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Economia

Fiscalização de produtos sem autorização é disputa de ‘gato e rato’, diz presidente da Anatel

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Agência adotou medidas para combater venda de produtos sem certificação de uso no país, mas presidente da Anatel vê plataformas ‘negligentes’ nas vendas. O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Carlos Baigorri, disse nesta quinta-feira (10) que a fiscalização dos produtos eletrônicos vendidos no Brasil sem autorização da agência é uma “disputa de gato e rato”.
“É uma disputa de gato e rato, em que o que nos incomoda, e sou muito vocal com isso, é a participação das plataformas de comércio eletrônico que são completamente condescendentes e negligentes na venda de produtos controlados no Brasil”, declarou.
Presidente da Anatel diz que fiscalização de produtos eletrônicos vendidos sem autorização é “disputa de gato e rato”.
Reprodução/TV Globo
“Você não consegue encontrar cocaína, não consegue encontrar armamentos, não consegue encontrar nada porque eles têm essa responsabilidade. Mas, quando se fala de equipamentos de telecomunicações, o jogo muda completamente porque existe um interesse econômico muito forte em continuar vendendo isso””, continua o presidente da agência.
Segundo Baigorri, o “cerco” da Anatel não tem sido sobre as fabricantes, mas sim as plataformas de comércio online.
“Nós temos conversado com os revendedores oficiais das principais marcas aqui no Brasil para saber quais são os modelos certificados. E tudo aquilo que não está certificado nós estamos atuando para retirar do mercado”, avalia.
Exigência de homologação
Em junho de 2024, a agência publicou uma medida cautelar para combater a venda online de celulares sem a certificação de uso no Brasil.
📲 Todo produto de telecomunicações vendido no Brasil precisa ser homologado pela Anatel. O procedimento é importante para o garantir que o produto siga normas de qualidade e segurança, que são obrigatórias para aparelhos que emitam radiofrequência.
📲 Para saber se o equipamento está regularizado junto à Anatel, é preciso verificar a presença do selo de homologação no produto, no manual ou na caixa. O selo garante assistência técnica em caso de defeito.
🚩É possível verificar o produto pelo número de homologação gravado no selo por meio do site da Anatel.
Aprenda a verificar se seu aparelho de celular é homologado pela Anatel
Medidas adotadas pela Anatel
Em junho, a agência publicou uma série de medidas para coibir a venda online de celulares sem homologação.
De acordo com medidas, as empresas que vendem celulares em sites ou aplicativos de e-commerce devem:
incluir o número do código de homologação do aparelho celular no anúncio de venda
verificar se o código corresponde ao da base de dados da Anatel
impedir a venda e retirar o cadastro de celulares que não sigam essas regras
Se o descumprimento persistir, as empresas podem ser multadas em até R$ 6 milhões e terem suas plataformas bloqueadas.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Economia

Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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