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Economia

Bolsas da Europa abrem em queda após início do tarifaço

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Na ásia, as ações abriram em queda forte, mas se estabilizaram ao longo da madrugada. No fechamento, a China registrava alta e Japão e Coreia do Sul caíram. Bolsa de valores em Madrid
Reuters
As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta quarta-feira (9), dia em que passam a valer as tarifas recíprocas individualizadas de Donald Trump. Essas taxas, mais altas, são impostas aos países com os quais os EUA têm maiores déficits comerciais.
📉 Veja o desempenho das principais bolsas da Europa npor volta das 4h42:
🇩🇪 o DAX, da Alemanha, caía 1,31%;
🇫🇷 o CAC 40, da França, caía 1,71%;
🇬🇧 o FTSE 100, do Reino Unido, caía 1,66%;
🇮🇹 o Itália 40, da Itália, caía 1,61%;
🇪🇸 o IBEX 35, da Espanha, caía 1,38%;
🇳🇱 o AEX, da Holanda, caía 1,82%;
🇨🇭 o SMI, da Suíça, caía 3,12%.
Na ásia, as ações abriram em queda forte, mas se estabilizaram ao longo da madrugada. No fechamento, a China registrava alta e Japão e Coreia do Sul caíram.
Junto com as tarifas individualizadas, também passa a valer a taxa de 104% imposta sobre a China, em mais um capítulo da guerra comercial entre as duas potências.
A medida foi confirmada na véspera pela Casa Branca, após o país asiático não desistir da retaliação aos EUA dentro do prazo estabelecido pelo presidente Donald Trump — que era até as 13h desta terça-feira (8).
Mesmo com a pressão de Trump, a China já havia dito, na madrugada de segunda para terça, que não voltaria atrás em sua decisão e que estaria pronta para seguir respondendo aos aumentos tarifários, apesar de considerar que “em uma guerra comercial não há vencedores”.
Na terça (8), Trump afirmou acreditar que a China vai aceitar acordo.
China promete lutar até o fim contra tarifas de Trump
O mercado nos últimos dias
O tarifaço de Donald Trump e as reações dos países atingidos têm movimentado o mercado financeiro, com investidores receosos de que as medidas possam gerar uma guerra comercial generalizada.
Depois de três dias de quedas fortes nas bolsas internacionais, os negócios estavam menos turbulentos nesta terça-feira (8), guiados por uma percepção de que os EUA poderiam avançar nas negociações com outros países sobre as tarifas.
As principais bolsas da Ásia e da Europa chegaram a fechar em alta. Tudo foi por água abaixo quando foram confirmadas as tarifas ampliadas à China. As bolsas de Nova York fecharam em baixa, com o S&P 500 batendo abaixo de 5.000 pela primeira vez em quase um ano.
Os índices de ações dos EUA viram sua capitalização encolher mais US$ 852 bilhões nesta terça. A perda acumulada já alcança US$ 10,8 trilhões desde 20 de janeiro, dia em que o presidente Donald Trump assumiu a Casa Branca, segundo dados compilados pela consultoria Elos Ayta.
O tombo é puxado pelas sete gigantes da tecnologia: Apple, Microsoft, Nvidia, Amazon, Alphabet (Google), Meta (Facebook) e Tesla.
Juntas, as companhias perderam US$ 320 bilhões só nesta segunda. Desde janeiro, o grupo viu seu valor de mercado encolher US$ 4,55 trilhões.
No Brasil, o Ibovespa, principal índice de ações da bolsa de valores, fechou em queda novamente, aos 123.932 pontos. Já o dólar chegou a bater os R$ 6, mas encerrou a R$ 5,9973.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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