Economia
Ações da Azul despencam após prejuízo bilionário no 1º trimestre
Empresa registrou prejuízo de R$ 1,82 bilhão nos primeiros três meses do ano. Papéis da companhia caíam mais de 13% na última hora do pregão. Avião da Azul decola do aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
Ricardo Moraes/ Reuters
As ações da Azul caíam mais de 13% na última hora do pregão desta quarta-feira (15), após a companhia reportar um prejuízo de R$ 1,82 bilhão no primeiro trimestre deste ano. O resultado veio pior do que o registrado no mesmo período de 2024, quando teve um resultado negativo de R$ 324 milhões.
A companhia aérea ainda registrou um desempenho operacional de R$ 1,38 bilhão entre janeiro e março, uma queda de 29,4% na mesma base de comparação.
A receita líquida total da companhia, porém, subiu 15,3% no período, para R$ 5,39 bilhões, apesar de uma queda de 3,5% no indicador “yield”, de preços de passagens.
Sem ajustes — ou seja, desconsiderando efeitos considerados não recorrentes —, a Azul teve um resultado positivo no período, de R$ 783 milhões, revertendo prejuízo de R$ 1,12 bilhão de um ano antes.
A companhia é, até agora, a única empresa aérea em operação no país que não precisou recorrer a um processo de recuperação judicial para reestruturar suas finanças.
Segundo o diretor financeiro da Azul, Alexandre Malfitani, a empresa deve tentar buscar mais capital para reforçar sua posição financeira, mas vai buscar um momento mais favorável do mercado para isso.
“Obviamente, faria sentido para nós trazer capital adicional, mas vamos encontrar o momento certo para isso”, disse o executivo durante conferência com investidores após a divulgação de resultados.
“Tem muito ruído no mercado, tanto em termos macro, quanto no entendimento de nossa reestruturação”, acrescentou o executivo.
A Azul terminou março com R$ 3,3 bilhões em caixa, queda de 19% ante o final do ano passado, e uma dívida bruta de R$ 34,7 bilhões.
No trimestre, a frota da Azul foi incrementada com três aeronaves ante o final de março do ano passado, com 184 aviões em utilização.
Agências de viagem e companhias aéreas registram aumento de procura
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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