Economia
Galípolo: tarifas dos EUA podem ser menos prejudiciais para o Brasil do que para outros países, mas incerteza ainda é alta
Presidente do Banco Central participou de evento na Federação das Indústria do Estado de São Paulo nesta sexta-feira (14). O presidente do Banco Central do Brasil (BC), Gabriel Galípolo, afirmou nesta sexta-feira (14) que as recentes ameaças tarifárias do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, podem ser menos prejudiciais ao Brasil do que para outros países da América Latina.
A percepção, segundo o banqueiro central, se dá pela menor relação comercial que o Brasil tem com os EUA em comparação a outros países, como é o caso do México, do Canadá e outros países do sudeste asiático.
“Não estou dizendo que as tarifas serão melhores para o Brasil, […] mas que, comparativamente, talvez [as tarifas] sejam menos prejudiciais para o Brasil do que para o México, por exemplo”, afirmou o presidente do BC. As falas foram feitas durante um evento promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), nesta sexta-feira (14).
Galípolo destacou, no entanto, que ainda há muita incerteza sobre quais os impactos que o tarifaço de Trump podem ter na economia.
“Esse é um cenário de mudança e complexidade global, onde ainda estamos tentando entender quais serão as medidas efetivas que serão feitas e quais serão as repercussões dessas medidas”, completou.
Esta reportagem está em atualização
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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