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Economia

Casa Branca posta vídeos de autoridades do governo Trump justificando tarifaço

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Perfil oficial do governo dos Estados Unidos mostra entrevistas que explicam medidas econômicas e escalada tarifária. Reunião na de Donald Trump com assessores e membros da equipe na Casa Branca
REUTERS/Nathan Howard
Neste domingo (13), em uma série de entrevistas para veículos de mídia divulgadas no perfil da Casa Branca, vídeos de autoridades do governo de Donald Trump mostram declarações relacionadas ao tarifaço americano aplicado para países do mundo todo.
As postagens procuram explicar e justificar as medidas tomadas pelo presidente dos EUA em relação à escalada tarifária. Entre eles, o secretário do comércio, Howard Lutnick, que afirmou que a isenção das tarifas sobre componentes eletrônicos, como peças de smartphones e laptops, é apenas temporária.
“Esses produtos serão parte das tarifas setoriais dos semicondutores que estão por vir. Eles terão um tipo especial de tarifa e vamos nos certificar que esses produtos sejam repatriados. Nós fizemos isso para automóveis, vamos fazer para farmacêuticos e para semicondutores”, disse.
“Então eles estarão isentos das tarifas recíprocas, mas estarão inclusos nas tarifas de semicondutores, que estão por vir daqui a provavelmente um ou dois meses”, apontou Lutnick.
“Não podemos depender da China, de países estrangeiros para coisas fundamentais e necessárias. Precisamos fazer nossos próprios eletrônicos e remédios. Donald Trump está trabalhando nisso”, completou o secretário.
Ele ainda complementou:
“O Congresso promulgou leis que conferiram ao presidente a capacidade de proteger nossa segurança nacional… Se continuarmos a acumular déficits comerciais gigantescos e a alienar nossos interesses fundamentais para o resto do mundo, eventualmente nos tornaremos a mão de obra do resto do mundo.”
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Em outra entrevista, a secretária de agricultura, Brooke Rollins, também apoiou a política de tarifas do presidente e criticou a do Brasil.
“O que o presidente Trump está fazendo é completamente realinhar a economia global, mas colocando os EUA primeiro. Por décadas, vivemos sob um regime de tarifas impostas por outros países. O Japão com as tarifas de 100% sobre o nosso arroz, o Brasil com a tarifa de quase 20% sobre o etanol”, disse ao canal Fox News.
Já Peter Navarro, conselheiro sênior para comércio e manufatura do presidente dos EUA, disse à NBCNews: “Isto está se desenrolando exatamente como prevíamos em um cenário dominante.”
“O mundo nos engana. Eles nos têm enganado por décadas, nos enganam com tarifas, tarifas mais altas e, mais importante, nos enganam com as chamadas barreiras não tarifárias; são os impostos desfavoráveis, o dumping, a manipulação cambial, as barreiras técnicas…”, falou Navarro.
“Eles fazem isso na ordem de trilhões de dólares em riqueza por ano que transferimos atualmente para o exterior, e 18 trilhões de dólares em riqueza desde que começamos a operar com déficits.”
“Nós temos aqui uma estratégia em que o presidente diz: ‘nós os cobraremos com o que eles nos cobram’.”
Peter Navarro, conselheiro sênior para comércio e manufatura do presidente dos EUA, em entrevista ao NBC News.
Reprodução
“Tivemos notícias muito boas na frente da inflação — tanto o Índice de Preços ao Produtor, que representa os preços no atacado, quanto o Índice de Preços ao Consumidor apresentaram o menor resultado desde o outono de 2023”, comemorou Navarro.
“A política é de nenhuma isenção, nenhuma exclusão… O que Howard Lutnick fará — e ele está fazendo isso neste exato momento — é uma investigação da cadeia de suprimentos de chips. O objetivo é estabilidade e resiliência.”
À CNN americana, Kevin Hasset, diretor do Conselho Nacional de Economia, comentou:
“Neste momento, 130 países — 130 países — responderam e estamos negociando com eles.”
“Nos 15 anos subsequentes à entrada da China na OMC, os salários reais diminuíram — portanto, os salários caíram mais do que os preços, ao contrário do que pensávamos que esses bens baratos revolucionariam a América. De fato, ocorreu o oposto”, apontou Hasset.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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