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‘Não vão tirar a única mulher competitiva’ da disputa, diz Simone Tebet em meio a racha do MDB sobre apoio a Lula no 1º turno

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Líderes do MDB querem adiar convenção do partido prevista para o dia 27 de julho para 5 de agosto, data limite para que partidos confirmem seus candidatos às eleições deste ano. Tebet diz que sua candidatura está incomodando. .
Tebet em evento com Roberto Freire, presidente do Cidadania, e o prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando (PSDB)
Divulgação
A pré-candidata do MDB à Presidência da República, Simone Tebet, afirmou nesta sexta-feira (22) que está convicta que sua candidatura será mantida mesmo em meio ao racha do partido sobre um possível apoio ao candidato e ex-presidente Lula já no primeiro turno.
Na terça-feira (19), líderes do MDB pediram ao ex-presidente Michel Temer que encaminhasse ao presidente da sigla, Baleia Rossi, o adiamento da convenção do partido no dia 27 de julho que vai confirmar Tebet como candidata à Presidência.
“Não tenho medo de cara feia, quanto mais bater, vai mais me dar ânimo para continuar. Estou convicta de que nossa candidatura a partir do dia 27 desse mês com apoio da federação PSDB, Cidadania e MDB vai começar uma nova jornada. Não vão tirar a única mulher hoje competitiva e espaço de fala no momento em que o Brasil mais precisa. Que Brasil nós mulheres queremos para nossos filhos e nossos companheiros?” questionou a pré-candidata durante evento com o prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando (PSDB), no Diretório Municipal do PSDB na cidade do ABC paulista
“A minha candidatura é para valer e aí está a prova de que já está incomodando”, disse. “E por que não tentaram isso lá atrás? Porque não acreditavam que nós iríamos levar até o final. Mas nossa candidatura é em defesa do Brasil, que precisa ser devolvido aos brasileiros”, completou.
A proposta de líderes do MDB é a de que o evento aconteça em 5 de agosto, última dia previsto para convenções partidárias, segundo o calendário definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Antes mesmo de receber a proposta oficialmente, Rossi já negou a possibilidade de mudança. Um dia depois, Rossi recebeu Temer e disse que a data inicial da convenção foi decida de forma unânime.
Em seu Twitter, o presidente do partido afirmou: “MDB, PSDB e Cidadania, que atendem pelo nome de CENTRO DEMOCRÁTICO decidiram que suas convenções nacionais para homologar Simone Tebet como candidata à Presidência do Brasil serão no dia 27 de julho. Esta data está mantida. #SiimoneSIM”.
Já o senador Renan Calheiros disse nesta sexta (22) que “sem diálogo, sem avaliações realistas sobre o desempenho da pré-candidatura, sem competitividade nas pesquisas é insanidade sacrificar o MDB nos estados. A persistir a obsessão não restará alternativa senão a judicialização da própria convenção”.
Na segunda-feira (18), representantes do MDB de 11 estados declararam, durante reunião com petistas, apoio à -candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência já no primeiro turno. Líderes do MDB defendem o desembarque da candidatura da senadora caso ela não decole nas pesquisas. Ela tem 1% das intenções de voto, segundo o último levantamento do instituto Datafolha.
Mas o apoio a Lula não é unânime. Na terça, o MDB divulgou uma nota assinada por dirigentes de 19 estados, na qual reitera o apoio à senadora. Rossi e a Secretaria Nacional do MDB Mulher também assinam o documento.
Na mesma terça-feira, encontro reuniu os senadores Eduardo Braga (AM), Renan Calheiros (AL), Rose de Freitas (MG), Marcelo Castro (PI), d deputado federal Isnaldo Bulhões (AL), o ex-deputado Moreira Franco, e o ex-presidente Michel Temer. A conversa ocorreu no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo, no escritório de Temer.
Na saída, Temer afirmou que foram apresentados dois pedidos a ele na conversa. “Vieram pleitear que eu ajudasse na possibilidade de uma eventual prorrogação da data da convenção que está ajustada para o dia 27. E, segundo, pretendem que se faça uma convenção presencial. Disse a eles que iria conversar com o presidente Baleia Rossi e outros membros da Executiva e verificar essa possibilidade. E especialmente sugerir ao Baleia que faça uma reunião com o grupo do MDB, que conversem”, disse.
O ex-presidente negou que tenham tratado sobre apoio a Lula no primeiro turno e ressaltou que vota na pré-candidata: “Sou emedebista, portanto voto na Simone Tebet”, sobre quem diz não haver “nenhuma oposição radical” no partido. “Pelo contrário, só palavras de elogio para sua candidatura. O que há naturalmente é uma preocupação política, ao que possa acontecer na eleição.”
Sobre um racha interno no partido, o ex-presidente disse que “divergências internas são ajustadas por meio de conversações, por meio de diálogo”.
Renan disse a jornalistas após a reunião com Temer que defendem que “se marque a convenção no ultimo dia do prazo para que possamos conversar, o objetivo é tentar resgatar a instância de conversação”.
“Não dá para pressupor jamais um partido como o MDB querer apressadamente homologar uma candidatura própria sem viabilidade eleitoral, com 11 diretórios assinando uma posição que é característica do momento que estamos vivendo no Brasil, de polarização. A candidatura própria é sempre defensável, desde que ultrapasse o pressuposto da competividade”, afirmou.
Nas últimas eleições gerais, falou Renan, “apresentamos um candidato sem competitividade, o Meirelles, e o preço que pagamos foi a redução da nossa bancada na Câmara para a metade, e a redução da bancada no Senado para metade. O MDB sempre foi um partido importante e tem perdido importância justamente pela diminuição da bancada”.
Os emedebistas Marcelo Castro, Renan Calheiros, Rose de Freitas e Moreira Franco durante reunião em SP
Deslange Paiva/g1
Na segunda, Braga havia antecipado que o grupo que defende se unir a Lula iria procurar Temer para ampliar a ala e fortalecer o apoio dentro do partido. “O presidente Temer é sem dúvida nenhuma uma liderança dentro do partido. Portanto, ele tem um papel a exercer. Aliás, no dia de ontem [domingo], ele participou de um programa de televisão onde manifestou publicamente a opinião dele sobre a situação da terceira via. Ele disse que lamentavelmente a terceira via não se consolidou. Portanto eu acho que, com a entrevista de ontem, existem fatos novos para que nós possamos conversar também com o Michel Temer”, disse
Além de Braga, estavam presentes no evento da segunda o senador Renan Calheiros (AL), o governador de Alagoas, Paulo Dantas, e os senadores Veneziano Vital do Rêgo (PB), Eunício Oliveira (CE), Rose de Freitas (ES), Lúcio Vieira Lima (BA), Marcelo Castro (PI), Edison Lobão (MA), além do presidente do diretório estadual MDB no RJ, Leonardo Picciani.
Representantes do Pará (Elder Barbalho) e do Rio Grande do Norte (Garibaldi Alves) não compareceram, mas também estão com o grupo e se reuniram com a chapa formada por PT e PSB na semana passada.
Reunião entre MDB e PT, que aconteceu em SP na segunda-feira (18), pelo apoio à candidatura de Lula na Presidência já no primeiro turno
Patrícia Figueiredo/g1
“Estamos aqui representados por 11 estados e pelas lideranças das duas bancadas do MDB para dizer da nossa decisão, portanto, de caminhar com a candidatura Lula e Alckmin já no primeiro turno”, afirmou na segunda o senador Eduardo Braga (AM).
Baleia Rossi publica nas redes sociais postagem sobre apoio a Simone Tebet, do MDB
Reprodução/Twitter
Em postagem publicada em uma rede social pouco depois das 17h, Rossi disse que os dirigentes “garantiram que vão apoiar Simone Tebet na convenção que vai homologá-la candidata” e que “todos os dirigentes do MDB estão de pleno acordo”.
Braga disse que não viu o tuíte, mas afirmou que “o presidente Baleia Rossi tem tido diálogos permanentes conosco, portanto não seria uma conversa isolada no dia de hoje”.
“Nós estamos a sete dias da convenção e nós queremos ter um diálogo com o presidente Baleia e com as lideranças do MDB para aí sim termos uma posição. Nós, 11 estados que estamos presentes no dia de hoje, manifestamos publicamente a nossa posição em apoiar o presidente Lula desde o primeiro turno. A nossa posição está tomada. Nós vamos acompanhar o presidente Lula. Agora, com relação à convenção [do partido], nós queremos conversar. Nós podemos votar contra, podemos não participar, temos várias alternativas. Mas essa decisão só será tomada depois desta semana de diálogos no MDB.”
Evento em SP
Ao lado de Lula, Braga discursou citando o MDB de 11 estados na sede da Fundação Perseu Abramo, na Zona Sul de São Paulo.
“Tomamos a decisão nos nossos estados de apoiar sua candidatura. Nós temos 11 estados representados do MDB comprometidos com o projeto de Brasil que todos queremos, com o fortalecimento da democracia, com a retomada do crescimento, com a retomada do emprego, renda e da Justiça social com o aspecto humanitário que este país precisa para que nós possamos ter a solidariedade e o enfrentamento da fome”, disse Braga.
A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, que também estava na reunião, afirmou que respeita a candidatura de Simone Tebet, mas considera importante a união com o MDB.
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Gleisi Hoffmann (PT) discursa em evento na Fundação Perseu Abramo nesta segunda-feira (18)
Patrícia Figueiredo/g1
“Essa decisão é muito importante não só para a candidatura do presidente Lula como para a democracia brasileira e para esse processo que estamos vivendo e que é muito diferente de todos os outros processos eleitorais que nós já vivemos no Brasil. Essa união de forças que acredita e luta pela democracia é fundamental para enfrentarmos esse momento.”
“E isso não traz demérito algum para candidatura já colocada pelo MDB para disputar as eleições. Quero aqui colocar o meu respeito e consideração à senadora Simone de quem fui colega por uma parte do meu mandato no Senado, à legitimidade do MDB para apresentar sua candidatura. Mas estamos num momento que nós temos que unir as forças democráticas e progressistas para evitar uma tragédia maior no Brasil. E penso que o momento é agora. Nós não temos muito tempo para fazer isso”, finalizou Gleisi.
Antes da reunião, o governador de Alagoas, Paulo Dantas, afirmou que o grupo irá “defender nas Convenções [o apoio à Lula]”.
“Vamos conversar com todos que fazem o MDB no Brasil para que o MDB marche junto para o fortalecimento da nossa democracia, e a gente entende que a candidatura do presidente Lula representa isso”, declarou Dantas.
Sobre o racha interno no MDB, o governador de Alagoas declarou que ainda estão ocorrendo conversas dentro do partido.
“Obviamente a gente respeita a opinião de todos, mas o nosso ponto de vista é defender firmemente a candidatura do presidente Lula e a aliança já em primeiro turno.”
VÍDEOS: Tudo sobre São Paulo e região metropolitana

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Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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