Política
Inflação dos alimentos: o que pensam os pré-candidatos à Presidência
Antes da divulgação dos planos de governo, g1 levanta as declarações dos presidenciáveis sobre temas relevantes aos brasileiros. Inflação dos alimentos: o que os pré candidatos à Presidência já disseram sobre o tema
O preço da comida hoje é o mais alto das últimas seis décadas em todo o mundo, conforme o índice da Organização das Nações Unidas, a ONU. Pandemia e a guerra na Ucrânia estão entre os fatores que jogaram o valor do alimento lá para cima, cenário que no Brasil ocorre junto com a inflação de 12,13% nos últimos 12 meses. A cenoura, por exemplo, subiu 55,14% de fevereiro de 2021 para o mesmo mês deste ano.
Para contribuir com o eleitor que irá às urnas em outubro, o g1 reuniu as declarações dos presidenciáveis sobre o assunto. De que forma eles analisam a situação atual do preço dos alimentos e como pretendem agir caso eleitos.
Alta no preço dos combustíveis: o que pensam os pré-candidatos à Presidência
A pandemia do novo coronavírus afetou as safras e os estoques de alimentos nos países – além de sua distribuição pelo mundo -, e a guerra na Ucrânia é responsável por bloquear exportações feitas pelo país e pela Rússia – dois dos principais produtores de trigo e milho para o globo, por exemplo. Os dois fatores somados agravam a situação mundial.
Leia o que os pré-candidatos pensam sobre a inflação dos alimentos:
Lula (PT)
O ex-presidente Lula em evento do PT em Salvador (BA), no último sábado (1º).
MAX HAACK/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚD
Petista repete o discurso de que é preciso “colocar o pobre no orçamento”. Sobre inflação dos alimentos, Lula tem levado a palanques carrinhos de compras: um esvaziado com a placa “2022” e outro, cheio, com “2010” à frente, em referência ao seu governo. Contudo, não detalha quais serão os projetos específicos para conter a alta no preço dos alimentos.
“Agora, eu vim aqui dizer para vocês. Primeiro que uma cesta básica dessa (aponta para um carrinho esvaziado) é uma vergonha. É muita vergonha. Eu acho que esse país é o terceiro país produtor de alimento no mundo. Portanto, não tem explicação as pessoas passarem fome. Nós temos nesse momento no Brasil 19 milhões de pessoas passando fome e 116 milhões de pessoas que não conseguem comer as calorias e as proteínas necessárias à boa vida humana. Isso não tem explicação”, afirmou Lula, em 30 de abril, durante evento com mulheres na Brasilândia, zona norte da cidade de São Paulo.
Jair Bolsonaro (PL)
15/03 – Bolsonaro na Cerimônia de Lançamento do Novo Marco de Securitização e Fortalecimento de Garantias AGRO
Alan Santos/PR
O presidente Jair Bolsonaro tem dito em discursos que a questão dos alimentos é em todo o mundo e que é “menor” no Brasil. Para ele, não existe uma resposta imediata para diminuir o valor dos produtos alimentícios e que a atual situação “terá que ser convivida por um longo tempo” pela população.
“Hoje, aproximadamente 40% do trigo consumido no Brasil vem de fora. A gente acompanha os problemas a 10 mil km de distância. A Ucrânia é um grande país exportador de trigo e isso terá um repique, terá um repique na inflação do mundo todo. Pelo que se tem demonstrado, a inflação na questão alimentar terá que ser convivida por um longo tempo ainda. E o mundo cada vez mais, consome mais. Levando-se em conta, inclusive, que se cresce um pouco mais de 50 milhões de habitantes todo ano no planeta terra. Nos aproximamos de 8 bilhões de habitantes”, disse Bolsonaro em 13 de abril, em evento no Palácio do Planalto.
Ciro Gomes (PDT)
Nesta sexta (21) o Partido Democrático Trabalhista (PDT) lança oficialmente a candidatura de Ciro Gomes para Presidente.
ANTONIO MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
O presidenciável considera necessário que o governo compre de produtores nacionais parte das safras e mantenha estocado para momentos de crise, como o atual. Ciro é crítico a ações de governo anteriores para esvaziar, segundo ele, setores responsáveis por esta função.
“Outra parte da inflação não é o governo que determina, mas o governo pode resolver. Que é a inflação dos alimentos e, de novo, o mundo está vivendo a inflação de alimentos porque o mundo não produz alimentos. Por regra, a Europa depende de importar alimentos, a China depende poderosamente de importar alimentos do Brasil, da Argentina, mas o Brasil tem produção de alimento que sobra muito daquilo que nós precisamos para consumir. Por que que os alimentos, então, estão crescendo tanto no país que tem sobra de alimentos? Porque o governo brasileiro, nessa história de sistema econômico selvagem, resolveu destruir a Cibrazem, a Conab. Isso não foi o Bolsonaro, foi o Fernando Henrique mais o Lula. Qual é a ideia: quando houver uma safra, o governo compra para garantir que o especulador não derrube o preço e dê prejuízo ao produtor. Armazena o que for necessário. Quando acontece surto especulativo, a China tá botando preço no produto brasileiro e na selva é assim: quem tem mais grana leva e o nosso povo está comendo osso, pagando R$ 27 numa lata de óleo de soja porque não temos dólar para competir com a renda chinesa”, afirmou Ciro, no dia 3 de maio, em entrevista ao Jornal Jangadeiro, da BandNews Ceará.
João Doria (PSDB)
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em foto de arquivo.
ISAAC FONTANA/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO
O tucano diz em seus discursos que os governos estaduais não têm culpa na alta, ao citar que “não houve lockdown” no Brasil e, assim, as políticas contra a Covid aplicadas no país não interferiram na questão. Doria busca responsabilizar o governo federal pelo problema e, para solucionar, a forma é atacar a inflação, fala, ao “controlar gasto público e fazer reformas urgentes, como a tributária” para gerar investimentos e emprego.
“O Açúcar aumentou 44%, o feijão 35%, a carne, então, já é impossível. O brasileiro não come carne há dois anos porque não consegue comprar carne. A inflação média que vai hoje nos alimentos é superior a 20%. Em produtos de higiene e limpeza, superior a 20% também. É um desastre. Não houve lockdown no Brasil, nenhum estado brasileiro fez. Uma coisa é quarentena, outra é lockdown. Outros governadores sofreram como eu sofri, esse mal-estar e esse sentimento de que, pela voz principalmente de negacionistas, diziam que o inimigo da economia eram as medidas restritivas. O inimigo da economia foi a pandemia, aliás, no Brasil e no mundo. Foi isso que colocou a economia do mundo no chão”, disse Doria, em 9 de março, ao podcast Os Sócios.
André Janones (Avante)
O deputado André Janones (Avante-MG)
Vinícius Loures / Câmara dos Deputados
Janones culpa o governo Bolsonaro pelo aumento dos preços e defende mais investimento no produtor rural, créditos acessíveis a mais faixas da população:
“Esse governo conseguiu sem muito esforço gerar a inflação no prato de comida do brasileiro. A inflação está no arroz, no feijão, no tomate, na batata. Enfim, nenhum alimento escapa. E como chagamos a esse caos? O governo na pandemia priorizou o sistema financeiro, disponibilizando recursos para salvar os grandes que exportam, esquecendo do pequeno produtor, aquele que faz a comida chegar em nossa mesa. Aumentou os juros para favorecer o capital financeiro e prejudicar os pobres. As isenções milionárias, como as concedidas aos donos de locadoras de carros amigos de Paulo Guedes, seguiram inalteradas, enquanto faltou ação para retirar impostos dos alimentos. Ao aumentar os juros, o país aumenta sua dívida pública e compromete sua capacidade de investimento, o menor dos últimos anos. A solução passa por criar políticas que amorteçam o choque inflacionário no alimentos e combustíveis, por investir no pequeno produtor rural, com linhas de crédito mais acessíveis e por mudanças na política de preços da Petrobrás”, disse o candidato ao g1 em 13 de maio, por meio da assessoria de imprensa.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
-
Mato Grosso do Sul4 anos agoEXPOGRANDE SEM SHOWS DE ARTISTAS REGIONAIS. VOCÊ CONCORDA?
-
Política4 anos ago
Mercado financeiro eleva estimativa de crescimento do PIB de 2023 para 0,85%
-
Ciência e Saúde4 anos ago
Sono irregular aumenta o risco de aterosclerose e doença cardiovascular
-
Ciência e Saúde4 anos ago
A melhor hora para criar músculos é agora!
-
Economia4 anos ago
Reforma tributária: Fazenda defende ‘mínimo possível de exceções’ ao novo imposto sobre consumo
-
Economia4 anos ago
Ibovespa opera em queda, com plano de crescimento da China e âncora fiscal em foco
-
Economia4 anos ago
Centro-oeste de SP inicia semana com quase 500 vagas de emprego; veja como se candidatar
-
Política4 anos agoJoias para Michelle: fatos revelam ‘procedimento padronizado e conduta exemplar’ de auditor, diz Sindifisco


