Política
Veja perguntas e respostas sobre o impasse envolvendo a deportação de brasileiros algemados pelos EUA
Episódio chegou ao presidente Lula, que mandou aeronave da FAB transportar grupo de Manaus (AM) para Confins (MG). Itamaraty diz que uso ‘indiscriminado’ de algemas violou acordo de 2018. Brasil vai pedir esclarecimentos à Casa Branca sobre denúncia de maus tratos a deportados
O uso de algemas por brasileiros deportados dos Estados Unidos, conforme determinação do governo norte-americano, provocou uma crise entre os dois países no último fim de semana.
Ao todo, 88 brasileiros foram deportados dos Estados Unidos na última semana por viverem de forma ilegal no país.
Quando a aeronave pousou em Manaus (AM), o governo brasileiro tomou conhecimento de que as autoridades americanas queriam prosseguir a viagem até Belo Horizonte (MG) com os brasileiros algemados e impediu que isso acontecesse.
Voo com brasileiros deportados dos EUA
Reprodução
O episódio levou o governo a dizer, publicamente, que iria cobrar explicações dos Estados Unidos pelo tratamento “degradante” dado aos brasileiros. Isso porque, segundo o Ministério das Relações Exteriores (MRE), houve violação de acordo entre os dois países.
Nesse contexto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o chanceler Mauro Vieira se reuniram nesta segunda-feira (27) no Palácio do Planalto.
Veja abaixo perguntas e respostas sobre o tema (clique no link para acompanhar o conteúdo):
Por que esses brasileiros foram deportados?
Por que o avião pousou em Manaus?
Como a informação das algemas chegou ao presidente Lula?
Qual foi a reação do presidente?
Qual foi o entendimento que prevaleceu?
Mas os deportados costumam vir algemados?
O que os órgãos oficiais disseram no sábado?
E a embaixada dos EUA?
No domingo, ainda houve desdobramento?
Mas, afinal, por que o governo brasileiro reclamou das algemas?
O que diz o texto desse acordo?
Além do Brasil, algum outro país reclamou do tratamento dado aos seus deportados?
Qual foi a reação da comunidade internacional?
Avião da FAB vai levar brasileiros deportados dos EUA para MG
Por que esses brasileiros foram deportados?
Segundo informações do governo federal, todos os 88 brasileiros foram deportados pelo governo dos Estados Unidos por terem entrado ou tentado entrar no país de forma ilegal, ou seja, sem a documentação necessária para residir de forma fixa.
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Por que o avião pousou em Manaus?
Em nota, o Ministério da Justiça informou que a aeronave fretada pelo governo americano apresentou problemas técnicos e precisou fazer pouso de emergência na capital amazonense no início da noite de sexta-feira.
A colunista do g1 e apresentadora da GloboNews Andreia Sadi e passageiros disseram que o ar-condicionado da aeronave parou de funcionar.
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Como a informação das algemas chegou ao presidente Lula?
Segundo o Ministério da Justiça, quando o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, tomou conhecimento do que estava acontecendo em Manaus (AM), entrou em contato com o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, que então acionou o presidente Lula sobre o que deveria ser feito.
Lula participa da cerimônia de assinatura do contrato de concessão da BR- 381/MG, na presença de ministros, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), nesta quarta-feira, 22 de janeiro.
Fátima Meia/Enquadrar/Estadão Conteúdo
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Qual foi a reação do presidente?
Segundo o governo federal, ao tomar conhecimento de que as autoridades americanas queriam transportar os brasileiros de Manaus (AM) para Belo Horizonte (MG) algemados, o presidente determinou que uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) fosse à capital amazonense e fizesse o transporte em condições mais adequadas.
O avião saiu de Brasília (DF), foi a Manaus e, por volta das 16h40 (17h40 pelo horário de Brasília) do sábado decolou em direção a Minas Gerais, onde pousou pouco depois das 21h.
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Qual foi o entendimento que prevaleceu?
De acordo com o governo federal, prevaleceu o entendimento de que se trata uma questão de soberania nacional e que, portanto, caberia ao próprio governo brasileiro estabelecer como deveria ser feito o transporte, e não às autoridades americanas.
Integrantes do governo avaliaram que, embora a política migratória dos Estados Unidos caiba ao país, a partir da chegada dos brasileiros em território nacional é responsabilidade do Brasil definir o que acontece.
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Mas, os deportados costumam vir algemados?
À TV Globo, a Polícia Federal informou que o uso de algemas e correntes é praxe no embarque dos deportados em solo americano. Mas, que eles não poderiam desembarcar em solo brasileiro algemados, porque não são prisioneiros.
Entenda: Algemas em deportados pelos EUA são ‘praxe’, mas só durante o voo, diz PF; uso após desembarque gerou tensão
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O que os órgãos oficiais disseram no sábado?
Em nota, o Ministério da Justiça disse que “a dignidade da pessoa humana é um princípio basilar da Constituição Federal e um dos pilares do Estado Democrático de Direito, configurando valores inegociáveis”.
A Polícia Federal, por sua vez, disse também em nota que: “Os brasileiros que chegaram algemados foram recebidos e imediatamente liberados das algemas pela Polícia Federal, na garantia da soberania brasileira em território nacional e dos protocolos de segurança em nosso país”.
Em rede social, o Ministério das Relações Exteriores disse que o ministro Mauro Vieira havia se encontrado com representantes da PF e da Força Aérea Brasileira em Manaus e que o governo brasileiro iria encaminhar pedido de esclarecimentos aos Estados Unidos.
Uso ‘indiscriminado’ de algemas viola acordo, e Brasil cobrará EUA por tratamento ‘degradante’ a deportados, diz Itamaraty
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E a embaixada dos EUA?
Procurada, a embaixada dos Estados Unidos em Brasília divulgou o seguinte comunicado: “Os cidadãos brasileiros do voo de repatriação estão sob custódia das autoridades brasileiras. Continuamos em contato com as autoridades brasileiras a respeito do incidente”.
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No domingo, ainda houve desdobramento?
Sim. O Ministério das Relações Exteriores, que já havia se manifestado em uma rede social no sábado, divulgou uma nota oficial no domingo.
Nesta nota, disse, por exemplo, que o tratamento dado aos brasileiros foi “degradante”, que houve “revolta” por parte dos 88 cidadãos em razão do tratamento “indigno” recebido durante a operação do governo americano.
Além disso, o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), emitiu nota oficial se dizendo preocupado com os brasileiros e cobrando respeito à “dignidade” das pessoas.
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Mas, afinal, por que o governo brasileiro reclamou das algemas?
Segundo o governo, porque houve violação de um acordo assinado em 2018 pelos dois países, comandados à época por Michel Temer (Brasil) e Donald Trump (2018).
De acordo com o Itamaraty, o uso “indiscriminado” de algemas fere esse acordo.
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O que diz o texto desse acordo?
O Itamaraty não havia divulgado o texto do acordo até a última atualização desta reportagem. Entretanto, em nota, o ministério infirmou que o acordo estabelece “tratamento digno, respeitoso e humano”.
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Além do Brasil, algum outro país reclamou do tratamento dado aos seus deportados?
Sim. A Colômbia e o México se recusaram a receber aviões fretados pelo governo americano com cidadãos deportados.
A medida da Colômbia, no entanto, gerou reação negativa de Donald Trump, que anunciou restrições à emissão de vistos para colombianos e aumento de tarifas para produtos colombianos nos EUA.
Após negociações ao longo do domingo, os dois países chegaram a um entendimento.
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Qual foi a reação da comunidade internacional?
A presidente de Honduras, Xiomara Castro, atual presidente da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) convocou uma reunião de emergência sobre o tema.
O encontro deve ocorrer na próxima quinta-feira (30), e contará com a participação de chefes de Estado e de governo de países que compõem o organismo multilateral, para discutir o tema da migração.
O Brasil faz parte da Celac e já foi comunicado da convocação.
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Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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