Política
Como direita e esquerda saem destas eleições municipais? Comentaristas analisam
Segundo turno das eleições deste domingo (27) deu recados ao PT de Lula e ao PL de Bolsonaro. Lula (PT) e Bolsonaro (PL)
Wilton Junior/Estadão Conteúdo e Adriano Machado/File Photo
Colunistas do g1 e da GloboNews analisaram o resultado das eleições municipais de 2024 e como a direita e a esquerda se saíram após o segundo turno do pleito.
O PSD foi o partido que levou mais prefeituras, um total de 887. Entre as capitais, ganhou a eleição para Prefeitura no Rio de Janeiro com Eduardo Paes, em Belo Horizonte com Fuad Noman, São Luís com Eduardo Braide, e em Curitiba com Eduardo Pimentel.
Em segundo lugar está o pelo MDB, com 854, o que inclui São Paulo, com a reeleição de Ricardo Nunes, e Porto Alegre, com a reeleição de Sebastião Melo.
O PL de Bolsonaro elegeu quatro prefeitos em capitais, no melhor resultado desde o surgimento do partido. Foram dois no primeiro turno e dois no segundo turno. O partido do ex-presidente vai governar João Pessoa com JHC, Rio Branco com Tião Bocalom, Aracaju com Emília Corrêa e Cuiabá com Abílio Brunini.
O PT ganhou apenas a prefeitura de uma capital, Fortaleza. Evandro Leitão foi eleito prefeito da capital cearense com 50,38% dos votos válidos, contra o candidato André Fernandes, do PL. A diferença foi de apenas 0,76%. Apesar do resultado fraco, houve uma melhora para a performance do PT, que não vencia em capitais desde 2016.
Andréia Sadi
Andréia Sadi analisa como a direita e a esquerda saem das eleições 2024
➡️Vitória da direita pragmática
Para a apresentadora do Estúdio i, Andréia Sadi, as eleições municipais deram vitória à direita que representa o campo conservador mais pragmático.
“O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, disse que eleição é uma vitória da direita, mas são várias ‘direitas’ dentro da direita. O campo conservador é o vitorioso mas com uma pitada de pragmatismo.”
A comentarista afirma que a direita sai empoderada do pleito já pensando nas eleições nacionais de 2026 e que a própria esquerda e o PT reconhecem isso.
“A direita sai empoderada e há o reconhecimento disso pelo lado da esquerda e do PT. Eu conversei com José Dirceu, que é uma das principais lideranças do PT, e disse que ‘o resultado empodera a direita do ponto de vista psicológico para as eleições 2026’. É uma direita fortalecida, organizada e ampliada. Tem muitas opções de nomes em São Paulo e Goiás, muitas lideranças.”
➡️ Futuro da esquerda
Ela finaliza, dizendo que a esquerda recebeu diversos recados e que é necessário renovar para que se encontre novas lideranças.
“Quando se olha para a esquerda, há vários recados. Recados para o governo Lula, de que não está ouvindo a sociedade, segundo lideranças do PT. Tem recado para a esquerda e para o próprio partido, de que é preciso renovar. Não basta renovar apenas as lideranças, mas também achar uma mensagem. Não basta trocar a Secretaria de Comunicação, quem comunica é o presidente Lula. Qual é a mensagem? E voltamos os olhos para o trabalhador autônomo, que foi ‘descoberto’ no final das campanhas para prefeito.”
Julia Duailibi
Julia Duailibi comenta investimento de campanhas de esquerda e direita nas eleições
➡️ Investimento das campanhas
Para Julia Duailibi, apresentadora do Globonews Mais, um dos destaques das eleições 2024 foi valor elevado de investimento nas campanhas.
“O orçamento secreto, as emendas, foram decisivas principalmente para a vitória do Centrão, que é quem controla esse tipo de emenda no Congresso. Na campanha do Ricardo Nunes e de Guilherme Boulos, em São Paulo, o Boulos conseguiu arrecadar neste ano R$ 80 milhões para a campanha e, em 2020, R$ 7 milhões com um desempenho parecido”.
Ela destaca que muitas vezes ter uma estrutura sólida não é decisivo para eleger, mas ressalta que do lado do adversário de Boulos teve a máquina pública. “Nunes teve uma arrecadação menor do que a de Boulos, foram R$ 50 milhões, mas ele tinha a caneta na mão e isso é fundamental”, ressalta.
➡️ A força do centro
Julia diz que tanto a esquerda como a extrema direita enfrentam dificuldades para conseguir vencer candidatos do centro.
“Há dificuldades estruturais em determinadas candidaturas de esquerda para conseguir vencer o centro. Mas há, também, uma dificuldade similar da extrema direita para vencer o centro, como vimos em Goiânia, em Belo Horizonte e em Curitiba”, diz a comentarista.
Natuza Nery e Julia Duailibi
Julia Duailibi e Natuza Nery comentam como direita e esquerda saem das eleições
➡️ Governadores fortalecidos
Julia Duailibi diz que as eleições mostraram a força dos governadores, principalmente por causa da máquina pública e as alianças costuradas por causa da máquina.
A comentarista destaca que Ronaldo Caiado (Goiás), Ratinho Junior (Paraná), Tarcísio de Freitas (São Paulo) e Helder Barbalho (Pará) saíram vitoriosos ao conseguir eleger seus apadrinhados nas capitais.
Julia afirma ainda que a esquerda sai derrotada, “especificamente o PT, mais do que o presidente Lula, que não entrou de cabeça nas campanhas”. A comentarista diz que isso foi uma “isso foi uma estratégia, já que as campanhas não estavam fortes”. “Ele fazendo isso [não tendo participado das campanhas com mais força] não sai como derrotado.”
➡️ Os desafios do PT
Para Natuza Nery, o presidente Lula “tem muito claro o diagnóstico da completa institucionalização do PT, ou o PT transformado em um partido de gabinete”.
“Isso é a antítese do PT desde sua criação. O partido foi se distanciando de suas bases.”
“Quem são as lideranças do PT com as quais se tem falado? Não tem. Então, o partido precisa ter um retorno às origens. Ao mesmo tempo, esse retorno não pode ser absoluto porque as ideias não estão convencendo os eleitores. É como se as ideias do partido tivessem cansado o eleitorado”, diz Natuza.
Julia comenta que, a partir da eleição de 2018, o discurso de extrema-direita de Bolsonaro começa a interessar um eleitor de baixa renda, homem e jovem, o que vai se intensificando nas eleições seguintes.
“Para público, o discurso da esquerda não chega mais. Eles se sentem representados por discursos como do candidato Pablo Marçal. É um discurso antissistema, do Estado menor, o discurso da prosperidade. É um discurso que contempla muito do que os jovens querem agora. Lula entende isso, de que o PT não consegue mais chegar neste público. E ele sabe que precisa mudar.”
Daniela Lima
Daniela Lima analisa que Bolsonaro desgastou aliados
➡️ Derrapada de Tarcísio na reta final
Daniela Lima, do Conexão GloboNews, destaca a importância do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), na eleição de Ricardo Nunes. No entanto, no dia da votação, o governador se envolveu em uma polêmica ao falar que a polícia interceptou mensagem de facção orientando voto em Boulos; mas o TRE negou ter recebido qualquer relatório.
“O governador poderia ter saído ainda maior dessa eleição se não tivesse feito o que fez em uma entrevista coletiva e que vai lhe render um caso. Está no Supremo e na Justiça Eleitoral”, comenta.
➡️ Aliados bolsonaristas desgastados
Sobre a participação de Jair Bolsonaro na eleição, Daniela Lima destaca que alguns aliados acabaram se desgastando frente ao eleitorado.
“A questão é que não só Bolsonaro optou por ficar nichado, como, ao fazer essa opção pelo nicho mais vocal de suas ideias, ele desgastou aliados. Ele evitou a vitória importante do PP em João Pessoa, evitou vitória do Progressistas em primeiro turno em Campo Grande e fez com que aliados do Republicanos ficassem chateados. Na verdade, o ex-presidente conseguiu buscar um arco amplo de pessoas e dirigentes de partidos em que conseguiu criar arestas que talvez não tivesse ainda, além de desconfianças em seu próprio nicho”, afirma Daniela Lima.
Gerson Camarotti
Gerson Camarotti analisa como direita e esquerda saem destas eleições municipais
➡️ Avanço da direita no Nordeste
O comentarista Gerson Camarotti ressalta um “crescimento vertiginoso da direita no Nordeste”, região onde o presidente Lula sempre teve muita força. “No Nordeste, vemos um crescimento vertiginoso da direita. A esquerda só consegue fazer duas capitais [nessas eleições]: Fortaleza, com muita dificuldade, com Evandro Leitão, do PT, e Recife, no primeiro turno, com João Campos, do PSB. Todo o restante do mapa vai para a direita na região.”
“O centro, a centro-direita e a direita fazem a maior parte das capitais brasileiras e das cidades. Isso levando em conta a extrema direita que Bolsonaro tentou concorrer em várias capitais, mas não conseguiu [eleger candidatos]. Esse discurso radical assustou o eleitor no segundo turno. Bolsonaro levou uma rejeição aos candidatos que apoiou. Esse é um alerta para a extrema direita: onde a direita e a centro-direita deram certo foi onde o candidato conseguiu levar um discurso mais moderado.”
Octavio Guedes
Octavio Guedes: Existe vida inteligente na direita fora de Bolsonaro
➡️ As derrotas de Bolsonaro
Para Octavio Guedes, a derrota de Bolsonaro em Goiás mostra que há outras lideranças dentro da direita brasileira.
“Existe vida inteligente na direita fora de Bolsonaro.E é uma vida inteligente”, disse.
Guedes afirma que Bolsonaro se acha “o cacique da direita”, mas que o resultado das eleições municipais mostrou que ele não é este cacique.
➡️ Falta de renovação da esquerda
Ao mesmo tempo, o comentarista diz que o governo Lula precisa deixar de ser um “governo de cabeças brancas” e parar de ficar falando apenas do passado.
“A esquerda precisa de uma mensagem para esse novo mundo. Não está mais encantando o eleitor a luta de classes, do explorado contra o burguês. O explorado quer ser o buguês, quer subir de vida, quer ter prosperidade. Esse eleitor não acredita no Estado e não quer pagar imposto…Aquele discurso da década de 1980, de que o PT vem pra defender o explorado do capitalismo, não funciona mais.”
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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