Economia
Qual é a diferença entre fome e insegurança alimentar
ONU e Brasil têm formas distintas de calcular os dois indicadores. Brasil é um grande produtor de alimentos, mas convive com a insegurança alimentar
Fome e insegurança alimentar nem sempre são sinônimos. Tudo depende do grau de insegurança e das metodologias usadas por países e institutos para definir esses conceitos.
O Brasil e a Organização das Nações Unidas (ONU), por exemplo, têm métodos distintos para medir fome e insegurança alimentar. Veja abaixo a diferença entre cada um deles.
De acordo com a escala utilizada pelo Brasil, a situação de fome é sinônimo de insegurança alimentar grave.
Segundo o Ministério da Saúde, essa escala permite aos órgãos públicos brasileiros comprender não somente se as pessoas estão com falta de comida na mesa, como também o tipo de comida que elas consomem, o que também tem a ver com segurança alimentar.
O ministério destaca ainda que, além da desnutrição, a insegurança alimentar está relacionada ao excesso de peso e a doenças crônicas, como diabetes e hipertensão.
O que é fome e insegurança alimentar para ONU
A Organização das Nações Unidas (ONU) utiliza a Escala de Experiência de Insegurança Alimentar (FIES) para fazer seus levantamentos.
E, diferentemente do Brasil, tem metodologias diferentes para medir a fome e a insegurança alimentar grave. Veja abaixo as diferenças.
Fome
A ONU utilizada o termo subalimentação como sinônimo de fome e é justamente esse indicador que mostra se um país está ou não no Mapa da Fome.
Segundo o órgão, a subalimentação é uma condição em que o consumo habitual de alimentos de um indivíduo é insuficiente para fornecer a energia necessária para manter uma vida normal, ativa e saudável.
Insegurança alimentar
Para a ONU, uma pessoa está em insegurança alimentar quando não tem acesso regular a comida suficiente, segura e nutritiva para um crescimento e desenvolvimento normais, e para uma vida ativa e saudável.
“Isso pode ser devido à indisponibilidade de alimentos e/ou à falta de recursos para obter comida. A insegurança alimentar pode ser experimentada em diferentes níveis de gravidade”, diz o órgão.
Insegurança alimentar grave
Nessa categoria, as pessoas ficam frequentemente sem comer e, na pior das hipóteses, passam um dia (ou dias) sem comer.
Insegurança alimentar moderada
Pessoas que foram obrigadas a diminuir a qualidade e/ou a quantidade dos alimentos que consomem.
Segurança alimentar ou insegurança alimentar leve
Nessas duas categorias, as pessoas têm acesso adequado a alimentos em quantidade e qualidade.
E ficam ligeiramente inseguros quanto à alimentação quando enfrentam a incerteza sobre a capacidade contínua de obter alimentos adequados.
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Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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