Economia
Citigroup credita R$ 471 trilhões ‘sem querer’ em conta de cliente, diz jornal
Banco pretendia depositar apenas R$ 1.630,40 (US$ 280). O incidente aconteceu em abril do ano passado, mas só foi divulgado agora. Citigroup
Divulgação
O Citigroup depositou erroneamente US$ 81 trilhões — o equivalente a R$ 471,7 trilhões — na conta de um cliente, segundo informações do jornal britânico Financial Times. O banco pretendia creditar apenas US$ 280 (R$ 1.630,40).
A transferência aconteceu em abril do ano passado, mas não havia sido relatada até o momento. O erro, segundo o jornal, passou despercebido por dois funcionários — um que era responsável por fazer pagamentos e outro que foi designado para verificar a transação antes que ela fosse aprovada e processada.
Foi apenas um terceiro funcionário, responsável por fiscalizar os saldos das contas do banco, que detectou o problema, 1h30 depois. Segundo o Financial Times, no entanto, o pagamento só foi revertido várias horas depois.
O jornal britânico informou, ainda, que nenhum fundo chegou a sair do Citi e que o banco precisou informar o ocorrido ao Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e ao Escritório de Controle da Moeda (OCC, na sigla em inglês), que é uma agência do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, responsável por supervisionar os bancos nacionais e as associações federais de poupança.
Segundo o banco teria informado, seus controles “prontamente identificaram o erro” entre duas contas contábeis e reverteram a saída de recursos.
“Embora não tenha havido impacto para o banco ou para nosso cliente, o episódio ressalta nossos esforços contínuos para continuar eliminando processos manuais e automatizando controles”, afirmou o banco em nota, segundo o Financial Times.
Não foi a primeira vez
Ainda segundo o jornal britânico, um total de 10 incidentes do mesmo tipo, envolvendo US$ 1 bilhão (R$ 5,8 bilhões) ou mais, foram registrados no Citi em 2024.
Nesse sentido, o banco ainda tenta reparar seus problemas operacionais, quase cinco anos após ter transferido, por engano, US$ 900 milhões (R$ 5,2 bilhões) a credores envolvidos em uma batalha contenciosa sobre a dívida do grupo de cosméticos Revlon.
Na época, a transferência acabou resultando na demissão do então presidente do banco, Michael Corbat. A instituição também precisou pagar multas e sofreu ordens de consentimento regulatório com a exigência que corrigisse o problema.
Em setembro de 2020, o Citigroup anunciou a escolha de Jane Fraser como a presidente a substituir Corbat. Ela foi a primeira mulher a dirigir o banco.
PIX por aproximação começa a funcionar
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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