Política
Lewandowski rejeita pedido de liberdade de sócia de escola presa por maus-tratos e tortura de crianças em SP
Ministro entendeu que caso ainda não pode ser analisado pelo STF e que não ficou demonstrada ilegalidade na prisão de Fernanda Serme da Silva. Fernanda Serme, uma das donas da escolinha Colmeia Mágica, investigada por maus-tratos a crianças em São Paulo
Reprodução/Arquivo pessoal
O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou um pedido de liberdade da professora Fernanda Carolina Rossi Serme da Silva, uma das sócias da Escola Infantil Colmeia Mágica, da Zona Leste de São Paulo (SP).
Ela teve a prisão preventiva decreta por causa de supostos maus-tratos e tortura contra crianças. Ao STF, a defesa alegou que não há elementos que justifiquem a prisão, já que ela não tem antecedentes criminais, tem residência fixa, é mãe de uma criança de seis anos e “não se trata de uma criminosa inveterada”.
Lewandowski rejeitou o pedido por questão processual. O ministro entende que o Supremo não pode analisar a ação para não configurar supressão de instância, já que o caso ainda não passou pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O ministro entendeu ainda que a defesa não conseguiu demonstrar que a prisão representou alguma anormalidade, flagrante ilegalidade ou abuso de poder que justifiquem a análise do pedido.
Fernanda foi presa em 25 de abril, após a polícia da cidade de São Paulo cumprir mandado de prisão decretado pela Justiça. Ela foi detida quando estava na casa de parentes em Mogi das Cruzes, em São Paulo. No mesmo dia, foi levada para uma cadeia em Itaquaquecetuba, município vizinho.
A prisão preventiva não tem prazo para terminar.
Quando foi presa, Fernanda negou as acusações à imprensa. “Nenhuma de nós [maltratava as crianças]. Isso vai ser provado”, disse a pedagoga, quando estava num carro da polícia na delegacia em Mogi das Cruzes.
Além das irmãs Fernanda e Roberta Serme, a auxiliar de limpeza da creche, Solange da Silva Hernandez, de 55 anos, também já havia sido indiciada anteriormente pela investigação. As três respondem por maus-tratos, tortura, associação criminosa, perigo de vida e constrangimento contra crianças.
A polícia não pediu a prisão de Solange, que responde pelos crimes em liberdade.
Conclusão do inquérito
A Polícia Civil de São Paulo concluiu na segunda-feira (2) o inquérito e responsabilizou criminalmente as duas donas e a funcionária por tortura contra nove crianças que aparecem amarradas e chorando em vídeos e fotos dentro do banheiro da creche.
Outros alunos também aparecem como vítimas, mas o número total deles não foi divulgado. O caso foi revelado em março pelo g1.
Além de tortura, elas foram indiciadas por maus-tratos, associação criminosa, perigo de vida e constrangimento.
O relatório final da investigação, com o indiciamento das irmãs Roberta e Fernanda Semer e da auxiliar de limpeza Solange Hernandez, foi encaminhado para análise do Ministério Público (MP). O órgão decidirá se denuncia ou não as mulheres pelos crimes. Se a Justiça aceitar as acusações da Promotoria, as três se tornarão rés no processo.
O g1 não conseguiu localizar as defesas das irmãs Serme e de Solange para comentarem o assunto até a última atualização desta reportagem. Em depoimentos anteriores à polícia, a diretora Roberta, de 40 anos, a pedagoga Fernanda, de 37, e Solange, de 55, sempre negaram as acusações. Os advogados delas também reforçaram a inocência delas em entrevistas que já deram à imprensa.
Donas de escola estão presas
Polícia Civil de São Paulo conclui inquérito sobre denúncias de maus-tratos em escola da cidade
As donas da escola estão presas preventivamente pelos crimes. Roberta foi detida na quinta (28) após se entregar em uma delegacia em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. Ela estava foragida havia mais de um mês.
As irmãs Serme foram transferidas na semana passada para a penitenciária feminina de Tremembé, no interior do estado, por questões de segurança. Solange não teve a prisão pedida pela investigação e responde em liberdade.
De acordo com a polícia, além de atrapalharem a investigação, as irmãs Serme se mudaram de suas casas sem informarem os novos endereços à Justiça. Já Solange compareceu na delegacia que investiga o caso e colaborou com a apuração.
Vídeos gravaram maus-tratos a alunos
Pais de alunos protestaram na frente da Colmeia Mágica nesta terça (15) na Zona Leste de São Paulo
Reprodução/Redes sociais
A Colmeia Mágica está fechada atualmente, depois que a denúncia veio à tona. Ela atendia alunos de 0 a 5 anos de idade, do berçário ao ensino infantil. Vídeos e fotos das crianças com os braços imobilizados por lençóis, como se usassem uma camisa de força, presos a cadeirinhas de bebês, embaixo de uma pia e perto de uma privada viralizaram nas redes sociais. E provocaram protestos dos pais dos alunos e indignação da população.
As imagens chegaram ao conhecimento da Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco) da 8ª Delegacia Seccional, que abriu inquérito para investigar o caso. Não há confirmação de quem gravou os vídeos. A suspeita é de que possa ter sido alguma funcionária da creche descontente com o que viu.
De acordo com o que professoras que trabalhavam na escola disseram à polícia, apesar de não participar diretamente dos maus-tratos aos alunos, Roberta era quem amarrava as crianças, acreditando que com isso elas parariam de chorar. Segundo elas, a diretora não suportava ouvir choros dos alunos.
Menino com hematoma perto do olho e garoto internado no respirador. Ambos chegaram feridos e doentes em casa após saírem do berçário da Colmeia Mágica, em São Paulo
Reprodução/Divulgação
Ainda segundo os depoimentos, Fernanda era conivente com a situação. Há ainda relatos de que Solange chegou a cobrir a cabeça de um bebê com uma coberta e ele ficou internado num hospital após sentir dificuldades de respirar.
As educadoras também contaram à investigação que viram outras punições: algumas crianças, que desobedeciam as regras da direção, eram levadas para um banheiro escuro, sem a presença das educadoras. E as maiores eram colocadas em pé por horas na sala de Roberta para “pensarem” sobre o que fizeram. As professoras foram ouvidas como testemunhas.
Ainda segundo as professoras, a diretora gritava com funcionárias e com as crianças, que tinham “muito medo” dela.
Delegado diz que investigação foi legal
Justiça mantém prisão preventiva de dona de escola presa por maus-tratos e tortura em SP, diz delegado
Por causa dessas acusações é que Roberta, Fernanda e Solange foram responsabilizadas criminalmente pela investigação por suspeita de participarem dos castigos às crianças que choravam ou se recusavam a se alimentar.
Durante o processo judicial, o advogado André Dias, que defende Roberta e Solange, chegou a acusar a polícia de abuso de autoridade na fase de inquérito. Procurado pelo g1 para comentar o assunto, o delegado Renato Topan, que presidiu a investigação, negou as acusações.
“A Polícia Civil agiu dentro da mais absoluta legalidade e respeitou todas as mais de 40 pessoas que estiveram na delegacia, inclusive as indiciadas. As falsas acusações sobre abuso de autoridade serão alvos de medidas de reparação moral e criminal contra quem, irresponsavelmente, as fez”, disse Topan.
A reportagem não conseguiu localizar Dias para tratar do assunto. Alguns laudos periciais ainda não foram finalizados. Os resultados deles serão levados para o MP.
Crianças tiveram sofrimentos, diz MP
Foto mostra criança dormindo no chão da Colmeia Mágica
Reprodução/ Redes sociais.
Pais de alunos ouvidos pela investigação identificaram seus filhos nos vídeos e fotos e relataram que alguns deles iam para a escolinha e voltavam de lá machucados.
Quando concordou com o pedido de prisão contra Roberta, o Ministério Público havia informado que os vídeos das crianças amarradas, as fotos de algumas delas machucadas após saírem da escolinha, e os depoimentos de testemunhas (tanto das professoras quanto dos pais de alunos) que estão com a polícia mostram que os alunos tiveram “intensos sofrimentos físicos e psicológicos”.
No entendimento da Justiça , que decretou a prisão temporária por 30 dias da diretora, as provas demonstram que “há fortes indícios” de que ela esteja envolvida “na prática dos delitos”.
O que as 3 investigadas dizem
Roberta Serme é diretora da Escola Infantil Colmeia Mágica
Reprodução/Arquivo pessoal
Antes de fugir, Roberta chegou a confirmar em seu depoimento à polícia que os vídeos foram gravados na sua escola e que as crianças que aparecem lá são seus alunos. Mas negou que as amarrasse ou ordenasse a alguém para amarrá-las. Disse ainda que desconhecia quem teria feito isso. Mas desconfiava que as cenas pudessem ter sido montadas por alguma funcionária insatisfeita para prejudicar ela e sua irmã.
Fernanda também se mostrou surpresa com os vídeos quando foi ouvida na delegacia.
Solange também negou ter cometido algum crime. Além de acusar Roberta de “embalar'” as crianças, a funcionária falou à polícia, e em entrevista à TV Globo e ao g1, que as professoras da Colmeia Mágica eram orientadas pela diretora a fazer o mesmo “procedimento”. Ela ainda falou que não ajudou a patroa a amarrar os alunos. E negou que tivesse jogado uma coberta na cabeça de uma criança, a sufocando.
VÍDEOS: Tudo sobre São Paulo e região metropolitana
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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