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Trump suaviza tom e diz que ‘preferiria’ evitar imposição de tarifas sobre a China

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Declaração vem após o republicano afirmar repetidamente, durante sua campanha eleitoral, que aumentaria em até 60% a tributação de produtos do país asiático. Trump assina decretos
Jim WATSON / POOL / AFP
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (23) que “preferiria” evitar a imposição de tarifas sobre a China.
A declaração veio após o republicano afirmar repetidamente, durante sua campanha eleitoral, que aumentaria as tarifas sobre produtos do seu principal rival econômico.
Perguntado em uma entrevista à Fox News se são possíveis acordos com o líder chinês, Xi Jinping, sobre a ilha de Taiwan e a questão comercial, Trump respondeu: “Eu posso fazer isso porque tenho algo que eles querem: uma mina de ouro”.
“Temos um grande poder sobre a China: as tarifas. E eles não as querem. Isso é um tremendo poder sobre o país”, declarou o republicano.
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Após tomar posse na segunda-feira (20), Trump disse que seu governo planeja impor tarifas de 10% sobre os produtos da China, a segunda maior economia do mundo, a partir de 1º de fevereiro.
Durante sua campanha para a Casa Branca, ele disse que essas tarifas poderiam chegar a 60%.
A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do país asiático, Mao Ning, disse nesta sexta-feira (24) que os dois países podem resolver suas diferenças por meio do “diálogo”.
“A cooperação econômica e comercial entre a China e os Estados Unidos é benéfica para ambos os lados”, disse ela, declarando que seu país nunca busca deliberadamente ter um superávit comercial.
“As guerras comerciais e tarifárias não têm vencedores e não servem aos interesses de ninguém”, acrescentou.
Donald Trump vira centro das atenções após discurso no Fórum Econômico Mundial

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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