Economia
Natura estuda possível venda da operação Avon fora da América Latina
Tratativas vem sendo realizadas, com exclusividade, com a gestora IG4, mas ainda estão em estágio inicial. Catálogos Natura e Avon (foto ilustrativa)
Reprodução
A Natura estuda a possibilidade de vender a operação da Avon fora da América Latina e está em tratativas com a gestora IG4, que demonstrou interesse na aquisição da marca, informou a companhia em um fato relevante divulgado nesta quinta-feira (20).
A empresa brasileira de cosméticos já havia informado, em 4 de dezembro de 2024, que retomou os estudos de alternativas estratégicas para a Avon fora da América Latina e que isso poderia levar a uma venda total da operação, ou outros tipos de parcerias comerciais.
“Nesse contexto, (a Natura) vem mantendo tratativas gestora IG4 visando uma potencial transação de venda das operações da Avon fora da América Latina”, disse a companhia.
O comunicado, assinado pelo diretor financeiro da Naturam Guilherme Castellan, ainda destaca que as negociações “vem sendo mantidas em exclusividade, mas estão ainda em estágio inicial e a Companhia permanece avaliando outras alternativas estratégicas”.
*Reportagem em atualização
Economia
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Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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