Economia
McDonald’s é processado por homem que adoeceu com surto de E. coli nos EUA
A ação alega que Eric Stelly consumiu um lanche na unidade da rede de fast food em Greeley, no Colorado, e testou positivo para a doença alguns dias depois. Processo é um dos primeiros sobre o caso. Lanche Quarter Pounder, do McDonald’s, em uma unidade da rede de fast food nos EUA.
Reuters
Um homem do Colorado, nos Estados Unidos, entrou com um processo contra o McDonald’s por conta do surto de E. coli relacionado aos hambúrgueres Quarter Pounder (equivalente ao Quarterão, no Brasil) que matou uma pessoa e deixou quase 50 doentes.
O processo, que foi aberto na quarta-feira (23) no Tribunal do Circuito Estadual do Condado de Cook, em Illinois, é um dos primeiros sobre o caso.
A ação alega que Eric Stelly consumiu um lanche no dia 4 de outubro na unidade do McDonald’s em Greeley, no Colorado, e testou positivo para E. coli alguns dias depois.
LEIA TAMBÉM
McDonald’s suspende venda de hambúrguer nos EUA após surto de bactéria provocar morte
Ações do McDonald’s caem mais de 5% na quarta-feira após surto de E. coli
E. coli é causada por bactéria: entenda a doença
Segundo o processo, autoridades de saúde do estado disseram que a contaminação de Stelly está ligada ao surto do McDonald’s. Stelly mora em Greeley, mas processou o McDonald’s em Chicago, onde a empresa está sediada.
A ação, que busca mais de US$ 50 mil em indenização, alega que o McDonald’s foi negligente no manuseio e cuidado com os alimentos. As ações da rede de fast food na bolsa de valores despencaram após a divulgação do surto.
Representantes do McDonald’s não responderam a um pedido de comentário.
O presidente da empresa nos Estados Unidos, Joe Erlinger, disse na quarta-feira que o McDonald’s precisa reconstruir a confiança do público depois de retirar o item do menu em quase 3 mil dos seus 14 mil restaurantes nos EUA.
O surto deixou pessoas doentes no oeste e centro-oeste do país. Uma pessoa morreu e outras 10 foram hospitalizadas devido a complicações graves, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA.
Ron Simon, advogado que representa Stelly, disse que está representando outras 15 pessoas que foram afetadas pelo surto.
O CDC e o McDonald’s estão examinando os suprimentos de cebolas em tiras e hambúrgueres de carne da empresa enquanto tentam determinar a causa do surto, disse a empresa.
O Departamento de Agricultura dos EUA disse na noite de quarta-feira que as cebolas usadas eram a provável fonte da doença, embora um de seus parceiros estaduais esteja testando amostras da carne para E. coli.
A cepa E. coli O157:H7, que levou ao surto do McDonald’s, é a mesma cepa associada a um incidente de 1993 no Jack in the Box, que matou quatro crianças.
Porta-vozes da rede de fast food disseram que os fornecedores do McDonald’s testam seus produtos com frequência, que fizeram isso no intervalo de datas que o CDC deu para o surto e nenhum deles identificou essa cepa de E. coli.
Donald Trump frita batatas em uma unidade da rede de fast food McDonald’s, na Pensilvânia
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
-
Mato Grosso do Sul4 anos agoEXPOGRANDE SEM SHOWS DE ARTISTAS REGIONAIS. VOCÊ CONCORDA?
-
Política4 anos ago
Mercado financeiro eleva estimativa de crescimento do PIB de 2023 para 0,85%
-
Ciência e Saúde4 anos ago
Sono irregular aumenta o risco de aterosclerose e doença cardiovascular
-
Ciência e Saúde4 anos ago
A melhor hora para criar músculos é agora!
-
Economia4 anos ago
Reforma tributária: Fazenda defende ‘mínimo possível de exceções’ ao novo imposto sobre consumo
-
Economia4 anos ago
Ibovespa opera em queda, com plano de crescimento da China e âncora fiscal em foco
-
Economia4 anos ago
Centro-oeste de SP inicia semana com quase 500 vagas de emprego; veja como se candidatar
-
Política4 anos agoJoias para Michelle: fatos revelam ‘procedimento padronizado e conduta exemplar’ de auditor, diz Sindifisco


