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Economia

A brasileira na lista de mulheres mais influentes do mundo de jornal britânico

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Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank, foi escolhida pelo Financial Times ao lado de personalidades como Kamala Harris, Taylor Swift e Simone Biles. Cristina Junqueira, cofundadora do banco digital Nubank.
Getty Images via BBC
A brasileira Cristina Junqueira, cofundadora do banco digital Nubank, foi eleita pelo Financial Times como uma das mulheres mais influentes do mundo no ano de 2024.
A lista de 25 pessoas escolhidas pelo jornal britânico conta com outras empresárias, além de personalidades da música, cinema, moda, literatura, política mundial e outras áreas.
Junqueira foi apresentada pela revista a partir de um texto assinado pela também empresária brasileira Luiza Trajano, da rede de lojas de varejo Magazine Luiza.
“Cristina Junqueira, cofundadora do maior banco digital do mundo, o Nubank, sempre demonstrou uma inquietação transformadora”, escreve Trajano.
A presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza descreve ainda a colega de profissão como alguém com “comprometimento e atenção aos detalhes” e uma “busca constante por inovação”.
“Sua capacidade de identificar oportunidades e liderar mudanças foi comprovada com a fundação do Nubank em 2013, revolucionando o sistema financeiro brasileiro e promovendo a inclusão financeira.”
“Desde então, o Nubank construiu uma sólida base de clientes e teve uma listagem bem-sucedida no mercado de ações”, continua Trajano.
“Cristina transformou desafios em inovação e construiu soluções que atendem às reais necessidades do mercado. Sua presença nesta lista reflete a importância de reconhecer líderes que moldam o futuro com coragem e visão estratégica, tão importantes no Brasil.”
Também estão na lista de 2024 do Financial Times a cantora Taylor Swift, a ganhadora do Oscar de melhor atriz Emma Stone, a medalhista olímpica Simone Biles e a vice-presidente e ex-candidata à Presidência dos EUA, Kamala Harris.
Junqueira foi eleita na categoria “líderes” do jornal ao lado de outras nove mulheres: Margrethe Vestager, comissária antitruste da União Europeia (UE); Rachel Reeves, ministra das Finanças do Reino Unido; Lisa Su, diretora-executiva da empresa de semicondutores AMD; Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, Fei-Fei Li, cientista e professora de Stanford, Claudia Sheinbaum, presidente do México, Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu; Julia Hoggett, CEO da London Stock Exchange; Ruth Porat, presidente e CFO da Alphabet e do Google; e Kamala Harris.
Quem é Cristina Junqueira?
Formada em Engenharia de Produção na Universidade de São Paulo (USP), a brasileira nascida em Ribeirão Preto (SP) teve suas principais experiências profissionais no mercado financeiro.
Logo no início da carreira, seu caminho se cruzou com o de Luiza Trajano, já que ela atuou no LuizaCred, antigo braço de financiamentos do Magazine Luiza. Antes da fundação do Nubank, ela passou também pelos bancos Itaú e Unibanco.
Seu maior projeto nasceu a partir do convite do colombiano David Vélez em 2013. O executivo radicado nos EUA tinha como objetivo criar uma fintech que desse aos clientes mais controle das suas finanças.
A sede do Nubank em São Paulo.
Getty Images via BBC
Além de Junqueira, o empresário recrutou também o americano Edward Wible, de forma que os três são hoje considerados cofundadores do Nubank.
Desde então o banco digital expandiu seus serviços e é hoje uma das marcas mais valiosas do Brasil, segundo ranking da Interbrand.
Cristina Junqueira tem cerca de 2,9% das ações da instituição e, segundo a Forbes Brasil, é a quarta mulher mais rica do Brasil, com uma fortuna estimada em R$ 8,61 bilhões.
Ela alcançou o status de bilionária depois que o Nubank estreou na Bolsa de Valores de Nova York, em dezembro de 2021, e se tornou a primeira mulher a alcançar a casa dos bilhões por conta de uma fintech no Brasil.
A empresária também é mãe de quatro filhos: Alice, Bella, Anna e Leo.
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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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