Economia
Trump propõe corte de US$ 163 bilhões no orçamento federal dos EUA para 2026
O Escritório de Administração e Orçamento da Casa Branca disse em comunicado que os gastos discricionários não relacionados à defesa seriam reduzidos em 23%, o nível mais baixo desde 2017. O presidente dos EUA, Donald Trump, durante discurso pelos cem primeiros dias de governo, no Michigan, em 29 de abril de 2025.
Paul Sancya/ AP
O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, propôs um corte de US$ 163 bilhões nos gastos federais para o próximo ano, o que eliminaria mais de um quinto dos gastos não militares, excluindo programas obrigatórios, disse o órgão em comunicado.
O Escritório de Administração e Orçamento da Casa Branca (OMB, na sigla em inglês) afirmou no comunicado que o orçamento proposto aumentaria os gastos com defesa em 13%, e os custos com segurança interna em quase 65% em comparação com os níveis aprovados para 2025.
Os gastos discricionários não relacionados à defesa seriam reduzidos em 23%, atingindo o nível mais baixo desde 2017.
“Em um momento crítico como este, precisamos de um orçamento histórico — um que encerre o financiamento do nosso declínio, coloque os americanos em primeiro lugar e ofereça um apoio sem precedentes às nossas forças armadas e à segurança interna”, disse Russ Vought, diretor do OMB, no comunicado.
O pedido anual de orçamento da Casa Branca inclui previsões econômicas, bem como propostas detalhadas sobre quanto dinheiro deve ser gasto por cada agência governamental para o ano que começa em 1º de outubro.
No entanto, será responsabilidade do Congresso, atualmente controlado pelos republicanos, elaborar a legislação orçamentária, e o que os parlamentares aprovam, muitas vezes, difere do que foi solicitado pela Casa Branca.
A divulgação ocorre enquanto os republicanos no Congresso dos EUA tentam superar divisões internas sobre os cortes propostos nos gastos federais para viabilizar um projeto de corte de impostos considerado histórico, que esperam aprovar até 4 de julho.
Eles também podem ter que considerar o crescente estresse na economia do país causado pelo aumento das tarifas dos EUA, que está abalando o comércio global.
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Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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