Economia
É #FAKE site que usa marca da globo.com e diz que Angélica recomendou plataforma de criptomoedas; trata-se de golpe
É #FAKE publicação que diz que Angélica recomendou plataforma de investimento
Reprodução
Uma página está usando a marca do portal globo.com para alegar que a apresentadora Angélica recomendou uma plataforma de investimentos durante participação no programa “Que História é Essa, Porchat?”, do canal GNT. É #FAKE.
g1
📲 Como a checagem chegou ao Fato ou Fake?
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🛑 Como é a publicação falsa?
Para aplicar um golpe, o site falso exibe a marca da globo.com, mas tem um endereço diferente (https://gibralz****). Ele mostra uma reportagem mentirosa, supostamente assinada pelo “Jornal Nacional”, com seguinte título: “Por que as palavras de “Angélica colocam em risco a segurança financeira de todo o Brasil? Por causa do que disse, pedem que ela seja destituída de sua cidadania e deportada do país.”.
O conteúdo menciona a participação de Angélica no “Que história é essa, Porchat?”, do GNT, em 26 de março de 2024, e atribui à apresentadora a recomendação de uma plataforma de investimento para negociação de criptomoedas – mas isso simplesmente não aconteceu na ocasião.
Ao clicar no link sugerido, o leitor é direcionado a uma página que promete ganhos de até R$ 13.554 por dia. Lá, são exigidos dados como nome, e-mail e telefone. Trata-se de um golpe (leia detalhes abaixo).
O texto ainda inventa: “A ‘revelação involuntária’ de Angélica, aparentemente, gerou uma enxurrada de mensagens para a central de atendimento do canal. No entanto, a situação tomou um rumo dramático quando a transmissão foi repentinamente interrompida por uma ligação do Banco Central do Brasil, exigindo a imediata suspensão do programa”.
⚠️ Por que isso é mentira?
O Fato ou Fake procurou a assessoria de imprensa de Angélica para questionar sobre o conteúdo que viralizou. A resposta alerta que a publicação é completamente falsa: “Não tem nada de verdade. Já desmentimos e informamos as plataformas”.
Uma análise do material apresenta claros sinais de golpe:
O título é uma isca para chamar atenção – A mesma expressão já foi usada diversas vezes envolvendo outras celebridades, como a apresentadora Eliana. E as ameaças contidas no título (deportação e perda da cidadania) sequer são tratadas no texto.
Promessas de ganhos irreais – A publicação alega que qualquer pessoa pode transformar R$ 560 em mais de R$ 1 milhão em semanas, sem conhecimento prévio, apenas usando uma plataforma de “inteligência artificial”.
Urgência e pressão – A narrativa enfatiza que “o registro será gratuito por poucos dias”, fazendo pressão para que a vítima se inscreva rapidamente — técnica típica de golpes.
Uso de celebridades para gerar confiança – Cita Angélica e Fábio Porchat, dizendo que eles usam e aprovam a plataforma. Golpistas frequentemente recorrem a nomes de pessoas famosas, para dar a falsa impressão de credibilidade.
Suposta interferência de autoridades – O texto menciona que “o Banco Central exige a suspensão do programa” e que os bancos têm “medo de perder dinheiro”, o que é altamente improvável e faz parte da narrativa para gerar senso de exclusividade e urgência.
O texto falso repete um típico golpe que circula nas redes sociais. O Fato ou Fake já desmentiu conteúdos parecidos, envolvendo outras personalidades. Veja alguns exemplos:
É #FAKE publicação que diz que Eliana recomendou plataforma de investimento
É #FAKE página que imita a globo.com e diz que Luiza Trajano recomenda plataforma de criptomoedas; trata-se de golpe
É #FAKE que Fernando Haddad ensinou como ganhar dinheiro com plataforma de criptomoedas
É #FAKE que o Itaú Unibanco processou Ronaldo por fala sobre criptomoedas na TV
É #FAKE que acionista da Globo fez recomendação de investimento
É #FAKE publicação que diz que Angélica recomendou plataforma de investimento
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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