Economia
CNU: prazo para envio dos documentos da prova de títulos é prorrogado; veja nova data
Para alguns cargos, comprovar experiências profissionais e titulação acadêmica, como pós-graduação, mestrado e doutorado, ajuda a compor a nota final do candidato. Concurso Nacional Unificado vai preencher mais de 6 mil vagas pelo país
Reprodução
O governo federal prorrogou o prazo para que os candidatos classificados para a próxima etapa do Concurso Nacional Unificado (CNU), o “Enem dos concursos”, enviem os documentos da prova de títulos.
Antes, o prazo havia sido estendido apenas para os candidatos do bloco 4, que tiveram as notas liberadas algumas horas depois que os demais participantes, na terça-feira (8), por causa de uma decisão liminar da Justiça.
Agora, com a retificação do edital publicada no Diário Oficial da União, o prazo final passa a ser sexta-feira (11), até as 23h59, para todos os blocos.
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A prova de títulos é uma etapa do CNU prevista para alguns cargos, em que a comprovação de experiências profissionais e titulação acadêmica, como pós-graduação, mestrado e doutorado, ajuda a compor a nota final.
Quem atingiu a nota de corte na prova de múltipla escolha do concurso e teve a prova escrita corrigida foi automaticamente convocado para enviar a documentação.
Tudo é feito pelo site do concurso, na mesma pagina de inscrição, mas há uma série de regras para o envio (veja aqui).
O candidato que não mandar os títulos na forma e no prazo estabelecidos no edital vai receber nota zero nesta etapa, mas não será desclassificado, ou seja, vai concorrer à vaga com a pontuação obtida na prova escrita e de múltipla escolha.
A nota preliminar da prova de títulos será divulgada no dia 4 de novembro.
Para os prazos de recursos da prova discursiva ou redação, não houve prorrogação. Apenas os candidatos do Bloco 4 podem solicitar a revisão das notas das provas discursivas até esta quinta-feira (10), por meio do menu “Interposição de recursos” na área do candidato.
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Próximos passos
A partir do dia 17 de outubro, os candidatos que estão concorrendo à reserva de vagas (pessoas negras, indígenas e com deficiência) começarão a ser chamados para procedimentos de verificação.
No dia 13 de novembro, serão divulgados os resultados preliminares dessas avaliações e, até o dia 14, os participantes ainda poderão entrar com eventuais pedidos de recurso.
A lista final de aprovados no Concurso Nacional Unificado está prevista para sair no dia 21 de novembro.
➡️ Serão aprovados os candidatos que receberem as notas mais altas dentro do número de oportunidades disponíveis para cada cargo, considerando a reserva de vagas para pessoas negras, com deficiência e indígenas.
A classificação também vai levar em consideração a preferência entre as carreiras e especialidades indicada pelo participante no momento da inscrição.
Se o candidato for aprovado no seu segundo cargo mais preferido, por exemplo, ele ainda ficará na lista de espera da sua primeira opção, mas será eliminado da concorrência das carreiras menos preferidas.
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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