Economia
Trump diz que vai taxar todos os produtos do México e Canadá em 25% no primeiro dia de mandato
Presidente eleito dos EUA afirmou que tarifas serão mantidas até que os países vizinhos tomem medidas rigorosas contra o tráfico de drogas e o fluxo de imigrantes. Trump na conferência Bitcoin 2024, em 27 de julho, em Nashville, no Tennessee (EUA).
Jon Cherry/GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP
O presidente eleito dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (25) que vai taxar em 25% todos os produtos do México e do Canadá que entrarem no país, informou a agência de notícias Reuters.
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Segundo ele, as tarifas permanecerão em vigor até que os dois países tomem medidas rigorosas contra o tráfico de drogas, principalmente de fentanil, e contra o fluxo de imigrantes ilegais.
“Em 20 de janeiro, como uma das minhas primeiras ordens executivas, assinarei todos os documentos necessários para cobrar do México e do Canadá uma tarifa de 25% sobre todos os produtos que entrarem nos Estados Unidos e suas absurdas fronteiras abertas”, disse Trump na rede Truth Social.
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De acordo com a agência, Trump prometeu ainda uma tarifa adicional de 10% sobre importações da China por causa da entrada de fentanil — opioide sintético 50 vezes mais poderoso que a heroína — no país.
O presidente eleito acusou Pequim de não tomar medidas fortes o suficiente para interromper o fluxo de drogas ilícitas que atravessam a fronteira do México para os Estados Unidos.
“As drogas estão entrando no nosso país, principalmente através do México, em níveis nunca antes vistos”, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social. “Até que isso pare, cobraremos da China uma tarifa adicional de 10%, além de quaisquer tarifas já existentes, sobre todos os seus muitos produtos que entram nos Estados Unidos da América.”
O republicano já havia se comprometido a retirar da China o status de “nação mais favorecida” no comércio e a impor tarifas superiores a 60% sobre as importações chinesas — bem mais altas do que as aplicadas durante seu primeiro mandato.
Esta reportagem está em atualização.
Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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