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Economia

Lula fala em ampliar crédito e diz que população ‘não vai comprar dólar’, ‘vai comprar alimentos’

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Presidente afirmou que, a partir da semana que vem, governo vai divulgar novos programas, mas não deu detalhes. Declaração foi dada durante cerimônia na Bahia de entrega de obras do Novo PAC. Lula participa de evento na Bahia
Reprodução/CanalGov
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (7) que o governo vai lançar, a partir da semana que vem, programas de ampliação de crédito para a população, mas não deu detalhes sobre as iniciativas.
Segundo ele, com a medida, as pessoas não vão “comprar dólar”, mas vão “comprar alimentos” (leia mais abaixo).
“Se o produto está caro, não compre”, diz Lula; Julia Duailib comenta
“Nós temos alguns programas que vamos anunciar — eu não vou nem falar porque é surpresa. A partir da semana que vem a gente vai começar a anunciar alguns programas. Sabe por quê? Porque eu quero mais crédito para o povo”, disse Lula.
Nesse contexto, o presidente voltou a usar a frase que defende uma maior distribuição de renda no país. Segundo ele, muito dinheiro na mão de poucos significa miséria de muitos, enquanto pouco dinheiro na mão de todos significa melhora de vida para o povo brasileiro.
“Por isso que vamos fazer muitas políticas de crédito nesse país. Na hora que o dinheiro começa a circular na mão das pessoas, ninguém aqui vai comprar dólar, ninguém vai depositar no exterior. Vocês vão comprar comida, vão comprar roupa, vão comprar material escolar e vocês vão melhorar a vida da cidade de vocês.”, emendou o presidente.
A declaração foi dada durante cerimônia na Bahia de entrega de obras do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Reunião com bancos
Lula não deu mais informações sobre as ações que o governo anunciará para o crédito, mas teve reuniões nas últimas semanas com a equipe econômica e com executivos de bancos públicos e privados para discutir o tema.
Lula iniciou nesta semana uma série de viagens pelo país a fim de anunciar e inaugurar obras, em uma tentativa de reverter a piora na avaliação do governo.
O presidente esteve no Rio de Janeiro na quinta (6) e na próxima semana deverá ter agendas no Amapá e no Pará.
Nas últimas duas semanas, o presidente comentou em entrevistas e discursos a inflação dos preços dos alimentos, identificada por analistas como um dos motivos para piora da avaliação do governo.
Lula já declarou que o tema lhe preocupa e que conversará com empresários para encontrar formar de baratear a comida sem fazer “bravatas”.
O petista, contudo, afirmou a rádios da Bahia na quinta-feira (6) que os brasileiros precisam de um “processo educacional” para que aprendam a desviar de preços mais altos no supermercado e substituir compras por produtos similares.
“Uma das coisas mais importantes para que a gente possa controlar o preço é o próprio povo. Se você vai no supermercado e você desconfia que tal produto está caro, você não compra. Se todo mundo tiver a consciência e não comprar aquilo que acha que está caro, quem está vendendo vai ter que baixar para vender, porque, senão, vai estragar”, disse Lula na ocasião.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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