Economia
CNU: governo faz nova coletiva sobre o ‘Enem dos concursos’
Marcado por adiamentos, processo seletivo inédito reúne vários concursos autorizados para contratação de servidores públicos em diferentes órgãos do governo federal. Site do Concurso Público Nacional Unificado (CNU)
Reprodução/Fundação Cesgranrio
O Ministério da Gestão realiza uma nova coletiva de imprensa nesta terça-feira (14), a partir das 14h, para falar sobre o Concurso Público Nacional Unificado (CNU). O evento está sendo transmitido ao vivo no YouTube.
Conforme apurado pelo g1, o assunto é o cronograma do “Enem dos concursos”. Participam da coletiva a ministra da Gestão, Esther Dweck, o Secretário de Gestão de Pessoas, José Celso Cardoso Jr, e o diretor do CNU, Alexandre Retamal.
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As provas do CNU foram aplicadas no dia 18 de agosto de 2024, após um adiamento por causa da tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul.
Já o resultado estava inicialmente previsto para sair em 21 de novembro, mas também foi adiado para 11 de fevereiro de 2025, devido a uma decisão judicial que reintegrou ao concurso cerca de 32 mil candidatos, por dois motivos:
garantir a correção da prova escrita dos participantes que concorrem a vagas reservadas para negros em quantidade equivalente a dos candidatos de ampla concorrência;
cancelar a eliminação dos participantes que deixaram de preencher uma das formas de identificação do gabarito (“bolinha” ou frase da capa).
Desde o anúncio do novo cronograma, em novembro, esses participantes têm sido convocados para o envio de títulos, procedimentos de verificação para cotas e outras etapas do concurso que não haviam realizado anteriormente.
Inédito, o CNU centralizou em um único processo seletivo os concursos autorizados para contratação de servidores públicos em diferentes órgãos do governo federal, reunindo mais de 6,6 mil vagas. E é o maior concurso do país em número de inscritos (2,1 milhões).
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Economia
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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