Economia
O Assunto #1366: OO choque de juros e a economia em 2025
Na última reunião do ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, de forma unânime, elevar a taxa Selic de 11,25% ao ano para 12,25% ao ano. Um aumento de 1 ponto percentual na taxa básica de juros. Você pode ouvir O Assunto no g1, no GloboPlay, no Spotify, no Castbox, no Apple Podcasts, na Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou na sua plataforma de áudio preferida. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio.
Na última reunião do Copom com Roberto Campos Neto na presidência do Banco Central – ele será substituído por Gabriel Galípolo, indicado por Lula –, o Conselho decidiu elevar a taxa básica de juros para 12,25% ao ano. A alta de 1 ponto percentual já foi acima do que o mercado esperava, mas a orientação futura foi ainda mais dura: dois novos aumentos, também de 1 p.p. cada, em janeiro e em março de 2025.
Diante de um cenário de pleno emprego, consumo em alta e inflação acima do teto da meta, a decisão do Copom busca conter a alta dos preços. Mas, também, reflete o clima generalizado de incertezas com a instabilidade do cenário externo e com a capacidade do governo em cumprir a meta fiscal e controlar a dívida pública.
Para entender o que levou o Banco Central a adotar uma postura mais agressiva, Natuza Nery conversa com a economista Zeina Latif, sócia da Gibraltar Consulting e colunista do jornal O Globo.
Zeina analisa a escolha do Copom pelo “tratamento de choque” aos juros e a resposta do mercado a isso. Ela também avalia se a alta da Selic será suficiente no esforço de devolver a inflação para dentro da meta e as perspectivas do ciclo monetário para economia real em 2025.
O que você precisa saber:
Copom eleva Selic para 12,25% ao ano e prevê novos aumentos em janeiro e março
Dólar sobe e volta a fechar a R$ 6; Ibovespa cai mais de 2%
Copom fala em cenário ‘menos incerto e mais adverso’ e indica juros a 14,25%; veja os recados
CAMAROTTI: último Copom de Roberto Campos faz operação para blindar Galípolo pelas próximas duas reuniões
O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Amanda Polato, Sarah Resende, Gabriel de Campos, Luiz Felipe Silva e Thiago Kaczuroski. Apresentação: Natuza Nery.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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