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Economia

Vendas de motos usadas batem recorde em 2024, com mais de 3,4 milhões de unidades

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Honda lidera com CG 150, 125 e Biz. Yamaha fecha a lista entre as 10 motocicletas de segunda mão mais desejadas do mercado. Honda possui oito entre as dez motos mais vendidas no mercado de usadas
g1
As vendas de veículos usados chegaram à marca de 15,7 milhões de unidades em 2024, melhor número desde 2011, início da série histórica da Federação dos Revendedores de Veículos Usados (Fenauto). Essa é a soma das vendas de carros, motos, picapes, caminhões e outros veículos.
Apenas entre as motos, foram vendidas mais de 3.493.352 unidades em 2024. E a Honda continua sendo a marca mais vendida tanto no segmento de novos quanto no de usados. A Yamaha acompanha, mas tem apenas dois modelos nas listas de dezembro e do acumulado do ano.
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2 pontos positivos e negativos da Honda CG 160
Resultado de dezembro
Em dezembro de 2024, foram vendidas 74.310 unidades da CG 150, enquanto a Biz teve 34.541 vendas, figurando na segunda posição.
Para fechar o pódio, Honda NXR 150, a Bros, fechou o último mês de 2024 com 28.134 emplacamentos.
Veja abaixo os modelos de motos usadas mais vendidas em dezembro.
Honda CG 150: 74.310;
Honda Biz: 34.541;
Honda NXR 150: 28.134;
Honda CG 125: 27.928;
Honda Pop 100: 12.407;
Honda XRE 300: 8.311;
Yamaha YBR 125: 8.028;
Honda CB 300R: 5.497;
Yamaha XTZ 250: 4.521;
Honda PCX 150: 4.068.
Resultados de 2024
No acumulado de 2024, o Honda CG também lidera. Só que a CG menos potente, com motor de 125 cilindradas, ultrapassa a Bros no acumulado do ano, completando o pódio de motos mais vendidas do ano passado.
Veja abaixo os modelos de motos usadas mais vendidas em 2024.
Honda CG 150: 840.179;
Honda Biz: 395.598;
Honda 125: 339.398;
Honda NXR 150: 171.437;
Honda Pop 100: 139.575;
Yamaha YBR 125: 96.408;
Honda XRE 300: 89.060;
Honda CB 300R: 64.009;
Honda PCX 150: 37.137;
Yamaha XTZ 250: 25.482.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Economia

Governo propõe aumentar limite do MEI para R$ 140 mil e ampliar contratação de funcionários

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Simples Nacional.
Simples Nacional/Divulgação
Um projeto de lei complementar enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (29) propõe ampliar o limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI) e permitir a contratação de até dois funcionários.
A proposta prevê um reajuste progressivo do teto, que hoje é de R$ 81 mil por ano. Pelo texto, o limite passará para R$ 110 mil em 2027 e chegará a R$ 140 mil em 2028. A medida atinge mais de 13 milhões de microempreendedores registrados no país.
Agora no g1
O projeto foi entregue ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e faz parte de uma articulação do governo federal para atualizar as regras do regime simplificado.
Atualmente, o teto do MEI não é reajustado desde 2018. Segundo o governo, a defasagem acumulada ao longo dos anos — causada pela inflação e pelo aumento natural das receitas — tem dificultado a permanência de empreendedores na categoria.
A proposta busca justamente evitar que pequenos negócios precisem migrar para regimes tributários mais complexos à medida que crescem. Com o novo modelo, a ideia é permitir que os empreendedores ampliem suas atividades sem sair da formalização.
Além do aumento do teto, o projeto também altera as regras de contratação. Hoje, o MEI pode ter apenas um funcionário. Com a mudança, será possível contratar até dois empregados, o que, na avaliação do governo, deve dar mais flexibilidade à organização dos negócios e estimular a geração de empregos formais.
O ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, afirmou que a iniciativa tem caráter estratégico para a economia.
“Esse conjunto de medidas foi construído para remover obstáculos, ampliar oportunidades e dar condições para que milhões de empreendedores possam crescer, contratar e prosperar”, disse.
A proposta foi elaborada em conjunto com os ministérios da Fazenda, do Planejamento e Orçamento e da Gestão e Inovação em Serviços Públicos.
Agora, o texto começa a tramitar no Congresso e ainda precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado antes de entrar em vigor.
Simples Nacional
Criado em 2006, o Simples Nacional tem por objetivo de estimular as pequenas empresas. O regime especial consiste na unificação de alguns tributos com alíquota mais favoráveis para o empreendedor.
A reforma tributária sobre o consumo, aprovada em 2023, não alterou os limites de enquadramento das empresas do Simples e do MEI.
Atualmente, podem aderir ao Simples:
microempreendedor individual que fatura até R$ 81 mil por ano;
transportador autônomo de cargas que fatura até R$ 251,6 mil por ano;
microempresas com até R$ 360 mil por ano; e
empresas de pequeno porte com até R$ 4,8 milhões anuais.
De acordo com estimativas da Receita Federal, o governo vai deixar de arrecadar R$ 136 bilhões em 2026 com o Simples Nacional.

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