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Economia

Empresa americana é pioneira ao lançar plano de saúde para brasileiros nos EUA

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SaúdeMAX oferece economia de até 50% e cobertura flexível sem necessidade de Social Security. Conheça o time do SaúdeMAX – Vídeo: Divulgação
Carla Oliveira, mineira de 28 anos, chegou aos Estados Unidos determinada a construir uma nova vida. Trabalhando como esteticista autônoma em Orlando, na Flórida, economizava todos os meses para abrir seu próprio estúdio. Sem Social Security e com planos de saúde fora do alcance, ela evitava ir a consultas e procurar médicos. Mas, em 2021, uma crise de apendicite mudou tudo. Internada às pressas, recebeu uma conta hospitalar de mais de US$ 50 mil, valor impossível de pagar. Perdeu o carro, o aluguel e teve que abandonar o sonho do negócio próprio. Sem alternativa, Carla voltou ao Brasil.
Histórias como a de Carla são recorrentes na comunidade brasileira nos EUA. E foi como solução para esse problema que a empresa americana MPB.Health lançou um plano de saúde exclusivo para brasileiros nos Estados Unidos e se tornou pioneira com esse novo projeto.
A MPB.Health, empresa americana com mais de 10 anos de mercado, lançou o SaúdeMAX, um plano desenvolvido exclusivamente para imigrantes brasileiros, sem exigências de Social Security, crédito bom ou contratos de longo prazo.
Você, que é do Brasil e vive nos EUA, provavelmente já fez algumas reflexões quando o assunto é plano de saúde ou seguro saúde:
● Como encontrar planos de saúde mais baratos nos EUA?
● Qual é o seguro de saúde mais barato para brasileiros que vivem por lá?
● É possível economizar com médicos e hospitais nos EUA?
O SaúdeMAX é uma alternativa ao seguro tradicional que se tornou uma solução acessível para brasileiros. É confiável? Como funciona? Por que vale a pena? Saiba tudo a seguir.
Alternativa acessível para brasileiros
Com mensalidades acessíveis e cobertura em todo território americano (a exceção é o estado de Washington), o SaúdeMAX surge como uma solução para famílias brasileiras que procuram segurança sem comprometer o orçamento. O plano funciona como uma “economia compartilhada”: os membros pagam um valor inicial por incidente médico e o restante das despesas é coberto coletivamente pelo grupo.
O brasileiro não precisa do Social Security para ingressar nesse modelo de plano. Ou seja, não precisa estar legalizado no país. O atendimento é personalizado e humanizado. Falando a sua língua e entendendo a sua realidade.
“Temos a missão de levar saúde para a comunidade brasileira que vive nos EUA. Principalmente os brasileiros que ainda estão no processo de legalização, aqueles que não possuem Social Security. A empresa surge como alternativa acessível para que esse brasileiro tenha um plano de saúde”, explica a brasileira Catherine Okubo, CEO da MPB.Health, da qual o SaúdeMax faz parte.
Benefícios exclusivos para brasileiros
O SaúdeMAX inclui vantagens como:
● Cobertura de maternidade após 30 dias de contrato; ideal para quem planeja aumentar a família;
● Preço fixo independentemente da idade: sem aumento por aniversário;
● Cirurgias pré-aprovadas realizáveis no Brasil ou nos EUA;
● Descontos em exames laboratoriais e consultas de telemedicina;
● Receitas médicas digitais válidas em farmácias dos EUA;
● Flexibilidade total: contrato mensal, sem multa por cancelamento;
● Política? As leis do governo não afetam o SaúdeMAX. O governo vai diminuir subsídios para imigrantes brasileiros nos planos tradicionais? Pois saiba que o SaúdeMAX independe de partidos políticos. Você não fica à mercê;
● Atendimento personalizado e falando a sua língua. Entendendo a sua realidade, as suas necessidades;
● Parceria com clínicas brasileiras localizadas nos EUA;
● É possível adquirir o plano em qualquer período do ano. E cancelar a qualquer momento.
“Muitos brasileiros não têm acesso a seguros tradicionais por falta de documentos. Aqui, basta comprovar residência nos EUA”, destaca Catherine.
Catherine Okubo é a CEO da MPB.Health
Marcio Amaral
Economia de até 50%: vale a pena?
O plano pode reduzir custos pela metade comparado a seguros convencionais — principalmente para quem não se qualifica para subsídios governamentais. A economia vem da estrutura de compartilhamento de custos e da eliminação de burocracias.
Exemplo prático sobre como funciona:
● Uma cirurgia de apendicite nos EUA pode custar US$ 50 mil;
● Com a SaúdeMAX, o paciente paga apenas o valor inicial (que pode ser US$ 1.500), e o restante é coberto. Desde que todas as despesas estejam de acordo com as regras do plano.
Como contratar e para quem é indicado?
Interessados podem consultar valores e coberturas no site oficial. Não há exigência de exame médico ou tempo mínimo de contrato.
O plano é indicado para brasileiros residentes nos EUA sem acesso a seguros tradicionais, famílias que buscam flexibilidade e previsibilidade financeira e viajantes frequentes que precisam de cobertura internacional.
Enquanto os custos médicos nos EUA seguem entre os mais altos do mundo, soluções como o SaúdeMAX preenchem uma lacuna crítica para imigrantes.
Quem é Catherine Okubo?
Catherine Okubo, CEO da MPB.Health, é um exemplo inspirador de resiliência, dedicação e superação. Nascida em São Paulo, Brasil, e com descendência japonesa, Catherine carrega consigo uma história familiar marcada por tradição e trabalho duro. Seu avô, imigrante japonês, chegou ao Brasil ainda jovem para trabalhar em agricultura e, posteriormente, em uma fábrica de balas e doces. Por muitas vezes chegando a dormir no chão da fábrica para economizar, deixando um legado de perseverança e disciplina.
Catherine Okubo, CEO da MPB.Health, costuma desmistificar o mundo da saúde para brasileiros que vivem nos EUA
Marcio Amaral
Aos 13 anos, Catherine deu seus primeiros passos no mundo do trabalho, demonstrando uma maturidade precoce e uma vontade inquieta de construir seu próprio caminho. Aos 15 anos, já dominava o Inglês e se mudou para os Estados Unidos, onde sua mãe já residia, ampliando seus horizontes e se preparando para desafios globais.
Atuou em diversos setores, incluindo saúde, teatro, comunicação e o mercado de vitaminas e suplementos. Acumulou experiências que moldaram sua visão empreendedora e sua capacidade de adaptação.
Em 2022, conheceu o fundador da MPB.Health nos Estados Unidos, C. Rod Maxson. Um encontro que mudaria sua trajetória profissional para sempre. Reconhecendo seu talento e potencial, foi convidada a assumir um papel de liderança na empresa. Em janeiro de 2025, aos 33 anos de idade, Catherine fez história ao se tornar a primeira mulher imigrante a ocupar o cargo de CEO da MPB.Health, consolidando-se como uma líder inspiradora.
Sua ascensão é um símbolo de representatividade e empoderamento para mulheres e imigrantes em posições de destaque no mundo corporativo. Como influenciadora, nas redes sociais, compartilha vídeos e conteúdos com dicas que desmistificam o mundo da saúde para brasileiros que vivem nos EUA.
“Como C. Rod Maxson gosta de frisar, nossa missão é levar saúde de qualidade e acessível, proporcionando segurança, bem-estar e atendimento humanizado por meio de planos pensados para a necessidade de cada indivíduo. É nisso que acreditamos. E é por isso que trabalhamos duro todos os dias”, comenta Catherine.
A MPB.Health
A MPB.Health tem a visão de ser a principal referência em planos de saúde para brasileiros nos EUA, garantindo acesso fácil e confiável a serviços médicos essenciais, com transparência e compromisso. Na lista de valores, destacam-se:
● Acessibilidade – Saúde ao alcance de todos;
● Humanização – Atendimento próximo e acolhedor;
● Transparência – Compromisso com a confiança e clareza;
● Excelência – Qualidade em cada serviço oferecido;
● Inovação – Soluções modernas para facilitar o acesso à saúde.
A MPB.Health é diferente. O objetivo é prosperar com a sua saúde, não com a sua doença. O plano vai além do tradicional, com uma abordagem que cuida de você em todos os aspectos. Oferecendo ferramentas exclusivas e recursos inovadores para você administrar sua saúde, melhorar sua qualidade de vida e realizar seus sonhos.
Ficou com alguma dúvida sobre economizar com plano de saúde?
Saiba mais aqui!

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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