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Política

Metade dos deputados federais é contra projeto que limita supersalários, mostra Quaest

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Levantamento ouviu 203 parlamentares e indica pior avaliação do atual governo na Câmara dos Deputados. Margem de erro é de 4,5 pontos para mais ou menos. Discussão e Votação de Propostas Legislativas na Câmara dos Deputados
Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) mostra que mais da metade dos deputados federais são contra o projeto que limita os supersalários no funcionalismo público. O levantamento questionou como os deputados avaliam pautas em debate no Congresso e a proposta está entre os temas mais rejeitados.
Veja os números:
Contra: 53%;
A favor: 32%;
Não sabem/não responderam: 15%.

Encomendado pela Genial Investimentos, o levantamento foi realizado entre os dias 7 de maio e 30 de junho de 2025. Foram ouvidos 203 deputados, o equivalente a 40% da composição da Câmara. A amostra foi feita por região geográfica e pela orientação ideológica dos partidos — com base no projeto Brazilian Legislative Surveys.
Avaliação do governo
O levantamento indica que 46% dos deputados federais avaliam de forma negativa o governo Lula (PT), a pior avaliação do governo federal desde o início do mandato, em 2023. Outros 27% avaliam a gestão de forma positiva, o número mais baixo da atual gestão. A margem de erro é de 4,5 pontos para mais ou menos.
Para 24% dos deputados, o desempenho do governo Lula 3 é “regular”, enquanto 3% não souberam ou não responderam.
Veja os números:
Negativo: 46% (eram 42% em maio de 2024);
Positivo: 27% (eram 32%);
Regular: 24% (26%);
Não sabem/Não responderam: 3% (era 1%).

A avaliação negativa do governo Lula aumentou 13 pontos percentuais entre agosto de 2023, que era de 33% no primeiro levantamento realizado com os deputados federais depois da posse, e a pesquisa divulgada nesta quarta.
Já a avaliação positiva da gestão petista caiu oscilou 8 pontos percentuais para baixo no mesmo período. Era de 35% em 2023, foi para 32% em 2024 e agora está em 27%.
O avaliação regular era de 30% há dois anos, foi para 26% no ano passado e agora está em 24%.
Avaliação negativa cresce entre independentes
A alta na avaliação negativa do governo Lula ocorre, principalmente, entre os deputados federais que se consideram independentes. A alta é de 24 pontos em dois anos: subiu de 20%, em 2023, para 44% neste ano.
No mesmo período, a avaliação positiva neste grupo caiu de 18% para 8% e quem considerava a gestão “regular” foi de 59% para 44%. Houve pouca variação entre os deputados governistas e os de oposição:
Entre os deputados que se declaram como base do governo, 71% o avaliam positivamente (eram 74% em 2023) e 2%, negativamente (eram 3% em 2023).
Nenhum dos entrevistados que se diz de oposição considera positivo o governo Lula: 96% o avaliam negativamente (eram 94% em 2023).
No geral, a relação do governo Lula com o Congresso é vista como negativa por 51% dos deputados (eram 41% em 2023), regular para 30% (eram 32%) e positiva pra 18% (eram 24%) — 1% não sabe ou não respondem (eram 2%).

Quando classificados em uma escala ideológica, 84% dos deputados de esquerda avaliam de forma positiva e 16% classificam como regular. Nenhum avalia negativamente.
Entre os deputados declarados de direita, 86% avaliam negativamente, 10% como regular e apenas 2% avaliam positivamente. Entre os parlamentares que se intitulam como “centro”, 53% avaliam o governo do petista como regular, 24% como negativo e 23% como positivo.
Regionalmente, a avaliação negativa prevalece entre os deputados de quatro das cinco regiões do país, com exceção do Nordeste, em que há empate técnico: 37% dos deputados nordestinos aprovam o governo Lula, contra 33% que o classificam de forma negativa e 30% consideram o governo regular.
Enquanto isso, 51% dos parlamentares do Sudeste, 57% do Sul e 47% do Centro-Oeste e Norte (contabilizadas juntas) avaliam negativamente o governo. A avaliação positiva é de 24% entre os deputados do Sudeste, 21% do Sul e 20% do Centro-Oeste e Norte.
Eleição de 2026: maioria acredita em Lula candidato, mas 50% vê oposição favorita
A maioria dos parlamentares acredita que o presidente Lula será candidato à reeleição em 2026: 68% dos deputados acreditam o presidente buscará a reeleição, contra 21% que acham que ele não será candidato. Outros 11% não souberam ou preferiram não opinar.
Apesar disso, 35% apontam Lula como favorito para a eleição, enquanto a metade dos deputados federais (50%) vê um candidato da oposição como favorito para vencer. Outros 15% não souberam ou não responderam.
Veja os números:
Candidato da oposição: 50% (eram 46% em maio de 2024);
Lula ou candidato do governo: 35% (eram 43%);
Não sabem/Não responderam: 15% (eram 11%).

Quando questionados sobre quem deve ser o principal candidato da oposição em 2026, o nome mais citado, de forma espontânea, foi o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, mencionado por 49% dos entrevistados.
Inelegível pela Justiça Eleitoral, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece na sequência, com 13%. Ele é seguido pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (6%), Eduardo Bolsonaro (5%), Ratinho Júnior (4%), Ronaldo Caiado (3%) e Flávio Bolsonaro (1%).
Bolsonaro é visto como figura central no debate eleitoral para 23% dos deputados. Esse é o percentual do que acham que ele deve manter sua candidatura à Presidência, enquanto 51% acreditam que ele deveria abrir mão da disputa e apoiar outro nome.
70% são contra fim da escala 6×1
A pesquisa questionou como os deputados avaliam pautas em debate no Congresso. O fim da escala 6×1 está entre os temas mais rejeitados, com 70% dos deputados federais contrários à proposta.
A maior rejeição ocorre entre a oposição ao governo: 92%. Já 74% deputados que se consideram independentes rejeitam a ideia, enquanto o número é de 55% entre os governistas
Entre os deputados que aprovam a medida, 44% dos governistas dão apoio, número que cai para 23% entre os deputados independentes e para 6% na oposição.
Os temas com maior quantidade de parlamentares a favor são:
Elevação da faixa de isenção do Imposto de Renda (IR): 88%;
Exploração do petróleo da Amazônia: 83%;
Aumento das penas para roubos: 76%
Já as pautas com maior rejeição:
Exclusão das verbas do Judiciário do limite de gastos: 70%;
Fim da escala 6×1: 70%;
PL que acaba com os supersalários: 53%.
O levantamento mostra que metade dos deputados federais são contrários à proposta que restringe com os supersalários dos funcionários públicos: 53% são contra a proposta, 32% se posicionam à favor e 15%, não souberam ou não responderam.
O limite deveria ser de R$ 46.366, mas na prática vencimentos superam os 5 dígitos. A proposta do governo Lula limita o pagamento acima deste valor no funcionalismo público.
Economia, violência e corrupção como principais problemas
Os deputados federais indicaram que a economia segue sendo o principal problema que o país enfrenta. No entanto, a preocupação com a violência cresceu e virou o segundo tema mais citado pelos deputados.
Veja os números:
Economia: 31% (eram 38% em agosto de 2023);
Violência: 23% (eram 7%);
Corrupção: 16% (eram 12%);
Outros: 14% (eram 12%);
Questões sociais: 10% (eram 23%);
Saúde: 3% (eram 3%);
Educação: 2% (eram 5%);
Não sabem ou não responderam: 1% (era 1%).

Metade dos deputados considera que o STF sempre invade as competências do Congresso
A pesquisa Quaest questionou aos deputados federais com qual frequência eles consideram que o Supremo Tribunal Federal (STF) invade as competências do Congresso. Para metade eles (49%), isso ocorre “sempre”.
Já 28% dos parlamentares responderam “às vezes”, outros 12% responderam “raramente” e, para 5%, o STF “nunca” invade temas que são do parlamento — 6% não souberam ou não responderam.
A avaliação geral dos deputados em relação ao STF é 48% negativa, 27% positiva, 18% regular e 7% não souberam ou não responderam.

77% dos deputados govenistas avaliam positivamente Hugo Motta
A pesquisa Quaest mostra que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), possui avaliação positiva de 68% dos deputados, enquanto 25% consideram sua gestão regular. Outros 6% classificam como negativa e 1% não respondeu.
Apesar de embates recentes com o governo Lula, o apoio é maior entre os deputados da base do governo Lula do que com a oposição: 77% dos governistas avaliam positivamente o presidente da Casa, 20% como regular e 2%, negativamente. Entre os opositores, Motta tem gestão positiva para 47%, regular para 42% e negativa para 9%.
Os deputados independentes apoiam em peso o presidente da Câmara: 82% consideram sua gestão como positiva, 12% como regular e 6% como negativa.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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