Economia
Nike faz parceria com Skims, de Kim Kardashian, para nova marca de roupas esportivas femininas
NikeSkims faz parte dos esforços do CEO da Nike, Elliott Hill, de ampliar as ofertas da empresa e competir de maneira mais eficiente com marcas emergentes. NikeSkims, a nova marca em parceria entre Nike e Skims, de Kim Kardashian
Divulgação/Nike
A Nike irá lançar nos próximos meses, em parceria com a Skims, da socialite Kim Kardashian, uma nova marca de roupas esportivas femininas nos Estados Unidos.
A NikeSkims faz parte dos esforços do CEO da Nike, Elliott Hill, de ampliar as ofertas da empresa e competir de maneira mais eficiente com marcas emergentes.
A parceria deve garantir à Nike vantagem entre as marcas de roupas esportivas voltadas para mulheres, enquanto a marca aposta em um retorno às suas raízes esportivas. Atualmente, a companhia depende de seu negócio focado em homens para mais da metade de suas vendas.
O impulso foi perceptível no primeiro anúncio feito pela Nike no Super Bowl em quase três décadas, no qual apresentou estrelas do esporte feminino como a jogadora de basquete Caitlin Clark e a velocista Sha’Carri Richardson.
“O negócio feminino tem um crescimento mais rápido e mais potencial de crescimento no futuro. A Nike perdeu essa oportunidade que a Lululemon explorou nos últimos 10-15 anos”, disse à Reuters o analista da Morningstar, David Swartz.
“A parceria com a Skims é um esforço para crescer um pouco mais rápido nessa área.”
As ações da Nike subiram 4% na terça-feira (18) e estavam a caminho de seu melhor dia desde a nomeação de Hill, em setembro do ano passado.
A demanda por calças de moletom e calças de ioga de alta qualidade para mulheres tem sido um motor de crescimento para a Lululemon, com sede no Canadá, bem como para marcas emergentes como Alo Yoga e Vuori. Também ajudou a marca Athleta, da Gap.
A Nike informou que a NikeSkims incluiria roupas de treino, calçados e acessórios para mulheres.
A Skims foi lançada em 2019 e está avaliada em cerca de US$ 4 bilhões. A marca tem visto uma forte demanda por seus sutiãs premium, roupas de lazer e modeladores.
A primeira coleção da NikeSkims será lançada em algumas lojas de varejo nos EUA e em seu site. Além disso, estará disponível em mais lojas de varejo e no segmento de atacado em 2026.
Nike tenta reviver demanda
Em dezembro do ano passado, o CEO da Nike, Elliot Hill, alertou para dificuldades de curto prazo enquanto a marca, que enfrenta desafios, tenta reviver a demanda fraca por seus produtos.
Hill disse que a Nike “perdeu sua obsessão pelo esporte” e prometeu corrigir a situação ao reforçar seus negócios no esporte e vender mais produtos a “preços premium”.
As declarações de Hill ocorreram durante a primeira teleconferência de resultados desde que assumiu oficialmente o cargo, em outubro de 2024.
A receita líquida da Nike no segundo trimestre fiscal daquele ano caiu 7,7%, para US$ 12,35 bilhões, contra expectativa de queda de 9,41%, para 12,13 bilhões de dólares, segundo estimativas de analistas compiladas pela LSEG.
“Se analisarmos bem, os números não são bons”, disse Jessica Ramirez, analista sênior da Jane Hali & Associates. “Mas é melhor do que a maioria das pessoas temia.”
* Com informações da Reuters
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Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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