulos foram recebidos no dia 2 de setembro por meio do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e representam 45,69% dos recursos destinados à campanha. A maior parte dos recursos (53,3%) foi destinada pela direção nacional do PSOL, no valor de R$ 35 milhões, também via FEFC.
Diferente do que Marçal afirmou, o presidente Lula não fez doações para a campanha do psolista, segundo os dados do portal da transparência do TSE.
Procurada, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República reiterou que Lula não doou R$ 30 milhões para a campanha. “A doação foi feita pelo PT, com recursos do fundo eleitoral, voltados para esse fim”.
Analisando as receitas das campanhas de todos os candidatos à Prefeitura de São Paulo, Boulos, de fato, apresenta o maior valor líquido de recursos recebidos com R$ 65.662.114,03. Na sequência, estão Ricardo Nunes com R$ 42.256.450,00 e Tabata Amaral com R$ 15.666.913,94
Participaram da checagem: Daniela Braun, Klauson Dutra, Letícia Dauer, Mel Trindade, Paula Paiva Paulo e Thamila Soares
Pablo Marçal (PRTB) dá entrevista ao SP1; veja íntegra
Fato ou Fake explica:
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Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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