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Política

Quaest: em GO, PR e SP, maioria quer governador reeleito ou fazendo sucessor; em PE, RJ e RS, não: BA e MG estão divididos

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Quaest divulga nova pesquisa de avaliação e aprovação dos governos de 8 estados
Em Goiás, no Paraná e em São Paulo, a maioria quer o governador reeleito ou fazendo sucessor. Em Pernambuco, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, a maior parte rejeita esta continuidade. Na Bahia e Minas Gerais os eleitores estão divididos. Este é o retrato estadual da nova rodada de pesquisas da Genial/Quaest, divulgada na sexta-feira (22).
A Quaest perguntou se os governadores merecem continuar no cargo ou, se já estiverem no segundo mandato, eleger um indicado na eleição de 2026.
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Ao todo, foram ouvidas 10.146 eleitores dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Goiás, Paraná, Rio Grande do Sul e Pernambuco, em entrevistas presenciais, entre 13 a 17 de agosto. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos (apenas em São Paulo, a margem de erro é de dois pontos percentuais).
📊 Veja abaixo os números de cada estado
São Paulo
Tarcisio
Reprodução
Questionados se o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) merece ser reeleito em 2026:
56% disseram que sim;
36% que não, e;
8% não souberam responder.
Foram ouvidas 1.644 pessoas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa também perguntou qual perfil os eleitores gostariam que tivesse o próximo governador de São Paulo.
59% disseram que preferem um nome independente,
23% querem um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e
17% gostariam de um aliado do presidente Lula (PT).
Outros 1% não souberam ou não responderam.
Goiás
Pontos na mão do governador Ronaldo Caiado durante evento da Fieg, em Goiânia
Divulgação/Governo de Goiás
Questionados se o governador reeleito de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), merece eleger um sucessor que indicar:
73% disseram que sim, ele deveria indicar um sucessor;
21% disseram que não, e;
6% não souberam responder.
O levantamento ouviu 1.104 pessoas no estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Para Nunes, o cenário em Goiás mostra a força de Ronaldo Caiado.
“Mesmo ainda muito desconhecido, Daniel Vilela (26%) — vice de Caiado — já aparece tecnicamente empatado com o ex-governador Marconi Perillo (22%). Wilder Morais, o candidato bolsonarista, tem 10% e a candidata do PT tem 8%.”, disse o diretor da Quaest.
A pesquisa perguntou também sobre o perfil que os eleitores gostariam que tivesse o próximo governador de Goiás, os entrevistados responderam que:
54% disseram que preferem um nome independente,
30% querem um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e
13% gostariam de um aliado do presidente Lula (PT).
Outros 3% não souberam ou não responderam.
Paraná
O governo de Ratinho Jr. (PSD) instaurou um toque de recolher para reduzir o contágio
Ag Brasil
Questionados se o governador reeleito de Paraná, Ratinho Júnior (PSD), merece eleger um sucessor que indicar:
70% disseram que sim,
24% que não, e
6% não souberam responder.
O levantamento ouviu 1.104 pessoas no estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Apesar de 70% acreditarem que Ratinho deve indicar um sucessor, o nome apoiado por ele, Guto Silva, aparece com apenas 6% das intenções de voto (leia mais).
“Esse prestígio político de Ratinho ainda não aparece no cenário estimulado testado. Seu potencial candidato, Guto Silva, tem apenas 6% das intenções de voto. Quem aparece em primeiro é o senador Sergio Moro, com 38%. O candidato do NOVO tem 8% e o do PT aparece com 7%.”, avalia Nunes.
A pesquisa perguntou também sobre o perfil que os eleitores gostariam que tivesse o próximo governador do Paraná, os entrevistados responderam que:
58% disseram que preferem um nome independente,
27% querem um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e
13% gostariam de um aliado do presidente Lula (PT).
Outros 2% não souberam ou não responderam.
Minas Gerais
Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais, em visita a Ribeirão Preto (SP).
Sergio Oliveira/EPTV
Questionados se o governador reeleito de Minas, Romeu Zema (Novo), merece eleger um sucessor que indicar:
46% disseram que sim,
48% que não, e
6% não souberam responder.
O levantamento ouviu 1.482 pessoas no estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Nunes lembra que a situação de Romeu Zema se deteriorou em relação à pesquisa de fevereiro: “Até fevereiro, parecia tranquila a possibilidade de Zema eleger seu sucessor. Esse cenário ficou mais difícil agora em agosto”.
A pesquisa perguntou ainda sobre o perfil que os eleitores gostariam que tivesse o próximo governador de Minas, os entrevistados responderam que:
58% disseram que preferem um nome independente,
22% querem um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e
18% gostariam de um aliado do presidente Lula (PT).
Outros 2% não souberam ou não responderam.
Bahia
Jerônimo Rodrigues terá reuniões com outros governadores e presidente para definir ações contra tarifaço de Trump na Bahia
Reprodução/TV Bahia
Questionados se o governador reeleito da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), merece eleger um sucessor que indicar:
48% disseram que sim,
48% que não, e
4% não souberam responder.
O levantamento ouviu 1.200 pessoas no estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
“Neste momento, o candidato da oposição, ACM Neto, aparece na frente, com 41% das intenções de voto. O atual governador, Jerônimo do PT, tem 34%. João Roma aparece com 4%, Kleber Rosa com 2% e José Aleluia com 1%.”, afirma Nunes.

A pesquisa perguntou também sobre o perfil que os eleitores gostariam que tivesse o próximo governador da Bahia, os entrevistados responderam que:
49% disseram que preferem um nome independente,
40% querem um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e
9% gostariam de um aliado do presidente Lula (PT).
Outros 2% não souberam ou não responderam.
Pernambuco
Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD)
Ricardo Stuckert/Presidência da República
Questionados se a governadora Raquel Lyra (PSDB) merece ser reeleita:
43% disseram que sim,
54% que não, e
3% não souberam responder.
O levantamento ouviu 1.104 pessoas no estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
“O cenário mais desafiador é o da governadora Raquel Lyra: 54% não acreditam que ela mereça ser reeleita governadora. Como resultado dessa percepção, João Campos – prefeito do Recife – aparece 31 pontos a frente de Raquel no cenário estimulado se as eleições fossem hoje. Gilson Machado tem 6% das intenções de voto e Eduardo Moura do NOVO tem 4%”, destaca Nunes.

A pesquisa perguntou também sobre o perfil que os eleitores gostariam que tivesse o próximo governador de Pernambuco, os entrevistados responderam que:
44% disseram que preferem um nome independente,
40% querem um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e
13% gostariam de um aliado do presidente Lula (PT).
Outros 3% não souberam ou não responderam.
Rio Grande do Sul
Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul
Mauricio Tonetto/Secom
Questionados se o governador reeleito do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), merece eleger um sucessor que indicar:
41% disseram que sim,
54% que não, e
5% não souberam responder.
O levantamento ouviu 1.104 pessoas no estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
“Neste contexto, a eleição parece polarizada entre Juliana Brizola (21%) e Coronel Zucco (20%). O candidato do PT aparece com 11% e o candidato do governo com 5%. O Felipe Camozzato tem 4%.”, diz Nunes.

A pesquisa perguntou também sobre o perfil que os eleitores gostariam que tivesse o próximo governador do Rio Grande do Sul, os entrevistados responderam que:
60% disseram que preferem um nome independente,
23% querem um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e
16% gostariam de um aliado do presidente Lula (PT).
Outros 1% não souberam ou não responderam.
Rio de Janeiro
Cláudio Castro e Thiago Pampolha
Reprodução/TV Globo
Questionados se o governador reeleito do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), merece eleger um sucessor que indicar:
34% disseram que sim,
57% que não, e
9% não souberam responder.

O levantamento ouviu 1.404 pessoas no estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
“No Rio, o cenário parece sugerir mudança no grupo político que administra o estado. Para a maioria dos cariocas (57%), Cláudio Castro não merece eleger um sucessor. Quem se dá bem nesse cenário é o atual prefeito do Rio, Eduardo Paes. Ele tem 35% das intenções de voto, contra 9% do candidato do PL, Rodrigo Barcellar. Washington Reis tem 5%, Monica Benicio 4% e Italo Marsili tem 2%.”, avalia Nunes.
A pesquisa perguntou também sobre o perfil que os eleitores gostariam que tivesse o próximo governador do Rio de Janeiro, os entrevistados responderam que:
58% disseram que preferem um nome independente,
24% querem um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e
16% gostariam de um aliado do presidente Lula (PT).
Outros 2% não souberam ou não responderam.
*Com colaboração de Nayara Felizardo (g1)

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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