Economia
Pesquisa Quaest: 85% dos brasileiros são contra aumento no número de deputados federais
Uma pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira (16) mostra que 85% dos brasileiros são contra o aumento do número de deputados federais, aprovado pelo Congresso no início de julho. Apenas 11% disseram aprovar a medida, e outros 4% não souberam ou não quiseram responder.
A mudança amplia de 513 para 531 o número total de parlamentares na Câmara dos Deputados, para adequar a representação proporcional dos estados aos dados do Censo de 2022.
A pesquisa Quaest foi encomendada pela Genial Investimentos e realizada entre os dias 10 a 14 de julho. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, em 120 municípios do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.
Segundo o levantamento, a maioria da população sequer sabia da aprovação da proposta. A taxa de desconhecimento é alta em todos os recortes: por sexo, idade, escolaridade, região e renda. Entre os poucos que tomaram conhecimento, o sentimento predominante também é de reprovação.
A pesquisa indica que a oposição à medida é generalizada, inclusive entre:
Eleitores que aprovam o governo Lula;
Eleitores que votaram tanto em Lula quanto em Bolsonaro no segundo turno de 2022;
Pessoas de todas as religiões e espectros ideológicos (esquerda, centro e direita).
De acordo com o relatório da Quaest, o dado revela que o Congresso Nacional “não foi bem na comunicação e no conteúdo da proposta”, pois não conseguiu convencer a sociedade da legitimidade ou da necessidade da mudança.
O projeto foi aprovado pelo Legislativo sob o argumento de que alguns estados ganharam ou perderam população nos últimos anos e, por isso, precisavam ajustar sua representação na Câmara. Atualmente, o número mínimo de deputados por estado é 8, e o máximo é 70.
Apesar disso, para a maior parte da população, a proposta representa aumento de gastos públicos, ainda que autoridades afirmem que a redistribuição orçamentária manterá os custos sob controle.
A pesquisa ouviu 2.000 pessoas presencialmente entre os dias 5 e 8 de julho de 2025, em todos os estados do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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