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Política

Plano de governo: Soraya Thronicke (União Brasil)

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Em documento de 73 páginas, senadora pelo Mato Grosso do Sul propõe implementar imposto único, que pequenas empresas em dificuldade interrompam o pagamento de impostos e a criação de uma Corte nacional anticorrupção. O União Brasil lançou nesta sexta (5) a candidatura da senadora Soraya Thronicke
Carla Carniel/Reuters
A candidata do União Brasil à Presidência, Soraya Thronicke, apresentou seu plano de governo ao Tribunal Superior Eleitoral.
O documento tem 73 páginas e apresenta uma série de propostas para a economia, educação, saúde, segurança pública, agronegócio, entre outras áreas.
Leia mais:
Plano de governo: Jair Bolsonaro (PL)
Plano de governo: Lula (PT)
Plano de governo: Ciro Gomes (PDT)
Programa de governo: Felipe D’Avila (Novo)
Programa de governo: Léo Péricles (UP)
Programa de governo: Sofia Manzano (PCB)
Programa de governo: Pablo Marçal (Pros)
Programa de governo: Vera Lúcia (PSTU)
Entre as propostas de Soraya está criar um imposto único, o Imposto Único Federal – IUF, para simplificar o sistema tributário brasileiro. A medida ajudaria a combater a evasão fiscal, segundo o documento.
Ainda na área econômica, o plano prevê uma política para apoiar o desenvolvimento de micro e pequenas empresas. Propõe que empreendedores em dificuldades financeiras interrompam o pagamento de impostos e depois equacionem os débitos.
Soraya pretende fortalecer a agricultura familiar, mas diz que é preciso “focar no agronegócio, sem negligenciar nossa capacidade de abastecer o mercado interno”. Para isso sugere incrementar as linhas de financiamento em todos os bancos públicos aos pequenos agricultores.
“Investir na expansão do agronegócio brasileiro e aumentar sua produtividade. Será uma meta ampliar a participação no mercado internacional, sobretudo nesse período turbulento no qual muitas grandes oportunidades se apresentação ao Brasil”, diz trecho do plano de governo.
Saúde e educação
O projeto apresentado pelo União Brasil tem como meta investir na universalização do Sistema Único de Saúde, ação classificada como “prioridade de Estado”.
Entre as medidas estão:
Definir um processo compartilhado de municipalização da gestão da saúde
Implantar um cadastro nacional online dos pacientes
Fomentar a parceria com hospitais militares
Rever as regras de proteção intelectual sobre patentes para torná-las mais flexíveis e ajustáveis
Criar um programa universal de atendimento psicológico e psiquiátrico na rede pública de saúde
Na área de educação, o projeto pretende estabelecer um plano nacional de ações a ser debatido e implementado junto de prefeitos e governadores. A ação envolve capacitação tecnológica e um sistema nacional para avaliar o desempenho dos professores.
Número de brasileiros dependentes do SUS cresce 9%
Assim como na Saúde, Soraya conta com ajuda dos militares ao colocar entre suas metas investir na implantação da escolas cívico-militares. Nessa linha, oferece implantar a disciplina Cidadania e Brasilidade desde o ensino básico ao superior.
O projeto ainda prevê:
Implantar programa nacional de alfabetização
Combater com eficácia a evasão escolar
Criação de Centros da Tecnologia e Informação em cada estado
O Auxílio Brasil não é explicitamente citado no documento. Há um trecho sobre programas sociais em que Soraya coloca como condição para o recebimento de benefícios “à frequência escolar dos filhos e participação em programas de capacitação técnica para adolescentes terem uma profissão”.
Segurança Pública
As propostas para a segurança pública incluem investir em inteligência e integração de dados dos estados com a União. Uma das ideias é implantar um sistema nacional de controle para veículos roubados ou utilizados por suspeitos de crimes.
Veja abaixo algumas propostas para o setor:
Mandato fixo de dois anos para o diretor-geral da Polícia Federal
Fim do foro privilegiado para todas as autoridades
Projeto de reestruturação das polícias
Ampliar o número de delegacias da mulher
Sistema para coleta de DNA e material genético encontrados nas cenas do crime
Criar um fundo nacional para atendimento às vítimas de crimes
Implementação de programas de denunciantes do bem
Outra proposta que consta na segurança pública está a criação do que Soraya chama de Corte Nacional Anticorrupção, formada por 30 juízes e 11 desembargadores.
Pelo projeto, a corte seria responsável por “processar e julgar, em primeira e segunda instância, acusados de crimes de grande corrupção praticados contra a administração pública direta ou indireta, federal, estadual, distrital ou municipal”.
Veja mais propostas de Soraya Thronicke:
Redução dos desmatamentos e recuperação de áreas degradadas
Revisar as Unidades de Conservação atualmente existentes, avaliando sua atual pertinência
Investir em polos digitais e de mineração sustentável
Regulamentar o mercado de atuação dos planos privados de saúde
Criar programa emergencial de atendimento em graves
situações sociopsicológicas para atender famílias de suicidas
Viabilizar um pacote de investimentos privados em toda cadeia produtiva do saneamento básico
Investir na produção de energia limpa e na eficiência energética
Promover a redução dos custos da energia no Brasil

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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