Economia
Governo Trump pressiona países por propostas ‘melhores’ em negociações sobre tarifas
Casa Branca estipulou até a próxima quarta-feira (4) prazo para a apresentação de condições mais atrativas em meio a discussões comerciais. O governo de Donald Trump quer que os países apresentem suas melhores ofertas nas negociações comerciais até esta quarta-feira (4), à medida que autoridades buscam acelerar as conversas com diversos parceiros antes de um prazo autoimposto que se encerra em apenas cinco semanas, segundo um rascunho de carta aos parceiros de negociação obtido pela Reuters.
O rascunho, vindo do escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), oferece uma visão de como o presidente Donald Trump pretende encerrar negociações complicadas com dezenas de países, iniciadas em 9 de abril, quando ele suspendeu por 90 dias suas tarifas do “Dia da Libertação” até 8 de julho, após reações negativas nos mercados de ações, títulos e câmbio devido à abrangência das medidas tarifárias.
O documento sugere uma sensação de urgência dentro da administração para concluir os acordos dentro de um prazo apertado. Embora autoridades como o assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, tenham prometido repetidamente que vários acordos estavam próximos da conclusão, até agora apenas um acordo foi alcançado com um parceiro comercial importante dos EUA: o Reino Unido. Mesmo esse pacto limitado se assemelha mais a uma estrutura para conversas contínuas do que a um acordo final.
De acordo com o rascunho, os EUA estão pedindo que os países listem suas melhores propostas em diversas áreas-chave, incluindo ofertas de tarifas e cotas para compra de produtos industriais e agrícolas dos EUA, além de planos para eliminar barreiras não tarifárias.
Outros pontos solicitados incluem compromissos em comércio digital e segurança econômica, além de compromissos específicos por país, segundo a carta.
Os EUA avaliarão as respostas em poucos dias e oferecerão “uma possível zona de convergência” que pode incluir uma tarifa recíproca, segundo o documento.
Não está claro para quais países específicos a carta será enviada, mas ela é direcionada àqueles com negociações ativas, que incluem reuniões e trocas de documentos. Negociações ativas estão em andamento com a União Europeia, Japão, Vietnã e Índia, entre outros.
Um funcionário do USTR afirmou que as negociações comerciais continuam. “Negociações produtivas com muitos parceiros comerciais importantes continuam em ritmo acelerado. É do interesse de todas as partes fazer um balanço do progresso e avaliar os próximos passos.”
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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