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Economia

Trump amplia ‘taxa das blusinhas’ nos EUA e encarece produtos das chinesas Shein e Temu, diz jornal

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Segundo o Axios, o presidente dos EUA assinou uma ordem executiva que põe fim à brecha de isenção de importação dessas empresas. Impostos começam a valer em 2 de maio. Temu e Shein
Reuters
O presidente Donald Trump pôs fim a brecha que isentava de impostos produtos de empresas chinesas como Shein e Temu e ainda triplicou o valor da taxa imposta sobre as importações nos Estados Unidos. A informação é do jornal econômico americano Axios.
Antes, encomendas com valor inferior a US$ 800, não eram taxadas por se beneficiarem de uma isenção. Agora, esses pacotes devem receber um imposto de até 90% do valor total.
Na semana passado, quando foi assinada a ordem executiva que acabava com a isenção, o plano era impor uma alíquota de até 30% do valor por item – o que seria aumentado em 1° junho para 50%.
Segundo o Axios, o fim da isenção representa uma vitória para os defensores dos varejistas americanos. A Forever 21, uma marca de moda jovem americana, culpa a ascensão da Shein por ter que fechar suas lojas pelos EUA.
“A capacidade de varejistas não americanos de vender seus produtos a preços drasticamente mais baixos para consumidores dos EUA impactou significativamente a capacidade da empresa de manter sua base tradicional de clientes,” disse Stephen Coulombe, co-diretor de reestruturação da Forever 21.
Críticos da taxação dizem que a medida significa “aumentar efetivamente os impostos sobre os consumidores americanos e aumentar drasticamente o tempo de envio”.
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Tarifaço de Trump e guerra com a China
Na tarde desta terça-feira (8), a Casa Branca confirmou que as tarifas de 104% dos EUA contra a China começarão a ser cobradas na quarta (9).
Na madrugada de segunda para terça, a China já havia dito que não voltaria atrás na decisão e que estaria pronta para seguir respondendo aos aumentos tarifários, apesar de considerar que “em uma guerra comercial não há vencedores”.
Também passam a valer nesta quarta as tarifas recíprocas individualizadas, mais altas, impostas aos países com os quais os EUA têm maiores déficits comerciais.
Esse novo capítulo do “tarifaço global” dos EUA começou no último dia 2 de abril, quando Trump anunciou taxas de importação sobre 180 países de todo o mundo.
A Ásia foi o continente que recebeu as maiores tarifas. A taxa anunciada por Trump para a China no dia foi de 34%, o que faria com que os produtos chineses fossem taxados pelos EUA em 54%, no total.
Na sexta-feira (4), a China anunciou que iria impor tarifas também de 34% sobre os produtos americanos, como resposta ao tarifaço.
Trump, então, ameaçou cobrar taxas extras de 50% à China se o país não recuasse da retaliação nesta terça (8). Como Pequim não desistiu, as tarifas de 104% entraram em vigor.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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