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Economia

Funcionário oculta quase R$ 900 milhões em despesas e leva Macy’s a adiar balanço

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A rede norte-americana de lojas de departamento informou que não há evidências de que os registros incorretos tenham impactado os pagamentos a fornecedores ou o caixa da empresa. Consumidor em frente a uma loja da Macy’s, em Manhattan, nos EUA.
Reuters
A rede norte-americana de lojas de departamento Macy’s revelou nesta segunda-feira (25) que um funcionário ocultou até US$ 154 milhões (R$ 893 milhões) em despesas por meio de registros contábeis falsos durante mais de três anos.
A Macy’s, que realizará seu tradicional desfile anual do Dia de Ação de Graças na quinta-feira (28) em Manhattan, nos Estados Unidos, adiou a divulgação completa dos resultados do terceiro trimestre após a descoberta.
Após uma investigação independente e uma auditoria especial, a Macy’s identificou que um único funcionário responsável pela contabilidade de despesas com entregas de pequenos pacotes realizou intencionalmente registros contábeis acumulados incorretos.
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Segundo a empresa, ele ocultou entre US$ 132 milhões e US$ 154 milhões em despesas de entregas. O valor acumulado compreende o período do quarto trimestre de 2021 até o trimestre fiscal encerrado em 2 de novembro de 2024.
A Macy’s afirmou que não há evidências de que os registros incorretos tenham impactado os pagamentos a fornecedores ou o caixa da empresa e que o funcionário responsável já não faz parte da empresa.
“A investigação não identificou a participação de nenhum outro funcionário” nas falhas contábeis, declarou a empresa, acrescentando que “a companhia está adiando a publicação de seus resultados” até que “a investigação independente seja concluída”.
A Macy’s não respondeu imediatamente aos questionamentos da AFP sobre o caso.
A rede, que fechou centenas de lojas nos últimos anos devido a mudanças no comportamento dos consumidores, informou que as vendas gerais diminuíram 2,4%, atingindo US$ 4,7 bilhões (R$ 27,2 bilhões) no terceiro trimestre, segundo dados preliminares.
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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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