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Economia

A privada de ouro de R$ 35 milhões que foi roubada em 5 minutos

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Três homens estão sendo julgados pelo roubo do vaso sanitário de ouro que fazia parte de uma exposição de arte. O vaso sanitário de ouro maciço desapareceu do Palácio de Blenheim em 2019.
Getty Images via BBC
Uma privada de ouro maciço de 4,8 milhões de libras (aproximadamente R$ 35 milhões) foi roubada do Palácio de Blenheim, patrimônio mundial da Unesco, em uma “operação audaciosa” que levou apenas cinco minutos, em setembro de 2019, segundo um tribunal.
O vaso sanitário estava instalado e em pleno funcionamento como parte de uma exposição de arte no palácio, onde Winston Churchill nasceu, em Oxfordshire, na Inglaterra.
Três homens foram acusados pelo crime. Michael Jones, de 39 anos, de Oxford, nega a acusação de roubo. Fred Doe, anteriormente conhecido como Frederick Sines, de 36 anos, de Windsor, e Bora Guccuk, de 41 anos, do oeste de Londres, se declararam inocentes de conspiração para transferência de propriedade criminosa.
Os três estão sendo julgados na Corte da Coroa (tribunal superior de primeira instância para casos criminais) de Oxford, na Inglaterra.
Durante o julgamento, foi informado que o vaso sanitário provavelmente foi quebrado em partes, e nunca foi recuperado.
A privada fazia parte de uma exposição de arte no Palácio de Blenheim.
Getty Images via BBC
O promotor Julian Christopher disse ao tribunal que uma gangue de cinco pessoas em dois veículos atravessou os portões trancados do Palácio de Blenheim, na madrugada de 14 de setembro de 2019, e invadiu a construção com marretadas.
As marretas foram deixadas no local, conforme foi dito no julgamento.
Uma foto foi tirada cerca de 17 horas antes do vaso sanitário ser roubado, e, de acordo com Christopher, a imagem havia sido registrada por Jones, enquanto ele estava “lá como parte da (missão de) reconhecimento da área para o roubo”.
O promotor disse ainda ao tribunal que a incursão levou apenas cinco minutos.
“A obra de arte nunca foi recuperada. Ela parece ter sido dividida em pequenas quantidades de ouro, e nunca foi recuperada”, ele acrescentou.
Os jurados foram informados que um quarto homem, James Sheen, de 40 anos, de Wellingborough, se declarou culpado de roubo, transferência de propriedade criminosa e conspiração para tal em abril de 2024.
Intitulado America, o vaso sanitário de ouro 18 quilates fazia parte de uma exposição do artista conceitual italiano Maurizio Cattelan.
Ele pesava 98 kg e tinha um seguro de US$ 6 milhões. De acordo com o preço do ouro na época, o ouro por si só valia 2,8 milhões de libras em setembro de 2019, informou o tribunal.
O promotor afirmou que uma série de mensagens, áudios e capturas de tela descobertas nos telefones de Sheen, Doe e Guccuk mostraram que o trio negociou um valor de 25.632 libras (cerca de R$ 188 mil) por quilo, para cerca de 20 kg do ouro roubado.
Foi alegado que Guccuk, que administrava a joalheria Pacha of London, em Hatton Garden, teria um lucro de cerca de 3 mil libras por cada quilo que vendesse.
O julgamento está em andamento.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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