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Política

Veja os recados da pesquisa Quaest de agosto para Lula e a oposição

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A nova rodada da pesquisa Quaest, divulgada entre 20 e 22 de agosto, com a avaliação do governo Lula (PT), a opinião dos brasileiros sobre o tarifaço de Trump, sobre as reações à medida e com projeções para as eleições de 2026 traz recados para o presidente e para a oposição.
O levantamento mostra o presidente com o melhor índice de aprovação desde janeiro, que Lula segue liderando todos os cenários de 1º turno em 2026 e que voltou a ficar à frente do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicano), em eventual 2º turno, com quem aparecia empatado em pesquisa anterior.
A pesquisa mostra também que a percepção de queda nos preços dos alimentos e a postura do governo diante da taxa de 50% imposta por Donald Trump ao Brasil foram determinantes para a melhora na popularidade de Lula, enquanto a oposição, especialmente ligada a Bolsonaro, sofreu desgaste.
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e realizada entre os dias 13 e 17 de agosto — antes do indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e do seu filho, Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Ao todo, foram ouvidas 12.150 pessoas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O que a pesquisa diz para Lula?
📈 Melhor avaliação desde janeiro
Os dados mostram que continua mais desaprovado que aprovado, mas a distância, que já foi de 17 pontos, agora é de cinco. É o melhor índice de aprovação desde janeiro.
A desaprovação do governo oscilou 2 pontos para baixo e está em 51%;
a aprovação do presidente teve uma oscilação de positiva de 3 pontos e é de 46%.

🛒 ‘É o supermercado, estúpido!’
Felipe Nunes, diretor da Quaest, atribui essa melhora a dois motivos, e um está diretamente ligado ao preço dos alimentos. Segundo a pesquisa, caiu o percentual dos que acham que os preços subiram, e aumentou o dos que acham que os preços caíram.
60% consideram que o preço dos alimentos subiu (eram 76% antes);
18% acham que caiu (eram 8% antes).
“É o supermercado, estúpido! Depois de mais de um ano e meio, a parcela de brasileiros que percebe alta no preço dos alimentos caiu para perto de 60%. Esse alívio no bolso impulsionou a popularidade do governo, sobretudo entre os mais pobres”, afirma Felipe Nunes.
Pesquisa Quaest mostra desempenho de Lula contra eventuais candidatos nas Eleições 2026
🔍 Recuperação entre mais pobres
Se na pesquisa anterior Lula havia melhorado sua popularidade na classe média, agora o presidente se recuperou a entre os mais pobres.
Lula voltou a ser mais aprovado entre os que ganham até 2 salários mínimos;
nessa parcela da população, a aprovação do governo foi de 46% para 55% (+9) e a desaprovação foi de 49% para 40% (-9).
➡️ Tarifaço de Trump ajudou Lula
O segundo fator de melhora, segundo a Quaest, foi a resposta do governo ao tarifaço de Donald Trump.
Para 48% dos brasileiros, Lula e o PT estão se saindo melhor nesse embate contra os EUA, enquanto apenas 28% defendem Bolsonaro e seus aliados;
a maioria (51%) acredita que as tarifas foram motivadas por interesses políticos de Trump;
64% acreditam que a medida vai encarecer alimentos no Brasil.

🔍Onde Lula melhorou também
O presidente também voltou a ser mais aprovado entre os que têm ensino fundamental, os católicos, os de 60 anos ou mais e os moradores do Nordeste. Em todos esses segmentos, havia empate técnico na pesquisa anterior.
Ensino fundamental: a aprovação de Lula oscilou 5 pontos e está em 56% (eram 51% em julho), enquanto a desaprovação oscilou 2 pontos para baixo e está em 40% (eram 42%). A diferença nos indicadores passou de 9 para 16 pontos.
Católicos: 54% aprovam o governo (eram 51%), enquanto 44%, desaprovam (eram 45%).
60 anos ou mais: 55% aprovam (eram 48% em julho), enquanto 42%, desaprovam (eram 46%).
Moradores do Nordeste: a avaliação positiva oscilou 7 pontos para cima no Nordeste, região com maior aprovação: 60% (eram 53% em julho). A desaprovação oscilou os mesmos 7 pontos, mas para baixo, e está em 37% (eram 44%).
São Paulo: aprovação de Lula cresceu no estado, de 29% para 34%.
Bahia e Pernambuco: Lula voltou a ser mais aprovado que desaprovado.
🗳️ Lula na eleição de 2026
Segundo a Quaest, Lula lidera em todos os cenários de 1º e 2º turno de 2026. O levantamento aponta que o presidente descolou de todos os nomes pesquisados em eventual 2º turno, inclusive do governador de SP, Tarcísio de Freitas, com quem estava em empate técnico no limite da margem de erro na pesquisa anterior, de julho.
A pesquisa mostra, no entanto, que o percentual de eleitores que acham que Lula não deve se candidatar permaneceu em 58%.
Os números da pesquisa indicam também que, pela primeira vez no ano, a rejeição a Lula caiu de 57%, em maio deste ano, para 51% em agosto.
O que a pesquisa diz para a oposição?
➡️ Desgaste com tarifaço
Na avaliação do diretor da Quaest, Felipe Nunes, a oposição ficou “intoxicada” pelo tarifaço, que elevou a percepção negativa sobre políticos alinhados ao ex-presidente Bolsonaro. Um dos principais prejudicados é Tarcísio, de quem Lula de descolou.
Segundo a pesquisa, a desvantagem de Tarcísio frente ao presidente dobrou de 4 para 8 pontos percentuais. Em um dos 9 eventuais cenários de 2º turno pesquisados, Tarcísio aparece com 35% (eram 37%), e Lula está com 43% (eram 41%).
➡️ Associação do tarifaço a Bolsonaro
A percepção pública sobre o “tarifaço” também é desfavorável a Bolsonaro:
71% consideram que Trump está errado ao impor tarifas por acreditar em perseguição a Bolsonaro;
55% acham que Bolsonaro agiu mal diante do assunto
Além disso, a fatia dos que tem “mais medo da volta de Bolsonaro” oscilou três pontos para cima, para 47%. O ex-presidente também oscilou dois pontos para cima e passou a ser o pré-candidato com maior rejeição: 57%. Bolsonaro está inelegível pela Justiça Eleitoral até 2030.
E Bolsonaro empata com Lula em SP, estado onde o ex-presidente ganhou em 2022.

🗳️ Desempenho de Tarcísio em 8 estados
Segundo a Quaest, o governador de SP lidera não só no estado onde foi eleito (52% a 35%), mas também em:
Goiás (por 15 pontos), no Paraná (14 pontos) e no Rio Grande do Sul (5 pontos).
em MG e no Rio Lula e Tarcísio empatariam;
Na Bahia e em Pernambuco, Tarcísio seria derrotado por Lula por larga diferença: 42 pontos na BA e 39 em PE.
A pesquisa mostra ainda que Tarcísio também foi arranhado pelo desgaste com o tarifaço. A rejeição a uma eventual candidatura presidencial de Tarcísio subiu de 33% para 39%.

🗳️ Alternativas a Bolsonaro
O levantamento também perguntou quem deveria ser o nome da direita se Bolsonaro não for candidato. O ex-presidente está inelegível. Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro empatam entre si dentro da margem de erro. O governador do Paraná, Ratinho Júnior, aparece empatado com Pablo Marçal, mas não com Tarcísio e Michelle.
Veja os números:
Michelle Bolsonaro (PL): 16% (eram 13%);
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 14% (eram 15% em julho);
Ratinho Júnior (PSD): 10% (eram 9%);
Pablo Marçal (PRTB): 6% (eram 8%);
Eduardo Leite (PSDB): 5% (eram 4%);
Eduardo Bolsonaro (PL): 4% (eram 8%);
Ronaldo Caiado (União Brasil): 4% (eram 3%);
Romeu Zema (Novo): 3% (eram 3%);
Flávio Bolsonaro (PL): 2%;
Outros: 2% (era 1%);
Nenhum desses: 21% (eram 19%);
Não sabem/não responderam: 17% (eram 15%).

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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