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Política

As cidades brasileiras que há mais de 20 anos só elegem homens para prefeito, vice e vereador

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Enquanto as mulheres são 52,4% do eleitorado, neste ano, elas representaram 15,4% das prefeitas eleitas e 18,2% das vereadoras. Cerimônia de posse dos vereadores, prefeito e vice-prefeito de Boa Vista (PB) em 2021. Cidade nunca elegeu uma mulher para a administração pública.
Divulgação/Câmara Municipal de Boa Vista
Com nome de mulher, a cidade de Conceição do Pará, em Minas Gerais, só tem homens no poder há mais de 40 anos. A cidade nunca teve uma prefeita e a última vez que mulheres ocuparam vagas de vereadora foi em 1980, segundo registros da Câmara Municipal.
O presidente da Câmara, Geraldo Luciano Campos (Avante), acredita que “ainda falta um pouco de coragem para [as mulheres] se engajarem”.
➡️ Assim como Conceição do Pará, outras nove cidades brasileiras não elegem mulheres para a administração pública ao menos desde 2000, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O levantamento não leva em conta mulheres que tomaram posse por terem se tornado suplentes ou após a cassação de chapas anteriores.
Para Débora Thomé, pesquisadora da FGV e uma das autoras do livro “Candidatas: Os Primeiros Passos das Mulheres na Política no Brasil”, casos extremos como esses funcionam como uma alegoria de um problema maior: a baixa presença de mulheres na política no Brasil.
📊 Enquanto as mulheres são 52,4% do eleitorado, neste ano, elas representaram 15,4% das prefeitas eleitas e 18,2% das vereadoras.
“Os partidos políticos não dão apoio suficiente, não repassam o dinheiro que deveriam e não investem em candidaturas ou lideranças femininas”, disse a pesquisadora.
A pesquisadora ressalta que a experiência prévia em cargos públicos é um dos principais fatores que impulsionam a eleição. Assim, a baixa eleição de mulheres perpetua um ciclo vicioso de pouca representatividade.
“O maior preditor para alguém se eleger é já ter sido eleito antes. Sendo a maioria dos vereadores eleitos homens, isso aumenta ainda mais essa disparidade de gênero.”
⚖️ Há 26 anos, a legislação brasileira estabelece que cada partido ou coligação assegure um mínimo de 30% de candidaturas de cada gênero nas eleições para a Câmara dos Deputados, a Câmara Legislativa do Distrito Federal, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais.
Em agosto deste ano, foi aprovada a chamada PEC da Anistia, que isenta os partidos políticos de multas por descumprimento dos repasses mínimos para candidaturas negras e cria um perdão amplo para outras irregularidades em prestações de contas eleitorais. Embora não trate diretamente da questão das mulheres, o entendimento de críticos é que isso poderia também permitir a anistia para casos de não cumprimento do repasse para a cota de gênero.
Conheça as cidades sem mulheres eleitas desde 2000:
Boa Vista (PB) – cidade de 28 anos nunca elegeu nenhuma mulher
Desde sua primeira eleição, em 1996, a cidade localizada a cerca de 160 km de João Pessoa nunca elegeu uma candidata.
O presidente da Câmara dos Vereadores, Fernando Aires (Republicanos), afirmou que é “difícil apontar os fatores que não garantiram esse resultado [eleger mulheres].” No entanto, ele destacou que cinco mulheres ocupam cargos em secretarias municipais.
Cabeceiras (GO) – fraudes à cota de gênero em 2020
Desde a emancipação da cidade em 1958, nenhuma mulher chegou ao cargo de prefeita. O prefeito, Everton Francisco de Matos (PDT), afirmou que “falta a participação efetiva [de mulheres] com esse objetivo [de representação política].”
Com pouco mais de sete mil habitantes, Cabeceiras elegeu sua última mulher para o cargo de vereadora em 1996.
❌ Em 2020, o TSE identificou fraudes à cota de gênero na cidade, com candidaturas fictícias para o cargo de vereadora registradas pelo partido Democratas (DEM). Na ocasião, três candidatas foram lançadas apenas para preencher a cota mínima exigida pela legislação.
Conceição do Pará (MG) – para prefeito, ausência feminina é ‘tradição’
Em uma ata de 1980, constam as assinaturas das duas últimas mulheres que atuaram no legislativo da cidade: Maria Auxiliadora Viegas e Maria das Dores Lemos. Desde então, nenhuma outra mulher foi eleita para cargos políticos no município.
Ata de 1980 da Câmara de Vereadores de Conceição do Pará mostra as assinaturas das duas últimas mulheres que atuaram no legislativo da cidade.
Reprodução
O prefeito, José Cassimiro Rodrigues (Cidadania), acredita que a ausência feminina seja por causa da “tradição” da cidade. “Talvez por isso, as mulheres ainda não se propuseram ou encontraram espaço para participarem de alguma eleição municipal, nem para o cargo de prefeita ou vice.”
Neste ano, 26 mulheres se candidataram (34% das candidaturas da cidade). Nenhuma se elegeu.
Guaraciama (MG) – nenhuma mulher eleita na história da cidade
Desde sua primeira eleição, em 1996, Guaraciama, localizada a cerca de 400 km de Belo Horizonte, nunca elegeu uma mulher para os cargos de vereadora, vice ou prefeita.
O prefeito reeleito, Zé Maria Dedim (Solidariedade), disse que “as mulheres que querem ser candidatas precisam trabalhar para serem eleitas não apenas no período da campanha”. O prefeito disse ainda que colocou mulheres em secretarias estratégicas por acreditar no “olhar mais sensível e detalhista” delas.
O presidente da Câmara, Bruno de Betim (Solidariedade), justificou a ausência de mulheres na política local como uma “questão cultural”, e afirmou que a população “está acostumada” a votar em homens.
O pensamento de Betim se reflete nas urnas. Fabiana Freire, candidata ao cargo de vereadora neste ano, concorreu com o nome de Fabiana De Zé Morcego, em referência a seu pai, o ex-vereador José Osvaldo (Zé Morcego). Ele, que faleceu em dezembro de 2023, estava no sétimo mandato consecutivo e nunca havia perdido uma eleição. Fabiana se candidatou pela primeira vez neste ano, mas obteve apenas 64 votos e não foi eleita.
Lagamar (MG) – ‘cultura local’ nunca elegeu mulheres, diz prefeito
No município de seis mil habitantes no Noroeste de Minas Gerais, 21 mulheres concorreram a uma vaga de vereadora nas eleições deste ano, mas, mais uma vez, nenhuma foi eleita.
O prefeito Auro José Pereira (PSDB) afirmou: “Nunca teve prefeita e nem vice-prefeita. Sempre foi candidatura ocupada por homens. Acredito que isso se deve mais à cultura local.” O presidente da Câmara, Daniel Lopes (MDB), afirmou que “sempre teve mulher bem votada, mas não a ponto de se eleger” na cidade.
Oliveira Fortes (MG) – mulher não ocupa cargo público há 32 anos
Há 32 anos, em 1992, foi a última vez que uma mulher ocupou um cargo público em Oliveira Fortes, município de pouco mais de dois mil habitantes de Minas Gerais. A ex-vereadora Agueda de Araújo Campos exerceu seu mandato de 1989 a 1992.
Neste ano, 30% das candidaturas foram de mulheres. Nenhuma se elegeu. Até ao menos 2028, a idade continuará sem representantes femininas.
Pau D’Arco do Piauí (PI) – mulheres só assumiram após cassação e morte
As duas únicas mulheres a tomar posse na história da cidade não o fizeram por meio do voto popular. Carmem Lúcia Portela Santos (PSB) foi empossada como vereadora em 2008, após a cassação do mandato do vereador Miguel Abreu do Nascimento por infidelidade partidária. O suplente que deveria assumir morreu em um acidente de carro. Assim, Carmem, que teve apenas um voto na eleição, tomou o posto.
O mesmo ocorreu com Joana de Sousa Bacelar, que tornou-se vice-prefeita em 2011, após a cassação da chapa de Fábio Soares Cesário, que foi declarado inelegível por ser parente socioafetivo (filho de criação) de Expedito Sindô, ex-prefeito do município. No Brasil, uma das causas de inelegibilidade abrange cônjuges e parentes consanguíneos ou afins até o segundo grau, incluindo adoção.
Neste ano, 16 mulheres se candidataram, um total de 32% das candidaturas, mas nenhuma foi eleita.
São Fidelis (RJ) – única vereadora eleita na cidade ocupou cargo em 93
Localizada a 180 km da capital, São Fidelis nunca elegeu uma mulher para os cargos de prefeito ou vice. A primeira – e única – vereadora eleita pelo voto popular na cidade foi Regina Cely Pereira Afonso (PMDB), que exerceu seu mandato de 1993 a 1996.
Nesta eleição, 45 mulheres concorreram, representando 30% das candidaturas.
São Geraldo do Baixio (MG) – nunca elegeu uma mulher em sua história
Desde sua primeira eleição, em 1996, São Geraldo do Baixio nunca elegeu uma mulher na administração pública.
Raimilson da Cruz, presidente da Câmara de Vereadores, afirmou “não saber” a razão: “Realmente aqui nunca teve uma vereadora eleita. Não sei o porquê. Não sei se as próprias mulheres não são adeptas a votar em mulheres. Poderia haver mulheres como vereadoras. No futuro, elas poderiam reconsiderar ter suas próprias representantes na Câmara.”
Vera Cruz (BA) – única mulher a ocupar cargo público foi eleita na década de 80
A única mulher eleita na história da cidade foi Solange Maria dos S. Vinagre, que chegou a ocupar a posição de vice-presidenta da casa legislativa entre 1983 e 1988.
Neste ano, 34% das candidaturas nas eleições em Vera Cruz eram de mulheres. Nenhuma eleita.
Leia também:
Mais de 60 cidades do Paraná não elegeram nenhuma mulher para a Câmara Municipal

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Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
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O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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