Economia
Ministério finaliza minuta para regulamentar a TV 3.0 e prevê implementação em 2025; entenda
Decreto define a tecnologia de transmissão que será usada. Sistema vai proporcionar mais interatividade para a audiência, com a possibilidade de se usar aplicativos para canais de TV aberta. TV 3.0
Reprodução/TV Globo
O Ministério das Comunicações concluiu a elaboração do decreto que vai regulamentar a TV 3.0 no Brasil. A pasta anunciou nesta quarta-feira (18) que enviou a minuta para a Casa Civil, que deve fazer os ajustes finais para publicação.
O decreto define a tecnologia de transmissão que será usada pela TV 3.0. O modelo escolhido é o norte-americano/coreano ATSC 3.0, que deve se adequar melhor aos requisitos do projeto.
A tecnologia faz parte da “camada física” da TV 3.0, que faz a transmissão e recepção dos sinais pelo ar. A expectativa é que a tecnologia já comece a ser implementada em 2025.
DTV+: o que é TV 3.0, que oferece melhor qualidade de imagem e recursos interativos
O que é a ‘TV 3.0’?
A TV 3.0 vai proporcionar mais interatividade para a audiência, com a possibilidade de se usar aplicativos para canais de TV aberta.
Dessa forma, os canais vão poder disponibilizar conteúdo sob demanda por meio da TV aberta, além de uma maior personalização da programação.
Apesar de algumas aplicações da nova geração de TV aberta serem possíveis com a internet, a conexão não é um requisito para receber o sinal de ‘TV 3.0’.
Essa tecnologia também vai proporcionar maior qualidade de imagem e som para os espectadores, com imagem em 4K e som imersivo — que não são possíveis com a TV digital.
Quando a ‘TV 3.0’ deve ser implementada?
O governo pretende começar a implementar a TV 3.0 em 2025. A expectativa é que, no início do ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assine um decreto que estabeleça a tecnologia a ser utilizada e o cronograma de implantação para que as emissoras se adequem aos novos requisitos.
Atualmente, não há modelos de TV disponíveis no mercado brasileiro que possam receber o sinal da ‘TV 3.0’. Por isso, no primeiro momento de implantação, será preciso usar conversores.
Serão então duas fases de implementação:
TVs com receptores para fazer a conversão;
à medida que a implementação for avançando, novas TVs já poderão receber o sinal sem aparelhos de conversão.
O governo ainda não definiu se os conversores de sinal para a TV 3.0 serão distribuídos, mas há discussões sobre a entrega gratuita para famílias de baixa renda – a exemplo do que ocorreu na expansão do sinal digital.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
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Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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