Política
Políticos brasileiros que viajaram a Israel estão ‘em locais seguros’ e ‘seguindo orientações’, diz embaixada no Brasil
Embaixada de Israel diz que ‘mantém contato constante com os grupos’. Espaço aéreo foi fechado após escalada de tensões e ataque israelense a alvos nucleares no Irã. Entenda a cronologia da escalada de tensões entre Irã e Israel
A Embaixada de Israel no Brasil afirmou nesta sexta-feira (13), em nota, que as delegações de políticos brasileiros que cumpriam viagem oficial ao país nesta semana estão seguras – e que o governo de Israel trabalha para viabilizar o retorno ao Brasil.
Segundo a embaixada, os grupos “encontram-se em locais seguros, com acesso a áreas protegidas, e estão seguindo as orientações de segurança para visitantes em Israel”.
Duas delegações brasileiras viajaram a Israel nesta semana a convite do governo local – segundo Israel, para promover “troca de conhecimentos e cooperação” em diversas áreas:
uma ligada ao “Consórcio Brasil Central”, formado por governadores do Norte, do Nordeste e do Centro-oeste;
e outra, segundo a Embaixada de Israel no Brasil, “composta por prefeitos e altos funcionários municipais”.
As comitivas foram surpreendidas pelo agravamento das tensões entre o país e o Irã (veja detalhes abaixo). O espaço aéreo israelense foi fechado, inclusive para voos comerciais.
“O Ministério das Relações Exteriores de Israel mantém contato constante com os grupos e está trabalhando nas soluções que vão viabilizar o retorno dos participantes que desejarem regressar ao Brasil assim que o espaço aéreo for reaberto”, disse a embaixada.
Políticos passaram a noite em bunkers
Políticos brasileiros de pelo menos seis estados e do Distrito Federal tiveram que se esconder em abrigos antiaéreos em Israel desde a noite desta quinta-feira (12), no horário de Brasília (madrugada de sexta no horário local).
A GloboNews apurou que, ainda na quinta, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), acionou o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, para informar sobre as comitivas. Tanto Motta quanto Vieira estão no Brasil.
“Falei há pouco com o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, que está em Israel, e com o chanceler Mauro Vieira. A Câmara está atenta para garantir a segurança e o retorno de todos que estão em Israel”, escreveu Motta em uma rede social.
O secretário de Ciência e Tecnologia do DF, Marco Antônio Costa, afirmou à GloboNews que a comitiva distrital estava em um hotel em Tel Aviv, na manhã desta sexta – após passar a noite em um bunker, ouvindo sirenes “o tempo todo”.
Até o momento, não há horário ou data prevista para a retomada dos voos comerciais saindo de Tel Aviv.
Confira alguns dos políticos brasileiros que confirmaram estar em abrigos de Tel Aviv aguardando a reabertura do espaço aéreo:
Johnny Maycon – prefeito de Nova Friburgo (RJ)
O prefeito de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio de Janeiro, precisou se abrigar em um bunker na cidade de Kfar Saba, em Israel, durante a madrugada. Ele está no país em viagem oficial acompanhado de outros prefeitos do Brasil e de países da América Latina.
“A gente acorda assustado. Uma situação de alta tensão”, disse em entrevista à GloboNews.
Prefeito brasileiro se abriga em bunker de cidade israelense
Cícero Lucena – prefeito de João Pessoa (PB)
O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, que está em visita oficial a Israel, precisou se refugiar em um abrigo também na cidade de Kfar Saba. Ele afirmou estar seguro, nas proximidades da cidade de Tel Aviv, e que aguarda para retornar ao Brasil.
“Estamos todos no alojamento da viagem, no campus universitário. Tem abrigo aqui, já fomos duas vezes para o abrigo por ter tocado a sirene de aviso”, explicou.
Cícero Lucena se refugia em abrigo após Israel atacar Irã
Álvaro Damião – prefeito de Belo Horizonte (MG)
Assim como Cícero e Johnny, o prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União Brasil), precisou se abrigar em um bunker em Kfar Saba. Eles estão no país para conhecer modelos de segurança pública e novidades tecnológicas na área.
Em entrevista à Rádio Itatiaia, Álvaro Damião disse que ainda não sabe como voltará ao Brasil.
Álvaro Damião, prefeito de BH, se abriga em bunker após toque de sirenes em Israel
Janete Aparecida – vice-prefeita de Divinópolis (MG)
A vice-prefeita de Divinópolis, Janete Aparecida, precisou ir para um abrigo antiaéreo na cidade de Haifa, em Israel, onde está fazendo um curso. Ela postou um vídeo em uma rede social, contando que precisou se dirigir imediatamente ao abrigo no meio da madrugada. No vídeo, ela diz que está tudo bem e que aguarda novas instruções.
Vanderlei Pelizer – vice-prefeito de Uberlândia (MG)
Em relato nas redes sociais, Vanderlei Pelizer descreveu o susto ao ser acordado por gritos e precisar se abrigar em um bunker durante um toque de recolher.
A assessoria do vice-prefeito informou que ele viajou para o Oriente Médio no dia 8 de junho para integrar uma delegação de prefeitos e outros representantes municipais do Brasil.
O retorno ao Brasil está previsto para o dia 22. O objetivo da viagem é fortalecer relações institucionais e atrair investimentos para Uberlândia.
Maryanne Mattos – vice-prefeita de Florianópolis (SC)
A vice-prefeita de Florianópolis, Maryanne Mattos (PL), relatou que precisou se abrigar por duas vezes em um bunker em Israel. “Aqui eles avisam com antecedência, tem tempo de todo mundo ir para o bunker”, disse.
Cláudia Silva Lira – vice-prefeita de Goiânia (GO)
À Rádio CBN Goiânia, a vice informou que ficou no Instituto de Lideranças, quando soou o alarme alertando a população para ir se abrigar em bunker. Além dela, o secretário estadual de saúde de Goiás, Rasível Santos, está em Israel, para um congresso de lideranças.
Secretários do Distrito Federal
Secretários do Governo do Distrito Federal passaram a madrugada desta sexta em um bunker. Ao g1, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antônio Costa, afirmou que a comitiva está, na manhã desta sexta, em um hotel em Tel Aviv.
O secretário afirmou que todos estão tranquilos depois de uma “noite tensa num bunker”, ouvindo sirenes. Estão em Israel:
Marco Antônio Costa: secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação
Ana Paula Soares Marra: secretária de Desenvolvimento Social
Rafael Bueno: secretário de Agricultura
José Eduardo Pereira Filho: secretário executivo do Consórcio Brasil Central — consórcio interestadual composto pelo Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins
Secretário de Agricultura do GDF, Rafael Bueno, postou foto em Israel durante missão.
Redes sociais/Reprodução
Secretários de MS
Uma comitiva do governo de Mato Grosso do Sul está em Israel e aguarda retorno ao Brasil. São eles:
Christinne Maymone: secretária adjunta da Secretaria de Estado de Saúde (SES)
Marcos Espíndola: responsável pelo setor de tecnologia da SES
Ricardo Senna: secretário executivo de Ciência e Tecnologia
O que se sabe sobre o ataque
🔴 O ataque acontece em meio a crescentes tensões entre os dois países e ao desenvolvimento do programa nuclear iraniano.
Pouco após Israel lançar o bombardeio contra o Irã, o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, divulgou um pronunciamento gravado com antecedência.
“Estamos em um momento decisivo na história de Israel”, disse.
Em seu discurso, o primeiro-ministro disse que a operação militar tem como objetivo deter “a ameaça iraniana à própria sobrevivência de Israel” e que os ataques continuarão “por quantos dias forem necessários”.
Segundo um oficial das Forças de Defesa de Israel, o Irã possui urânio suficiente para construir ogivas nucleares em questão de dias. O regime iraniano também está em um estágio avançado de um programa nuclear secreto para desenvolver uma bomba.
O Irã também lançou 100 drones contra Israel em resposta aos bombardeios, segundo autoridades israelenses.
Uma nota divulgada pela embaixada de Israel no Brasil afirmou que o Irã é o “principal patrocinador do terrorismo global” e representa uma ameaça ao Estado.
O regime iraniano ameaçou Israel e Estados Unidos ao afirmar que os países vão “pagar caro”. O líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, disse que Israel receberá “um destino amargo”.
Os Estados Unidos negaram envolvimento direto na operação. No entanto, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pressionou o Irã por um acordo nuclear “antes que não sobre mais nada”.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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